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  • Produz o verdadeiro cristianismo fanáticos?
    A Sentinela — 1987 | 15 de julho
    • entrarão no meio de vós lobos opressivos e eles não tratarão o rebanho com ternura, e dentre vós mesmos surgirão homens e falarão coisas deturpadas, para atrair a si os discípulos.” (Atos 20:29, 30) Desses apóstatas se originou a cristandade, com suas centenas de organizações religiosas conflitantes, que ensinam coisas que apenas são apresentadas como cristãs. Na realidade, são “coisas deturpadas”, idéias de homens e não a verdade da Palavra de Deus. É dentre esses falsos cristãos que se têm manifestado os maus frutos do fanatismo.

      O Zelo Cristão É Fanatismo?

      É verdade que o fanatismo é uma forma de zelo. Mas o fanatismo é um “zelo extravagante ou frenético”, um zelo “desarrazoado”. Isto não se pode dizer do verdadeiro cristianismo.

      A Bíblia admoesta repetidas vezes os cristãos a serem razoáveis. Por exemplo, Filipenses 4:5 diz: “Seja a vossa razoabilidade conhecida de todos os homens.” E aconselha-se os cristãos a “que não ultrajem a ninguém, que não sejam beligerantes, que sejam razoáveis, exibindo toda a brandura para com todos os homens”. — Tito 3:2.

      Visto que as Testemunhas de Jeová visitam as pessoas nos seus lares para falar sobre as boas novas do Reino de Deus, são diferentes da maioria dos que afirmam ser cristãos. Este zelo no ministério cristão não constitui base para serem encaradas como fanáticos. Trata-se dum zelo razoável por uma obra que Jesus fazia e que ordenou que seus seguidores fizessem. (Mateus 24:14; 28:19, 20) Aquele que deixa de lado muitas atividades pessoais que consomem tempo para devotar o máximo tempo possível à pregação do Reino não é fanático. Antes, mostra que reconhece a urgência de se ajudar outros a aprender as verdades vitalizadoras da Palavra de Deus no pouco tempo que resta para se fazer esta obra. Isto é razoável e benéfico.

      Em vez de ser uma obra fanática que prejudica outros, esta atividade edifica a fé em Deus e na sua Palavra. Dá esperança aos sem esperança, liberta de superstições religiosas e da ignorância, e transforma inúmeras pessoas imorais e violentas em cristãos moralmente limpos e pacíficos. Estes bons frutos indicam que é uma organização boa.

      As Testemunhas de Jeová, em mais de 200 terras, mantêm sua lealdade ao Reino de Deus, embora em muitos lugares estejam sob proscrição oficial. Sua lealdade a Deus, o Soberano Supremo, dificilmente pode ser classificada como fanatismo. Ele é a Autoridade máxima, e quando há um conflito entre as suas leis e as de um governo humano, o verdadeiro cristão tem a obrigação de obedecer a ele. Debaixo de governos humanos, leis locais costumam às vezes ser revogadas por estarem em conflito com leis federais. De modo similar, para os verdadeiros cristãos, as leis humanas são anuladas quando estão em conflito com as do Soberano Universal, Jeová Deus. Visto que o verdadeiro cristão não pode obedecer a duas leis conflitantes, ele faz o que os apóstolos fizeram. Disseram: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” (Atos 5:29) Isto é razoável.

      A mesma razoabilidade é demonstrada pelas Testemunhas de Jeová com respeito às celebrações nacionais e religiosas que estão em conflito com a Palavra de Deus. Não é fanatismo não querer participar em algo que a maioria em certo país celebra. Serem diferentes por causa da sua consciência religiosa coloca as Testemunhas na mesma categoria dos primitivos cristãos, que não participavam nas celebrações populares dos seus dias. E as Testemunhas de Jeová têm prazer em apresentar o motivo bíblico para não participarem nelas. — 1 Pedro 3:15.

