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Apreço de nossa relação com JeováA Sentinela — 1975 | 15 de novembro
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que outros façam para nós. (Mat. 7:12) Aprenderem as coisas ensinadas por Jesus é aprenderem o caminho da vida. Pregarmos a mensagem do Reino ajuda-os a chegar à relação correta com Jeová e mostra a mais alta consideração para com o bem-estar deles. (Mat. 28:18-20) É um dos melhores modos em que lhes podemos fazer o bem. Aproveitamos alegremente toda oportunidade de participar, não nos satisfazendo em apenas agir pro forma. Analisamos continuamente o uso de nosso tempo e recursos disponíveis, com o alvo de criar oportunidades extras para pregar. O serviço de pioneiro, servindo onde há mais necessidade, e assim por diante, é considerado por nós como privilégio excelente, que nos permite demonstrarmos realmente a qualidade genuína de nosso amor.
23. Que benefícios produzem nossos esforços de manter uma boa relação com Jeová?
23 Este trabalho resulta no bem de todos os envolvidos. Jeová agrada-se de nossa obediência voluntária e de nosso esforço de vindicar seu nome. Jesus alegra-se de ter-nos como prospectivos súditos sob o seu governo milenar. Nossos irmãos espirituais achegam-se a nós num vínculo cordial de união. Os semelhantes a ovelhas sentem uma duradoura dívida de gratidão em vista do que fizemos amorosamente a seu favor. Deveras, nosso coração se alegra de ver as bênçãos maravilhosas que resultam de nossa relação com Jeová! Quão gratos somos de que se nos permitiu ‘tornar-nos amigos’ dele e receber a certeza dum futuro nas “moradias eternas”! — Luc. 16:9.
24. Por que devemos apreciar nossa relação com Jeová?
24 Jeová certamente mostrou ser o melhor e mais fidedigno dos amigos que poderíamos ter. Chegar a conhecê-lo como companheiro íntimo é a experiência mais enobrecedora de nossa vida. Ele, como “Deus feliz”, já está cumprindo a sua promessa de também nos tornar felizes. (1 Tim. 1:11) O bom êxito em amalgamar firmemente este vínculo de amizade sustentará nossa infindável alegria. Tendo apreço da segurança, da paz mental e da esperança que encontramos em nossa relação, somos induzidos a expressar nossos mais profundos agradecimentos, de coração, ao nosso melhor amigo, Jeová.
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Um povo zeloso de obras excelentesA Sentinela — 1975 | 15 de novembro
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Um povo zeloso de obras excelentes
1. Que motivos devem induzir-nos a ser zelosos de obras excelentes?
A VIDA que tem objetivo tem significado. Quando o coração e a mente se unem para alcançar um alvo meritório, aquilo que a pessoa faz cada dia tem significado, dando essência à existência dela. As pessoas desta espécie devem ser consideradas entre as mais felizes do mundo; aqueles cuja vida não tem objetivo estão entre os mais desapontados. O desejo natural de ser feliz é motivo bastante para nossa vida girar em torno de obras que produzam o bem para nós mesmos e para outros. O zelo na realização de tais obras produz uma grande recompensa em bênçãos.
2. (a) O exemplo de quem podemos imitar? (b) A que obra excelente nos motivará isso?
2 Jeová é o Deus de obras excelentes, e ele é zeloso na realização delas. Tudo o que ele faz é para o bem dos que o servem. Jesus deu o exemplo perfeito, imitando seu Pai. As pessoas piedosas que desejam agradar a Jeová também podem ser identificadas por obras excelentes. O empenho dos discípulos de Jesus, de seguir o exemplo dele, produz para o Pai deste “um povo peculiarmente seu, zeloso de obras excelentes”. (Tito 2:14) As obras excelentes do cristão são aquelas que trazem proveito aos outros. A coisa mais proveitosa que podemos fazer para alguém é ajudá-lo a conhecer e servir a Jeová. A obra da congregação cristã, de pregar e fazer discípulos, é uma obra excelente do maior benefício. Sua necessidade e urgência tornam-na digna de nosso maior zelo.
3, 4. (a) O que é zelo? (b) Que perguntas devemos fazer a nos mesmos?
3 O que é zelo? É desvelo ardente. É o desejo sincero de fazer o que é direito e correto. Onde há zelo, há vida, entusiasmo e vibração. O vivo interesse no resultado produz preocupação pessoal de obter resultados. A atitude mental é de concentração, empenho de todo o coração. Quando falta zelo, o modo de alguém agir é perfunctório. O envolvimento pessoal é superficial. A atitude é desinteressada, até mesmo apática. Portanto, poderá você, leitor, ser considerado como zeloso?
4 Sim, pergunte-se se é zeloso de obras excelentes. Pode seu apoio da atividade de pregação da sua congregação ser descrito como ardente e de toda a alma? Move-o o desejo sincero de fazer tudo o que puder para ajudar outros a saber dos propósitos de Jeová? Ou contenta-se de apenas participar, mostrando o mínimo interesse e esforço necessários? Apenas ‘faz de conta’, sem realmente se enfronhar?
5. O que revela nossa atitude a respeito de nosso zelo?
5 Sua atitude lhe dirá muita coisa sobre a intensidade de seu zelo. O discípulo realmente zeloso não permitirá que interesses pessoais, não essenciais, tenham precedência à obra de pregar e de fazer discípulos. Quando participa nela, é sua participação sempre governada pelo relógio? Participa fisicamente, enquanto a mente está em outra parte? Fixam-se seus pensamentos nos interesses que seguirá depois, tais como um programa favorito de televisão ou um compromisso social? A atividade de serviço poderia ser encarada como algo a liquidar depressa, para se poder fazer aquilo que realmente se quer. Talvez a considere como simples “dever” seu, como testemunha de Jeová, cumprindo-a apenas como obrigação, que pouco envolve o desejo de coração.
