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Egito, egípcioEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Derrotado por Nabucodonosor. Mas o esforço do Egito para restabelecer o controle egípcio sobre a Síria e a Palestina foi de curta duração; o Egito estava condenado a beber o cálice amargo da derrota, segundo a profecia de Jeová, já declarada por Jeremias (25:17-19). A queda do Egito começou com a sua derrota decisiva em Carquemis, à margem do rio Eufrates, pelos babilônios comandados pelo príncipe herdeiro Nabucodonosor, em 625 AEC, evento descrito em Jeremias 46:2-10, bem como numa crônica babilônica.
Nabucodonosor, agora rei de Babilônia, em seguida tomou a Síria e a Palestina, e Judá tornou-se estado vassalo de Babilônia. (2Rs 24:1) O Egito fez uma última tentativa de permanecer como potência na Ásia. Uma força militar de faraó (cujo nome não é mencionado na Bíblia) saiu do Egito em resposta à solicitação do Rei Zedequias, para dar-lhe apoio militar em sua revolta contra Babilônia, em 609-607 AEC. As tropas egípcias, produzindo apenas a suspensão temporária do sítio pelos babilônios, foram obrigadas a recuar, e Jerusalém ficou entregue à destruição. — Je 37:5-7; Ez 17:15-18.
Apesar do vigoroso aviso dado por Jeremias (Je 42:7-22), o restante da população de Judá fugiu para o Egito como refúgio, evidentemente juntando-se a outros judeus que já estavam naquela terra. (Je 24:1, 8-10) Os lugares especificamente mencionados em que eles passaram a habitar são Tafnes, pelo que parece uma cidade-fortaleza na região do delta (Je 43:7-9), Migdol e Nofe, considerada ser Mênfis, uma antiga capital do Baixo Egito (Je 44:1; Ez 30:13). Assim, o “idioma de Canaã” (evidentemente o hebraico) era então falado no Egito por estes refugiados. (Is 19:18) Insensatamente, eles renovaram no Egito as próprias práticas idólatras que haviam trazido o julgamento de Jeová contra Judá. (Je 44:2-25) Mas o cumprimento das profecias de Jeová sobreveio aos refugiados israelitas quando Nabucodonosor marchou contra o Egito e conquistou esta terra. — Je 43:8-13; 46:13-26.
Foi encontrado um texto babilônico, datado do 37.º ano de Nabucodonosor (588 AEC), que menciona uma campanha contra o Egito. Não se pode afirmar se se relaciona com a conquista original ou simplesmente com uma ação militar posterior. De qualquer modo, Nabucodonosor recebeu as riquezas do Egito como paga pelo serviço militar prestado na execução do julgamento de Jeová contra Tiro, opositora do povo de Deus. — Ez 29:18-20; 30:10-12.
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Egito, egípcioEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Foi encontrado um texto babilônico, datado do 37.º ano de Nabucodonosor (588 AEC), que menciona uma campanha contra o Egito. Não se pode afirmar se se relaciona com a conquista original ou simplesmente com uma ação militar posterior. De qualquer modo, Nabucodonosor recebeu as riquezas do Egito como paga pelo serviço militar prestado na execução do julgamento de Jeová contra Tiro, opositora do povo de Deus. — Ez 29:18-20; 30:10-12.
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