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  • O aborto não é a saída mais fácil
    Despertai! — 2009 | junho
    • O aborto não é a saída mais fácil

      DESDE pequeno Bill acreditava que o aborto era um pecado tão grave quanto o assassinato. Mas, em 1975, sua convicção deixou de ser tão firme quando ele mesmo se confrontou com essa questão. Sua namorada, Victoria, ficou grávida, e ele não se sentia pronto para assumir o compromisso do casamento e da paternidade. “Escolhi logo a saída mais fácil”, admitiu Bill, “e pedi a Victoria que fizesse um aborto”.

      O que Bill chamou de a saída mais fácil para uma gravidez não planejada e indesejada é para muitos uma alternativa aceitável. Um estudo feito no mundo inteiro em 2007 relatou que aproximadamente 42 milhões de abortos induzidos foram realizados em 2003. As mulheres que recorrem ao aborto são de várias raças, nacionalidades e formações religiosas. Também variam no que diz respeito a classe social, escolaridade e idade — da puberdade à menopausa. E você, o que faria diante de uma gravidez indesejada? Por que tantas pessoas optam pelo aborto?

      ‘Para mim era a única saída’

      “Eu tinha acabado de passar por uma gravidez difícil e estava com muitos problemas financeiros e familiares”, explicou uma mulher de 35 anos. “Daí, seis semanas depois do nascimento do bebê, fiquei grávida de novo. Decidimos abortar. No fundo, eu sabia que isso era errado, mas para mim essa era a única saída.”

      Mulheres recorrem ao aborto por vários motivos, desde problemas financeiros a relacionamentos fracassados, talvez violentos, que as fazem desejar cortar qualquer vínculo com o pai da criança. Ou pode ser que a gravidez não esteja nos planos da mulher ou do casal.

      Às vezes, o aborto é um meio de proteger a reputação. Foi assim no caso relatado pela Dra. Susan Wicklund em seu livro This Common Secret—My Journey as an Abortion Doctor (Este Segredo Comum — Minha Jornada como Médica de Abortos). Uma paciente que a procurou para fazer um aborto confessou: “Meus pais são muito religiosos. . . . Se eu tiver um bebê sem ser casada, vou manchar a reputação deles. Todos os amigos saberão que a filha deles pecou.”

      Daí a Dra. Susan perguntou: “Então, para seus pais, ficar grávida sem ser casada é pecado. Mas o que eles pensam sobre o aborto?” A jovem respondeu: “Ah!, isso é totalmente imperdoável, mas dos males é o menor. Se eu fizer um aborto em secreto, os amigos [de meus pais] na igreja nunca ficarão sabendo.”

      Seja qual for a situação, a decisão de interromper a gravidez é, em geral, muito difícil e pode ser extremamente dolorosa. Mas será que o aborto é a melhor saída?

      Pese as conseqüências

      Uma pesquisa realizada em 2004 com 331 mulheres russas e 217 americanas que fizeram aborto revelou que aproximadamente metade das mulheres de ambos os grupos ficou emocionalmente abalada depois do aborto. Cerca de 50% das russas e quase 80% das americanas tiveram sentimento de “culpa”. Mais de 60% das americanas não ‘conseguiam perdoar a si mesmas’. Visto que o sentimento de culpa é tão comum nesses casos — mesmo entre as que não se consideram religiosas —, por que tantas jovens ainda abortam?

      O motivo muitas vezes é a intensa pressão para fazer um aborto. Talvez pais, namorado, marido ou amigos bem-intencionados incentivem essa saída porque acham que dos males é o menor. Isso pode levar a uma decisão precipitada e sem base. “Mas depois de passado o estresse causado pela decisão e pelo procedimento, os processos cognitivos das mulheres voltam ao normal, muitas vezes acompanhados de sentimentos acentuados de culpa, tristeza e arrependimento”, explicou a Dra. Priscilla Coleman, especialista em riscos que o aborto traz à saúde mental.

      Esse arrependimento com freqüência gira em torno da pergunta: ‘Será que o aborto pôs fim a uma vida?’ De acordo com um relatório da South Dakota Task Force to Study Abortion (Força-Tarefa da Dakota do Sul para Estudar Abortos), muitas mulheres que fizeram aborto “foram levadas a crer que nada além de um pedaço de ‘tecido’ seria removido. Elas disseram que não teriam feito o aborto se tivessem sido informadas da verdade”.

