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    Anuário das Testemunhas de Jeová de 2001
    • Depois de serem levados de volta a Angola, João Mancoca foi para Luanda. Mancoca, junto com Sala Filemon e Carlos Agostinho Cadi, instou com os outros do seu grupo que aderissem à Bíblia e rejeitassem práticas que não estavam em harmonia com ela. Mais tarde, quando Toco estava sendo enviado para um lugar no sul, passou por Luanda. Era óbvio que tinha sido influenciado mais fortemente ainda pelas crenças dos seguidores de Kimbangu.

      Em 1952, em resultado de traição por parte de um dos que se associavam com o grupo, João Mancoca, Carlos Agostinho Cadi e Sala Filemon foram presos e banidos para a Baía dos Tigres, uma colônia penal ligada a atividades de pescaria. O traidor era um homem ameaçador que tinha duas mulheres. As tentativas dele de se estabelecer como líder do grupo em Luanda quase haviam feito alguns renunciar. Por ser desonesto, logo entrou em dificuldades com as autoridades e ele também foi banido para a colônia penal.

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    Anuário das Testemunhas de Jeová de 2001
    • Mais encorajamento

      Um ano após a visita do irmão Cooke, a Sociedade enviou a Luanda outro irmão capacitado, Mervyn Passlow, formado na Escola de Gileade, junto com a esposa, Aurora. Eles tinham uma lista feita por John Cooke de uns 65 assinantes e outras pessoas interessadas. No início, o casal Passlow teve dificuldade de contatar os assinantes, visto que as revistas eram enviadas às caixas postais do correio, não aos endereços de residência. Mas, naquele tempo, uma mulher de nome Berta Teixeira voltou de Portugal a Luanda. Lá em Portugal, ela havia encontrado Testemunhas de Jeová e mostrado bastante interesse pela verdade bíblica. O escritório em Lisboa havia notificado ao casal Passlow que Berta chegaria, e logo se iniciou um estudo bíblico com ela. Um parente de Berta trabalhava nos correios e ajudou a achar o endereço de residência dos assinantes, muitos dos quais se tornaram zelosos estudantes da Bíblia. Esses logo passaram a falar com amigos e vizinhos o que aprendiam. Em seis meses, o casal Passlow já estava estudando com mais de 50 pessoas.

      O casal Passlow, poucos meses depois de chegar, começou a dirigir estudos bíblicos regulares em seu quarto com o uso da revista A Sentinela. No fim do primeiro mês, o quarto se tornou pequeno demais. Berta Teixeira tinha uma escola de línguas, e ofereceu o uso de uma de suas salas de aula para as reuniões. Depois de oito meses, foi realizado o primeiro serviço de batismo pelas Testemunhas de Jeová em Angola, na baía de Luanda.

      Por causa da situação existente na época em Angola, o contato do casal Passlow com os irmãos africanos era limitado. Mas alguns deles visitavam o casal Passlow. Um que comparecia regularmente aos estudos era António Bizi, que John Cooke achara ser um estudante sincero. E João Mancoca, ainda na prisão, enviava ao casal Passlow cartas de encorajamento.

      Entretanto, pouco depois do primeiro serviço de batismo, o governo recusou renovar os vistos de permanência do casal Passlow, de modo que o casal teve de deixar o país. Eles haviam feito um trabalho excelente de plantar “sementes” e de regar as plantadas por outros. (1 Cor. 3:6) Criaram também um forte vínculo de afeto com os irmãos angolanos. Por causa da hostilidade da polícia, o casal Passlow acautelou os irmãos locais, especialmente os africanos, para que não tentassem ir despedir-se durante o embarque. Mas o vínculo de amor deles era tão forte que muitos estavam presentes para expressar seu afeto ao passo que o casal se dirigia para a prancha de embarque do navio.

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