      Alguns talvez classifiquem as Testemunhas como fanáticas por se recusarem a aceitar transfusões de sangue, procedimento popular entre a maioria dos médicos. Aqui se trata novamente dum caso de obediência à lei de Deus. Os verdadeiros seguidores de Jesus Cristo receberam a ordem de ‘persistirem em abster-se de sangue’. — Atos 15:28, 29.

      É alguém fanático porque rejeita, por motivos de consciência, um procedimento médico atualmente popular? Outros, que não são Testemunhas de Jeová, rejeitam transfusões de sangue por medo de contraírem AIDS ou outras doenças. Portanto, é desarrazoado que as Testemunhas peçam um tratamento médico que não viole sua consciência?

      Então, o que devemos concluir de tudo isso? Que as Testemunhas de Jeová não são fanáticas por serem diferentes da maioria e por insistirem em obedecer a Deus. Embora tenham zelo por Deus, não têm “zelo extravagante ou frenético”, como que possessas por um demônio; nem se mostram ‘enlouquecidas, frenéticas’ ou ‘loucas’. Nunca causam dano violento a outros ou a si mesmas por motivo de zelo religioso. Antes, em harmonia com o que a Bíblia diz a respeito dos verdadeiros cristãos, são ‘pacíficas para com todos os homens’. — Romanos 12:18.

      Portanto, a organização cristã que Jesus Cristo iniciou no primeiro século como árvore boa continua hoje a produzir apenas frutos bons. Por isso, é impossível que o verdadeiro cristianismo produza fanáticos.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1987 | 15 de julho
    • Perguntas dos Leitores

      ◼ Refere-se Provérbios 30:4 a Jeová e a Jesus, quando pergunta: “Qual é seu nome e qual é o nome de seu filho?”

      Este versículo torna evidente quão limitado o homem é em comparação com o Altíssimo. Essas perguntas retóricas poderiam ser feitas a respeito de qualquer homem, mas elas devem indicar à pessoa de reflexão o Criador.

      O escritor Agur perguntou: “Quem subiu ao céu para descer? Quem ajuntou o vento na concavidade de ambas as mãos? Quem embrulhou as águas numa capa? Quem fez todos os confins da terra levantar-se? Qual é seu nome e qual é o nome de seu filho, caso o saibas?” — Provérbios 30:1, 4.

      Nenhum humano imperfeito subiu ao céu e voltou onisciente; nem tem qualquer humano a capacidade de controlar o vento, os mares ou as forças geológicas que moldam a terra. De modo que Agur, na realidade, perguntava: ‘Sabe o nome ou a linhagem familiar de algum homem que tenha feito tais coisas?’ Temos de responder que não. — Veja Jó 38:1-42:3; Isaías 40:12-14; Jeremias 23:18; 1 Coríntios 2:16.

      De modo que temos de procurar fora da esfera humana alguém que tenha o poder sobre-humano para controlar as forças da natureza. No entanto, não ficamos limitados a saber dele por vermos as suas realizações. (Romanos 1:20) Isto se dá porque ele como que desceu com informações sobre si mesmo e suas ações. Proveu informações específicas. Fez isso, por exemplo, quando ‘desceu’ para dar a Moisés a Lei, no monte Sinai. (Êxodo 19:20; Hebreus 2:2) Ajudou também seus servos a reconhecer seu significativo nome, Jeová. (Êxodo 3:13, 14; 6:3) Mais tarde, ele identificou seu Filho, chamado Jesus, e que literalmente desceu do céu com informações adicionais sobre o Criador. — João 1:1-3, 14, 18.

      Isto deve ajudar a todos nós a chegar a certas conclusões: Iguais a Agur, não podemos por nossos próprios recursos obter verdadeira sabedoria. (Provérbios 30:2, 3) E nós não podemos indicar nenhum humano que tenha poderes ou conhecimento superlativos. Portanto, devemos humildemente recorrer Àquele que pode prover a sabedoria de que precisamos. Este é o Santíssimo, cujo nome podemos saber e cujo Filho morreu para que pudéssemos ser resgatados e obter a vida eterna. — Mateus 20:28.

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