      Depois de avaliar “o depoimento chocante e comovente” de 1.940 mulheres que fizeram abortos, o estudo concluiu: “Muitas dessas mulheres estão com raiva por causa do sofrimento resultante da perda de um filho que segundo haviam sido informadas nunca existiu.” O estudo acrescentou: “Saber que matou o próprio filho geralmente causa um dano psicológico devastador na mulher.”

      Mas qual é a verdade? Será que o aborto é a simples remoção de um tecido do corpo da mulher? O nascituro é realmente uma pessoa com vida no útero?

      [Quadro/Fotos na página 4]

      DAR À LUZ VERSUS ABORTO

      Um estudo em 2006 analisou a vida de muitas mulheres que ficaram grávidas na adolescência. Metade delas fez aborto. O estudo concluiu que as mulheres que optam por “ter o filho têm menor probabilidade de precisar de ajuda psicológica, de ter problemas para dormir e de fumar maconha”. — Journal of Youth and Adolescence.

      Um outro relatório reuniu “os resultados dos quatro maiores estudos do mundo”. O que eles revelaram? “Mulheres com um histórico de abortos têm mais problemas psicológicos do que as que não têm um histórico assim.” — Report of the South Dakota Task Force to Study Abortion​—2005.

  • Quando começa a vida humana?
    Despertai! — 2009 | junho
    • Quando começa a vida humana?

      “MINHA mãe biológica tinha 17 anos e estava grávida de sete meses e meio quando decidiu fazer um aborto por solução salina”, explicou Gianna.a Ela acrescentou: “Eu sou a pessoa que ela tentou abortar. Sobrevivi em vez de morrer.”

      Esse depoimento foi dado em 1996 por Gianna, aos 19 anos, numa audiência diante de uma comissão governamental dos Estados Unidos sobre aborto. Com sete meses e meio de gestação, as partes do corpo de Gianna estavam claramente desenvolvidas. Visto que continuou vivendo como pessoa fora do útero, é provável que você concorde que ela já era uma pessoa dentro do útero.

      Então, o que dizer quando Gianna era um embrião de 5 semanas, com pouco menos de 1 centímetro de comprimento? É verdade que as partes de seu corpo não estavam totalmente formadas, mas a base de seu sistema nervoso, incluindo o cérebro, já estava estabelecida. Ela tinha um coração que batia 80 vezes por minuto, bombeando sangue pelos vasos. Assim, se Gianna era uma pessoa depois de 7 meses e meio no útero, não deveríamos concluir que ela já era uma pessoa quando tinha 5 semanas de vida — embora não estivesse tão desenvolvida?

      O milagre da concepção

      O desenvolvimento de todas as partes de um embrião começa na concepção, quando o óvulo da mulher é fertilizado pelo espermatozóide do homem. Novos avanços na tecnologia têm permitido que cientistas observem as incríveis mudanças que ocorrem no núcleo desse óvulo fertilizado. As moléculas que compõem o DNA (ácido desoxirribonucléico) do pai e da mãe se juntam para criar uma vida humana que não existia antes.

      Essa única célula original inicia um verdadeiro milagre — o processo de construir um humano plenamente desenvolvido. Os detalhes desse projeto de “construção” são determinados pelos nossos genes, que são segmentos do DNA. Eles controlam basicamente tudo a nosso respeito. Definem nossa altura, feições, cor dos olhos e dos cabelos e milhares de outras características.

      Depois, ao passo que aquela célula original se divide, o inteiro “projeto” genético é copiado em cada célula nova. Por incrível que pareça, cada uma delas é programada para se transformar em qualquer célula que for necessária. Isso inclui as do tecido coronário, as cerebrais, as ósseas, as da pele e até as do tecido transparente para os nossos olhos. A programação inicial dentro da célula original para o desenvolvimento de uma pessoa ímpar muitas vezes tem sido chamada, e com razão, de “um milagre”.

      “O crescimento e o desenvolvimento da vida inteira da pessoa está todo programado no estágio unicelular”, relatou o Dr. David Fu-Chi Mark, famoso biólogo molecular. Ele concluiu: “Hoje, ninguém pode duvidar que cada ser humano é realmente sem igual desde o início de sua vida na fertilização.”

      Já é uma pessoa no útero?

