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  • g91 22/2 p. 31
  • A Aids e um falso senso de segurança

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  • A Aids e um falso senso de segurança
  • Despertai! — 1991
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Despertai! — 1991
g91 22/2 p. 31

A Aids e um falso senso de segurança

UMA senhora cujo teste dera positivo para o vírus da AIDS escreveu, segundo citado em The New York Times, de 16 de junho de 1990: “Sou uma mulher de 36 anos, branca, feliz no casamento, que jamais teve sífilis, gonorréia ou clamídia, que jamais usou crack, que jamais consumiu tóxicos por via intravenosa e que jamais recebeu uma transfusão de sangue.”

Acrescenta ela: “Por nunca ter feito sexo com ninguém, exceto com meu marido, desde que nos casamos, isto significa que meu teste deu positivo, pelo menos por cinco anos, sem quaisquer sintomas.” É esta senhora um caso ímpar? De forma alguma, como ela comenta: “Sei de pelo menos uma dezena de mulheres, de meus grupos de apoio, e de formação socioeconômica similar, que podem contar uma história similar.”

Como, então, tais pessoas foram infectadas pela AIDS? A senhora explica: “É evidente que contraí a síndrome da imunodeficiência adquirida por meio dum contato heterossexual [anterior ao casamento]. . . . É igualmente evidente que tal homem atualmente seria classificado como um parceiro sexual de alto risco, mas isso não era evidente naquele tempo.”

A AIDS não raro tem sido classificada como uma doença limitada quase que exclusivamente aos homossexuais masculinos e aos consumidores intravenosos de tóxicos. Mas, esta senhora, com base em sua própria experiência e em informações de primeira mão, sustenta que este conceito “dá à sociedade de classe média um falso senso de segurança”.

Conclui ela: “A AIDS surgirá na população em geral se continuarmos a pensar em termos de grupos de risco, a pensar em termos de outros a contraírem, mas não eu. Todos nós corremos risco. Se o meu deu positivo [o teste de AIDS], o de qualquer mulher (ou homem) também pode dar.”

O que ela está dizendo, em outras palavras, é que qualquer mulher ou homem que pratique o sexo pré-marital — que cometa fornicação — pode tornar-se infectado. Quão sábio, portanto, é acatar a ordem da Bíblia: “Fugi da fornicação. Todo outro pecado que o homem possa cometer é fora de seu corpo, mas quem pratica a fornicação está pecando contra o seu próprio corpo.” — 1 Coríntios 6:18.

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