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  • Como suportar adversidades
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1985
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1985
w85 15/9 pp. 4-5

Como suportar adversidades

“PELA perseverança da vossa parte adquirireis as vossas almas.” Jesus Cristo disse essas palavras ao proferir sua profecia acerca do “tempo do fim”. (Lucas 21:19; Daniel 12:4) Em sua declaração sobressaem os seguintes dois pontos: (1) A perseverança é essencial para a salvação da nossa vida, e (2) é possível perseverar.

Mas, como poderá perseverar? Para respondermos a esta pergunta, precisaremos primeiro saber por que Jeová permite que o sofrimento e a perseguição sobrevenham aos seus servos.

Sofrimento e Perseguição — Por Quê?

A razão primária é que Satanás desafiou a legitimidade e a justiça da soberania de Jeová. (Gênesis 3:1-19) Por causa do Seu nome e por causa de outras pessoas, Jeová tomou medidas para responder a este desafio.

Deus permitiu também que seu povo sofresse visando fins que podem revelar-se muito benéficos, se encararmos tal aflição de maneira correta. Por exemplo, se quando provados perseveramos sem nos ressentirmos de nossas adversidades, provamos que nossa fé é genuína, a espécie de fé que agrada a Deus. (1 Pedro 1:6, 7; Hebreus 11:6) Mas a aflição também pode revelar falhas na personalidade tais como orgulho, impaciência e amor ao ócio. Com a ajuda do espírito de Deus podemos superar tais características e nos revestir mais plenamente “da nova personalidade”. — Colossenses 3:9-14.

O salmista expressou muito bem este ponto para nós, dizendo: “É bom para mim que tenho sido atribulado, a fim de aprender os teus regulamentos.” (Salmo 119:71) Que excelente maneira de encarar a aflição! Sem queixas ou resmungos. Nenhuma preocupação egoísta por alguma perda pessoal que a aflição possa ter causado. Antes, vemos aqui a sábia compreensão de que o que Jeová permitiu sobrevir ao salmista podia ajudá-lo a apreciar mais plenamente os regulamentos de Jeová. Deixamos que o sofrimento exerça o mesmo efeito sobre nós?

O apóstolo Paulo tirou proveito da tribulação que sofreu no distrito da Ásia. Em primeiro lugar, esta adversidade fê-lo depender mais plenamente de Jeová. Também realçou a crença do apóstolo na ressurreição, pois suportou suas dificuldades com completa confiança “no Deus que levanta os mortos”. (2 Coríntios 1:8-10) Sim, Paulo tirou proveito por perseverar sob sofrimento.

O mesmo se dá no caso dos cristãos hoje que têm o conceito correto sobre a aflição. Em Zimbabwe, país certa vez assolado por guerrilhas, certa congregação do povo de Jeová foi transferida para uma aldeia protegida. Devido às condições de guerra, cada um dos três anciãos designados havia perdido um filho. Ademais, o povo local fazia grande pressão para que esses pais cristãos transigissem na sua fé por apaziguarem os espíritos que, segundo se alegava, haviam ficado irados. O que pensavam os anciãos sobre isso? Falando pelos três, um deles disse: “Enquanto a nação está em guerra, nós também estamos em guerra contra os espíritos iníquos. Temos uma vantagem sobre o inimigo [as forças espirituais iníquas] no sentido de que temos uma esperança, esperança esta que é viva. Por isso, mesmo que morramos na luta, conquanto morrermos fiéis a Jeová, seremos ressuscitados. Teremos vencido o inimigo.’ Esses três homens fiéis nunca perderam de vista o poder de Jeová de livrar. Observando a firme atitude deles, nós também devemos ficar convictos de que podemos perseverar!

Quando a Perseguição É Brutal

‘Mas que dizer se a perseguição for brutal, empregando-se métodos cruéis de tortura?’, talvez pergunte. ‘Será que mesmo assim podemos perseverar e não desistir de nossa fé?’ Bem, os primitivos cristãos conseguiram suportar tratamentos horríveis sem transigirem na sua fé.

De modo similar, a fé plena em Jeová foi demonstrada por um cristão hodierno que mora numa isolada área rural de Zimbabwe. Certa ocasião ele estava só, pois sua esposa fora visitar a filha casada. Repentinamente, ele foi abordado por homens armados que suscitaram falsas acusações contra ele por causa de sua posição cristã. Depois de o espancarem severamente, esses homens amarraram tijolos incandescentes entre as pernas dele e também o fizeram andar sobre outros de tais tijolos. Depois ele foi largado para morrer. Visto que a repentina mudança da situação na região tornara impossível viajar, a esposa do homem não ficou a par da situação do marido. Os vizinhos receberam ordens, sob pena de morte, de não ajudá-lo. Portanto, ele ficou sozinho, nesta condição, durante três meses inteiros, aguardando diariamente a morte.

Este cristão que sofria conseguiu manter-se com os suprimentos de água e farinha de milho que havia em casa. Mas, devido aos maus-tratos que recebera, não conseguia andar. Portanto, quando acabou a lenha por perto, ele teve de quebrar os móveis a fim de usá-los para fazer comida. A água ficou suja e cheia de vermes. Suas queimaduras continuaram a inflamar.

Esta era a condição do irmão quando sua esposa finalmente conseguiu voltar para casa três meses depois. Imagine como ela se sentiu ao vê-lo! Fez imediatamente preparativos para levá-lo a um hospital. Para isso, teve de transportá-lo num carrinho de mão até o ponto de ônibus mais próximo e dali levá-lo à cidade onde havia um hospital. Três semanas depois ele recebeu alta do hospital e foi para a casa da filha, onde recebeu ajuda espiritual e encorajamento dos membros da congregação local das Testemunhas de Jeová.

O que ajudou este leal apoiador do Reino de Deus a suportar tal tratamento brutal? Ele teve de se virar sozinho durante três meses. Realmente esperava morrer. Contudo, quando se lhe perguntou como se sentiu durante essa provação, sua resposta foi: “Senti que Jeová estava comigo o tempo todo.” Não houve queixas contra os perseguidores ou lamentos quanto ao que acontecera com ele — apenas a firme convicção de que Jeová nunca abandona seus servos leais. — Salmo 37:28.

Sim, os cristãos podem perseverar. Sabem que se Jeová permite a tribulação, é com um bom propósito e é possível suportá-la. A Palavra de Deus e as experiências de outros nos asseguram disso. (Mateus 24:13) Entretanto, enquanto perseveramos sob provas, muitas vezes precisamos ser consolados, não precisamos? Mas, onde devemos buscar tal consolo?

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