      Desde a concepção, o bebê não é apenas um tecido materno, e sim uma pessoa à parte. O organismo da mãe o considera um corpo estranho que seria prontamente rejeitado se não fosse o “mundo protetor” criado dentro do útero. Essa nova vida humana — separada da mãe pelo abrigo protetor — é uma pessoa com um DNA exclusivo.

      Alguns argumentam que se o corpo de uma mulher aborta espontaneamente óvulos fertilizados por causa de anormalidades, por que então um médico não poderia interromper uma gravidez? Bem, existe uma grande diferença entre morte espontânea e assassinato. Em um país sul-americano, 71 crianças em cada mil morrem em seu primeiro ano de vida. Mas seria aceitável matar uma criança com menos de 1 ano só porque tantas morrem de modo prematuro? É claro que não!

      Não é por acaso que a Bíblia se refere ao embrião no útero como uma vida humana. O salmista Davi escreveu a respeito de Deus: “Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro.” (Salmo 139:16) Davi não disse simplesmente “um embrião”, mas “MEU embrião”, revelando assim de modo preciso que sua vida iniciou quando foi concebido, bem antes de seu nascimento. Sob inspiração de Deus, Davi também revelou que, na concepção, o desenvolvimento das partes de seu corpo já estava definido de acordo com um projeto, ou detalhadas instruções ‘escritas’, que o tornou a pessoa que ele era.

      Note também que a Palavra de Deus não declara que a mulher concebe um pedaço de tecido. Por exemplo, no caso de Jó, a Bíblia diz: “Foi concebido um homem!” (Jó 3:3, Almeida, revista e corrigida) Isso também indica que, de acordo com a Bíblia, a pessoa passa a existir desde a concepção. Na verdade, é nesse momento que a vida humana começa.

      [Nota(s) de rodapé]

      a O aborto por solução salina envolve injetar no útero da mãe uma solução salina tóxica que o bebê engole, geralmente morrendo em questão de duas horas. A mãe entra em trabalho de parto cerca de 24 horas depois e o bebê nasce morto ou, em alguns casos, quase morto.

      [Fotos nas páginas 6, 7]

      Um embrião humano de 5 semanas não é só um pedaço de tecido — ele contém a base de todos os órgãos de um adulto

      (tamanho real)

  • Por que não fizemos um aborto
    Despertai! — 2009 | junho
    • Por que não fizemos um aborto

      VICTORIA, mencionada no primeiro artigo, disse ao seu namorado, Bill, que não faria um aborto. “Eu sentia que havia uma vida dentro de mim”, disse ela. “Dei-me conta de que, se eu ficasse com Bill, ele não me apoiaria durante a gravidez, assim eu o deixei.”

      Mais tarde, porém, Bill mudou de idéia e pediu que Victoria se casasse com ele. Mas cuidar do filho recém-nascido parecia difícil demais. “Não tínhamos dinheiro, só algumas roupas e quase mais nada”, explicou Victoria. “Bill ganhava pouco e tivemos de morar num conjunto habitacional popular, mas não desistimos.”

      Da mesma forma, outros enfrentaram situações difíceis por causa de uma gravidez não planejada. Mas também se recusaram a fazer um aborto. O que os ajudou a tomar essa decisão e a lidar com o estresse de criar um filho não planejado ou até mesmo indesejado? Foi seguir os sábios conselhos da Bíblia.

      Não se precipite — faça planos práticos

      A Bíblia sabiamente observa: “Os planos do diligente seguramente resultam em vantagem, mas todo precipitado seguramente se encaminha para a carência.” — Provérbios 21:5.

      Para Connie, mãe de três meninos, incluindo um que era deficiente, ter mais um filho era inconcebível. “Não precisávamos de mais uma boca para alimentar”, disse ela. “Assim pensamos em fazer um aborto.” Mas antes de tomar uma decisão precipitada, ela conversou com Kay, uma amiga de confiança no trabalho, que a ajudou a entender que carregava uma vida. Perceber isso mudou o modo de pensar de Connie.

      Connie, porém, precisava de ajuda prática para fazer um planejamento. Visto que a tia de Connie morava na região, Kay sugeriu que a procurasse. A tia ficou contente de poder ajudar. Além disso, o marido de Connie arranjou um trabalho extra, e eles se mudaram para um apartamento mais barato. Desse modo conseguiram cuidar do recém-chegado.

