BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • g92 22/6 p. 31
  • Aids — profissionais de saúde tomam precauções!

Nenhum vídeo disponível para o trecho selecionado.

Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o vídeo.

  • Aids — profissionais de saúde tomam precauções!
  • Despertai! — 1992
  • Matéria relacionada
  • Quem corre risco?
    Despertai! — 1986
  • A Aids se espalha na África
    Despertai! — 2002
  • Aids: como combatê-la?
    Despertai! — 1998
  • As Testemunhas de Jeová e a Questão do Sangue
    As Testemunhas de Jeová e a Questão do Sangue
Veja mais
Despertai! — 1992
g92 22/6 p. 31

Aids — profissionais de saúde tomam precauções!

“PROFISSIONAIS de saúde correm risco de contrair o HIV de pacientes infectados.” Este alerta, da Universidade de Medicina da África do Sul, foi citado na revista South African Medical Journal. Foi feito devido a várias mortes de profissionais da área médica, infectados acidentalmente com o vírus da AIDS.

Diretrizes que visam proteger os profissionais de saúde são agora levadas bem a sério. Seguem alguns pontos do relatório do plano de ação dessa universidade para profissionais que, no cumprimento de suas funções, entrem em contato com pacientes HIV-positivos:

Nos casos em que não há emergência, se o paciente recusar-se a fazer um exame de sangue para detecção do vírus da AIDS, o profissional de saúde tem direito de “encerrar o atendimento profissional . . . após considerar isso em pormenores com o paciente”. Faz-se o alerta de que, em casos de emergência, todos os pacientes devem ser “tratados como se fossem HIV-positivos”.

Num apêndice do documento, apresenta-se uma extensa lista de precauções. Menciona-se, por exemplo, o uso de luvas de borracha “ao tocar em sangue ou fluidos corpóreos, em membranas mucosas ou em quaisquer áreas lesadas da pele . . ., ao lidar com itens ou superfícies sujos de sangue ou de fluidos corpóreos . . ., ao realizar atendimentos que provavelmente contaminem as mãos com sangue”. Os profissionais de saúde também são aconselhados a “usar máscaras e protetores dos olhos ou do rosto ao realizarem atendimentos em que é provável haver eliminação de gotículas de sangue ou de fluidos corpóreos”.

Uma inteira subdivisão é dedicada a alertar os profissionais de saúde contra transportar agulhas sem os invólucros protetores ou deixar objetos cortantes largados após o uso. Deve-se evitar até mesmo “passar instrumentos cortantes diretamente de um membro da equipe cirúrgica para outro” durante operações. Além disso, recomenda-se que “todas as amostras de sangue ou de fluidos corpóreos [sejam] colocadas em recipientes resistentes e que não vazam” e que estes sejam transportados apenas em “sacos plásticos ou recipientes a prova de água”.

Caso o profissional de saúde seja exposto ao vírus, quer por se ferir com um objeto cortante contaminado, quer pelo contato de sangue com uma lesão aberta, recomenda-se tomar prontamente certas medidas. O documento diz: “O profissional de saúde deve submeter-se a testes para detecção do HIV na época da exposição, e também 6 semanas, 12 semanas e 6 meses depois. Durante esse tempo, o profissional deve tomar medidas especiais de precaução para prevenir a transmissão pelo sexo ao(s) parceiro(s) sexual(is).”

Essas medidas refletem a crescente tendência de profissionais da área médica em favor de maiores cuidados no uso e no manuseio do sangue.

    Publicações em Português (1950-2026)
    Sair
    Login
    • Português (Brasil)
    • Compartilhar
    • Preferências
    • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Configurações de Privacidade
    • JW.ORG
    • Login
    Compartilhar