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  • Uma noite de recordação
    A Sentinela — 1975 | 1.° de março
    • (Judas 4) As testemunhas de Jeová, em todo o mundo, farão isso unidamente em 27 de março, após o pôr-do-sol. Terão prazer em que as visite no seu Salão do Reino local e participe com elas nesta noite de recordação.

  • Existe um corpo unido de verdadeiros cristãos?
    A Sentinela — 1975 | 1.° de março
    • Existe um corpo unido de verdadeiros cristãos?

      TODOS, ao procurarem um verdadeiro cristão, esperam encontrar alguém com elevadas qualidades morais e boa personalidade. E têm razão. Mas, ser cristão envolve mais do que isso.

      Encontrará pessoas, até mesmo entre os que não professam ser cristãos, que têm excelentes qualidades de moral, mostrando ter também personalidade agradável. Então, qual é a diferença?

      Além destas coisas, o cristão precisa ter o vivo desejo de promover a verdadeira adoração do Deus da Bíblia, assim como fez Jesus Cristo. Precisa ter zelo e ser ativo neste sentido.

      Mesmo que reconheça este fato, talvez fique confuso ao tentar identificar quem realmente são os verdadeiros cristãos hoje em dia. De fato, talvez se pergunte se existem mesmo. Porque encontrará pouca união de pensamento e ação entre as pessoas religiosas da cristandade. Isto se dá assim com respeito aos problemas morais e sociais, e especialmente no que se refere à adoração de Deus. Há pouco esforço para explicar Deus e seus propósitos, bem como a oportunidade de obter a vida eterna, quer no céu, quer na terra, por agradar a Ele em verdadeira adoração.

      SÃO ESSENCIAIS O PENSAMENTO E O ESFORÇO UNIDOS

      Deve haver, e há mesmo, um CORPO de pessoas que se devotam à adoração de Deus, conforme especificada na Bíblia, e que fazem isso com unanimidade e empenho ativo para conseguir que outros o façam?

      Ora, deve haver, segundo a admoestação de Paulo aos cristãos, no primeiro século. Ele escreveu muito sobre a elevada moral e a personalidade cristã, mas disse também: “Somente comportai-vos da maneira digna das boas novas acerca do Cristo, a fim de que, quer eu vá e vos veja, quer esteja ausente, eu ouça falar das coisas que se referem a vós, de que vos mantendes firmes em um só espírito, com uma só alma [como se todos juntos fossem uma só pessoa] lutando lado a lado pela fé das boas novas.” — Fil. 1:27.

      UMA ILUSTRAÇÃO DA OBRIGAÇÃO DO CRISTÃO

      Poucos negarão que Jesus e seus apóstolos tenham sido muito zelosos na expansão da verdadeira adoração até os confins da terra. Estavam unidos neste propósito, vinculados em doutrina e ação. Para ilustrar como devem ser seus discípulos, Jesus contou a parábola dos talentos. (Um “talento” de prata representa um valor monetário de milhares de cruzeiros.) Esta parábola mostra de modo claro e vigoroso a obrigação deles de aumentar o verdadeiro cristianismo na maior extensão possível.

      Os discípulos de Jesus lhe haviam feito a pergunta: “Qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?” A parábola dos talentos estava incluída na resposta dele. Por conseguinte, a parábola foi dada a fim de provar aos cristãos vivendo na “terminação do sistema de coisas” que o Senhor Jesus Cristo estava invisivelmente presente no poder do Reino. Mas ela teve o começo de seu cumprimento lá no tempo em que Jesus estava na terra. Podemos obter grande esclarecimento sobre o significado da parábola da outra parábola similar das minas, que mostrava aos ouvintes de Cristo, no primeiro século, que o reino de Deus não “ia apresentar-se instantaneamente”, conforme pensavam. — Mat. 24:3; Luc. 19:11-27.

      Ambas as parábolas tratam do reino dos céus. A parábola dos talentos começava assim:

      “Pois é [quer dizer, as circunstâncias relacionadas com o reino dos céus] assim como quando um homem, prestes a viajar para fora, convocou escravos seus e confiou-lhes os seus bens. E a um deles deu cinco talentos, a outro dois, e a ainda outro um, a cada um segundo a sua própria capacidade, e viajou para fora.” — Mat. 25:14, 15.

      O “homem” era Jesus Cristo. Ele ia em breve empreender uma longa viagem “para fora”, de volta a seu Pai no céu. Jesus ia fazer isso após a sua morte e ressurreição. Havia de assentar-se ali “à direita de Deus, daí em diante esperando até que os seus inimigos sejam postos por escabelo dos seus pés”. (Heb. 10:12, 13) Levaria um longo tempo até que recebesse de seu Pai a ordem de assumir os plenos poderes do reino, mas naquele tempo ele primeiro inspecionaria e recompensaria seus “escravos”. Esperaria que estivessem em harmonia, cuidando de seu ‘negócio’, não em divergência entre si. Depois de terminar a inspeção, expulsaria seus inimigos da terra, conforme mostrado em Lucas 19:15-27. — Sal. 110:1-3.

      OS “BENS” CONFIADOS AOS “ESCRAVOS”

      Ora, este “homem” tinha “bens” para deixar ao cargo de seus “escravos”, até que voltasse com poder régio. Que bens de grande valor possuía Jesus Cristo? Não tinha dinheiro, nem grandes propriedades de terra ou prédios. Tampouco tinha sua autoridade reconhecida pelos governos políticos. Ele foi morto pelo Império Romano às instâncias dos judeus. Então, o que possuía ele para confiar aos seus “escravos”?

      Tratava-se duma série de valores diferente da espécie de bens já mencionados. Durante o seu ministério na carne, Cristo havia buscado primeiro o reino de seu Pai celestial. Pela sua pregação e pelo seu ensino, ele havia cultivado um campo, havia dado um potencial a este campo — um poder latente para produzir discípulos. Esta era a propriedade que deixou para seus discípulos. Já dissera aos seus apóstolos mais de dois anos antes de sua morte e ressurreição:

      “Eis que vos digo: Erguei os vossos olhos e observai os campos, que estão brancos para a colheita. Desde já o ceifeiro está recebendo salário e está ajuntando fruto para a vida eterna, para que o semeador e o ceifeiro se alegrem juntos. Neste respeito, de fato, é verdadeira a palavra: Um é o semeador e outro o ceifador. Eu vos mandei ceifar aquilo em que não labutastes. Outros labutaram, e vós entrastes no proveito do seu labor.”

      Jesus restringiu sua semeadura aos judeus e aos prosélitos judaicos, e aos samaritanos relacionados. Também João Batista fizera alguma semeadura. Depois da ressurreição de Jesus e o derramamento do espírito santo sobre os seus discípulos, no dia de Pentecostes de 33

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