      Kay também ajudou Connie a achar algumas instituições que dão assistência a mães que têm uma gravidez não planejada. Em muitos países, existem instituições desse tipo que ajudam mães inexperientes e carentes. Essas instituições podem ser encontradas na internet ou numa lista telefônica da região, que geralmente estão disponíveis na maioria das bibliotecas públicas. Procurar ajuda talvez exija bastante esforço, mas são “os planos do diligente” que trazem bons resultados.

      Aceite o fato de que é uma vida

      “Quanto àquele que é sábio”, diz a Bíblia, “tem os olhos na cabeça; mas o estúpido está andando em profunda escuridão”. — Eclesiastes 2:14.

      Uma mulher verdadeiramente sábia não fecha os olhos à realidade, como que ‘andando em escuridão’. Ela usa os ‘olhos que tem na cabeça’, isto é, sua capacidade de raciocínio. Isso a habilita a avaliar com precisão as conseqüências de suas ações. Assim, ao contrário de uma mulher que fecha os olhos à realidade do que está acontecendo em seu útero, a sábia age com verdadeira compaixão para proteger seu embrião.

      Stephanie, uma jovem que estava pensando em fazer um aborto, viu a ultra-sonografia do bebê de 2 meses que estava em seu ventre. “Comecei a chorar”, disse ela. “Pensei: ‘Por que eu mataria algo que está vivo dentro de mim?’”

      Denise, uma outra jovem grávida, também aceitou o fato de que estava carregando uma vida. Quando o namorado lhe deu dinheiro e disse: “Dê um jeito nisso!”, ela respondeu: “Um aborto? Nem pensar!” Assim, se recusou a matar o bebê.

      O perigo de ter medo dos outros

      Algumas mulheres talvez sejam tão pressionadas por outros para fazer um aborto que chegam a pensar em interromper a gravidez. No entanto, seria sensato que refletissem no provérbio bíblico: “É perigoso ter medo dos outros, mas confiar no SENHOR dá segurança.” — Provérbios 29:25, Nova Tradução na Linguagem de Hoje.

      Mônica, aos 17 anos, ficou grávida de seu namorado quando estava para entrar na faculdade de administração. A mãe dela, uma viúva com cinco filhos, ficou arrasada. Queria que sua filha aprendesse uma profissão para sair da pobreza. Desesperada, a mãe insistiu que Mônica fizesse um aborto. “Quando o médico perguntou se eu queria mesmo fazer o aborto, respondi: ‘Não!’”, explicou Mônica.

      Ao ver o futuro promissor de Mônica ir por água abaixo e imaginar o estresse que mais uma criança causaria, a mãe ficou desnorteada e a expulsou de casa. Mônica foi morar com uma tia. Depois de algumas semanas, a mãe se arrependeu e deixou que ela voltasse para casa e tivesse o filho. Ajudou a cuidar do neto, Leon, e passou a amá-lo muito.

      A pressão sobre uma mulher casada chamada Robin veio de outra fonte. “Quando fiz um tratamento para uma infecção renal, o médico não pediu um teste de gravidez”, disse Robin. “Depois, descobrimos que eu estava grávida e fui informada que, em resultado daquele tratamento, havia grande possibilidade de o bebê nascer com um grave retardamento mental.” Então o médico sugeriu um aborto. “Expliquei a ele o ponto de vista da Bíblia sobre a vida”, contou Robin. “Disse-lhe que de maneira alguma faria um aborto.”

      Embora fosse compreensível a preocupação do médico, não havia ameaça imediata à vida de Robin.a “Quando minha filha nasceu, e foram feitos exames”, acrescentou Robin, “descobriu-se que sofria de uma leve paralisia cerebral. Ela tem uma vida quase normal. Agora com 15 anos, está lendo cada vez melhor. Ela é muito importante para mim, e eu agradeço a Jeová muitas vezes ao dia por tê-la comigo”.

      A amizade com Deus tem poder

      A Bíblia declara: “A intimidade [amizade] com Jeová pertence aos que o temem.” — Salmo 25:14.

      Muitas pessoas se recusam a fazer um aborto porque respeitam o conceito do Criador sobre o assunto. A preocupação principal delas é ter uma amizade com Deus e fazer o que agrada a ele. Foi essa preocupação que influenciou Victoria, mencionada antes. “Eu acreditava firmemente que é Deus quem dá a vida”, disse ela, “e eu não tinha o direito de tirá-la”.

