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g94 22/2 p. 30

De Nossos Leitores

Racismo. Os artigos “Ficarão todas as raças unidas algum dia?” (22 de agosto de 1993) tratam do preconceito racial. Mas por que ficam só nisso? Não é verdade que ter reservas para com alguém que é diferente simplesmente faz parte da constituição humana? Pensem no preconceito entre operários e colarinhos-brancos, entre pessoas da cidade e pessoas do interior, entre jovens e idosos. Hoje existe a tendência de exagerar o preconceito racial por razões políticas e por outros motivos.

B. G., Alemanha

Existem outras formas comuns de preconceito, mas em geral elas não causam o sofrimento, a injustiça e a divisão que o preconceito racial causa. Por isso nos sentimos na obrigação de dar atenção especial a esse assunto oportuno. — RED.

Canto dos pássaros. O artigo “O canto dos pássaros — só mais uma linda melodia?” (22 junho de 1993) comentou sobre um cientista britânico que notou que vários tordos-comuns haviam acrescentado o som de aparelhos de telefone ao seu repertório. Aconteceu algo parecido com isso comigo e minha esposa. No ano passado, um casal de tordos-comuns construiu o ninho perto do banco no nosso jardim. Para não assustá-los, assobiávamos o mesmo trechinho de uma melodia sempre que nos aproximávamos do ninho. Nesta primavera, vários tordos- comuns cantavam a melodia que assobiamos no ano passado!

K. M., Alemanha

Ir “longe demais”. Acabei de receber a edição de 22 de outubro de 1993. Como jovem, recorri à seção que mais nos atrai. Simplesmente inacreditável. O artigo “O que significa ir ‘longe demais’?” tratou do assunto que há meses eu vinha procurando. Olhei os índices antigos e muitas outras publicações, mas não encontrei nada que realmente esclarecesse como Jeová encara o limite de nossas relações com os outros. Namoro há nove meses, e essa busca é da mesma época. A felicidade foi tanta que resolvi imediatamente escrever-lhes e ligar para o meu namorado para comentar sobre o assunto. Muito obrigada. Que Jeová, nosso amoroso Deus, os abençoe para que continuem a cuidar de suas ovelhas e instruí-las, mesmo nos assuntos mais delicados.

A. P. G. S., Brasil

Aborto. Tenho 14 anos. Os artigos “Aborto: concepção e destruição de uma vida” (22 de maio de 1993) ajudaram-me a entender ainda mais como esse assunto é importante hoje. Frisou que, embora o feto se abrigue no corpo da mulher, o aborto afeta mais do que o corpo dela. O feto é uma vida desde o momento da concepção — não um mero pedaço de tecido. Na minha opinião o aborto deve ser proibido.

J. R. W., Estados Unidos

Embora as Escrituras reprovem claramente a prática do aborto, “Despertai!” não é política nem está afiliada a nenhum dos grupos que exigem a proibição do aborto. Nossos artigos são redigidos com o intuito de ajudar as pessoas a aplicar a Palavra de Deus em sua vida. — RED.

Quero agradecer-lhes por esses maravilhosos artigos. Usei-os como base para um trabalho escolar cujo tema era o aborto. A capa da revista ficou bem no meio do mural, cercada por outras fotos obtidas na revista. Todos ficaram maravilhados com o trabalho, e eu consegui a nota máxima. Uma colega se interessou tanto que deixei um exemplar da revista com ela, e estou cultivando o interesse. Portanto, estou escrevendo para expressar minha profunda gratidão por terem publicado esses maravilhosos artigos. Assim, a nota máxima que ganhei na realidade eu dedico a vocês.

V. P. L., Brasil

Crianças com estresse. O mundo virou um lugar em que até as crianças ficam estressadas. Eu ficava deprimida por causa dos nomes de que meus pais me chamavam quando eu fazia as coisas devagar. Isso me magoava muito. Os artigos “Crianças com estresse — como podem ser ajudadas?” (22 de julho de 1993) me ensinaram que os pais moldam os filhos desde o nascimento. Se um dia eu for mãe, quero ter empatia pelos meus filhos e raciocinar com eles.

N. K., Japão

Os artigos calaram fundo em mim. Sofri abusos nas mãos da minha mãe. Os artigos me ajudaram a entender por que reajo de certo modo em determinadas situações e por que muitas vezes me sinto imprestável e sem confiança em mim mesma. Vocês me ajudaram muito a confiar em Jeová. A dor emocional ainda machuca, mas sei que ele prometeu eliminar as más recordações do nosso coração e da nossa mente. Isso me consola muito.

E. B., Inglaterra

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