6. Por que não necessariamente significa falta de zelo quando precisamos de disciplina pessoal?
6 Talvez não tenha personalidade extrovertida. Pode ser-lhe muito difícil tomar a iniciativa de falar com outros, especialmente estranhos. Aquilo que outros parecem fazer com naturalidade é um desafio para você. Pode exigir disciplina pessoal, às vezes até mesmo forçando-se para continuar a falar. Isto não necessariamente significa que lhe falta zelo. Em alguns sentidos, seu zelo poderá ser mais intenso do que o de outros, porque aquilo que faz pode representar uma convicção mais forte e mais profunda, exigindo esforço extra. O importante é que tenha desejo sincero no coração. Sabe que a verdadeira fé vem acompanhada pela expressão externa de amor a Jeová e a seu próximo. O zelo de provar a sua fé ajuda-lhe a vencer suas inibições. O amor intenso produz destemor, que dissipa o temor do homem. A declaração pública da fé que resulta disso é obra excelente, que expressa zelo genuíno.
ZELO NÃO É MEDIDO POR QUOTAS
7. (a) Por que não é sábio estabelecer quotas ou metas? (b) Como se mede realmente o zelo?
7 Às vezes se fizeram tentativas de padronizar os esforços de todos por meio de certas quotas estabelecidas como metas comuns para todos. Em muitos casos, o zelo seria então medido pelo bom êxito em se atingir tais metas. Isto tem resultado invariavelmente na tendência de nos compararmos com outros, o que nunca foi medição exata ou aprovada do amor ou do zelo. (2 Cor. 10:12) Não importa quanto investiguemos, não poderemos encontrar quotas estabelecidas na Palavra de Deus quanto a requisitos mínimos de pregação. A quantidade de trabalho que fazemos pouco tem que ver com a avaliação que Jeová faz de nosso zelo. Ele está muito mais interessado na nossa motivação, nos desejos de nosso coração. O único requisito uniforme para todos é apenas que ‘trabalhemos nisso de toda a alma’. (Col. 3:23) Deus oferece uma ampla variedade de oportunidades e depois deixa que cada um de nós faça “conforme tem resolvido no seu coração”. Não estando “sob compulsão”, nosso esforço deveras revela o que temos no coração. (2 Cor. 9:7) O que nosso coração nos induz a fazer é o que se torna a medida real de nosso zelo.
8. (a) Por que há diferença no que cada um pode fazer? (b) O que é o importante?
8 Quando cada um de nós dá de coração, Jeová pode encarar nossos esforços como todos sendo iguais, uniformes, embora haja uma ampla variedade na quantidade do serviço de cada um. Em cada caso, a situação pessoal é diferente. A idade, saúde, responsabilidades familiares, trabalho secular, e assim por diante, todos são fatores que afetam nosso nível de atividade. Quem estiver em situação melhor, poderá falar a muito mais pessoas sobre o reino de Deus do que outro. Quem tiver responsabilidades adicionais talvez possa falar a uma fração deste número de pessoas. Por causa da diversidade das situações, num caso, certo número de horas pode representar um esforço extraordinário, mas em outro caso, apenas um serviço pro forma. Portanto, nossa capacidade e oportunidade de fazer muito não nos fornecem motivo de jactância, e, de modo inverso, nosso serviço limitado, sem culpa nossa, não nos deve fazer sentir-nos envergonhados. O importante é que o zelo nos mova a aproveitar todas as oportunidades disponíveis.
9. De que modo podemos demonstrar nosso zelo pela obra de pregação?
9 A intensidade de nosso zelo se mostra na nossa atenção a aproveitar e criar oportunidades para proclamar as boas novas, buscando meios para ‘comprar’ tempo para fazer mais. (Efé. 5:15, 16) Ao se reduzirem temporariamente outras responsabilidades, nossa disposição de usar o tempo extra disponível no serviço de Jeová é evidência excelente de zelo. Também, tomar a iniciativa em ajustarmos nossa situação para ter mais tempo para o serviço mostra que temos o desejo sincero de fazer o melhor que podemos. O publicador zeloso poderá analisar cuidadosamente seu serviço secular, procurando modos para diminuir suas responsabilidades. Em vez de apenas pacificamente aceitar limitações desnecessárias por algumas vantagens materiais, poderá solicitar ajustes que lhe dêem mais liberdade para a obra do Reino. Os zelosos procuram usar seu tempo e seus recursos da melhor maneira possível, mantendo sempre os interesses do Reino em primeiro lugar.
10. Em que sentido é o lavrador que trabalha arduamente um bom exemplo de zelo?
10 O apreço pela crescente urgência de realizar a obra é prova de zelo. O lavrador que trabalha arduamente sabe muito bem que a safra bem sucedida exige períodos de trabalho extraordinário na época do plantio e da colheita. Visto que ele sente uma responsabilidade pessoal e está vivamente interessado no resultado, seus esforços não são governados por quaisquer normas “sindicais”, que exijam o mínimo de esforço e compensação extra por tudo a mais. Tem prazer em trabalhar longas horas e esforçar-se estrenuamente, quando necessário. Se formos fervorosos no nosso desejo de ajudar outros, empenharemos livremente nosso tempo e energia, sem pensar no que talvez se espere de nós. Quando se precisa fazer alguma coisa, e tivermos a oportunidade de ajudar, darmos altruistamente
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