      Quando Victoria começou a levar a sério seu estudo da Bíblia, sua amizade com Deus ficou mais forte. Ela comentou: “A decisão de ter meu filho me achegou ainda mais a Deus e fez com que eu quisesse agradá-Lo em todos os aspectos de minha vida. Depois que orei por sua orientação, as coisas começaram a dar certo.”

      A amizade com Deus, a Fonte da vida, aumenta nosso respeito pela vida no útero. (Salmo 36:9) E, para ajudar uma mulher e sua família a lidar com uma gravidez não planejada, Deus pode fornecer “poder além do normal”. (2 Coríntios 4:7) Olhando para trás, como se sentem aqueles que respeitaram o ponto de vista de Deus sobre a vida?

      Sem arrependimento

      Esses pais e mães não são afligidos por sentimentos de culpa, tristeza ou perda. Com o tempo, perceberam que o “fruto do ventre” é realmente uma recompensa e não uma maldição. (Salmo 127:3) Connie, mencionada antes, sentiu isso duas horas depois do parto. Emocionada, ela ligou para Kay e disse que estava muito contente com a idéia de criar a filhinha. Radiante de alegria, Connie acrescentou: “Realmente, Deus abençoa aqueles que fazem o que agrada a ele.”

      Por que é tão benéfico agir em harmonia com o ponto de vista de Deus sobre a vida? Porque Deus, a Fonte da vida, estabelece suas leis e normas na Bíblia para ‘o nosso bem’. — Deuteronômio 10:13.

      De acordo com Victoria e Bill, mencionados antes, a escolha de não fazer um aborto foi um momento decisivo de sua vida. Eles explicam: “Éramos viciados em drogas e provavelmente teríamos morrido se não tivéssemos parado de usá-las. Mas respeitar a vida do bebê nos fez pensar sobre nossa própria vida. Com a ajuda das Testemunhas de Jeová, nós mudamos.”

      O filho deles, Lance, agora com quase 34 anos e casado há mais de 12 anos, explica: “Desde minha infância, meus pais me ensinaram a tomar decisões baseadas na Bíblia. Por causa disso, eu, minha esposa e nosso filho recebemos tantos benefícios que nos sentimos as pessoas mais felizes do mundo.” Bill, que de início queria que Victoria fizesse o aborto, disse: “Só de pensar que quase chegamos a tirar a vida de nosso querido filho, ficamos apavorados.”

      Veja o caso de Mônica, já mencionada, que se recusou a fazer um aborto apesar da pressão da mãe. Ela disse: “Duas semanas depois do nascimento de meu filho, fui contatada pelas Testemunhas de Jeová e aprendi como harmonizar plenamente minha vida com as leis de Deus. Logo comecei a ensinar meu filho, Leon, o valor de obedecer ao Criador, e com o tempo ele desenvolveu um profundo amor por Deus. Hoje, Leon é um ministro viajante das Testemunhas de Jeová.”

      Ao refletir sobre o que sua mãe fez, Leon disse: “Minha mãe teve grande amor por mim e me deixou nascer apesar da pressão que enfrentava. Isso me motivou a querer usar minha vida da melhor maneira possível. Desse modo, posso mostrar a Deus meu apreço por esse maravilhoso presente.”

      Muitos que passaram a entender o ponto de vista de Deus sobre a vida não se arrependem da decisão que tomaram de deixar nascer o filho que agora estimam. Com o coração transbordando de gratidão, eles podem dizer: “Não fizemos um aborto!”

      [Nota(s) de rodapé]

      a Se na hora do nascimento for preciso escolher salvar a vida da mãe ou a do bebê, cabe aos envolvidos fazer essa escolha. Mas essa situação é muito rara em vista dos avanços nos procedimentos médicos em muitos países.

      [Foto na página 7]

      Ver a ultra-sonografia de seu bebê de 2 meses ajudou Stephanie a tomar uma decisão

      (Contorno adicionado)

      [Foto na página 8]

      Victoria e Lance

      [Foto nas páginas 8, 9]

      Victoria e Bill hoje com Lance e sua família

      [Foto na página 9]

      Mônica e seu filho Leon são profundamente gratos por ela ter resistido à pressão de abortá-lo 36 anos atrás

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