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  • Ciro
    Estudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
    • De acordo com o Cilindro de Ciro (FOTO, Vol. 1, p. 332), o governante persa seguia uma política geralmente humanitária e tolerante para com os povos conquistados no seu domínio. A inscrição o cita como dizendo: “Devolvi a [certas anteriormente mencionadas] cidades sagradas, do outro lado do Tigre, cujos santuários ficaram arruinados por longo tempo, as imagens que (costumavam) viver neles, e estabeleci para elas santuários permanentes. Eu (também) reuni todos os seus (anteriores) habitantes e devolvi(-lhes) suas habitações.” — Ancient Near Eastern Texts, p. 316.

  • Ciro
    Estudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
    • O Cilindro de Ciro, um documento em escrita cuneiforme, que os historiadores consideram ter sido escrito para publicação em Babilônia, é fortemente religioso, e nele Ciro é representado como dando o crédito pela sua vitória a Marduque, principal deus de Babilônia, dizendo: “Ele [Marduque] vistoriou e inspecionou todos os países, à procura dum governante justo, disposto a liderá-lo . . . (na procissão anual). (Daí) pronunciou o nome de Ciro (Ku-ra-as), rei de Anzã, declarou-o (lit.: pronunciou [seu] nome) para se (tornar) o governante de todo o mundo. . . . Marduque, o grande senhor, um protetor de seu povo/adoradores, viu com prazer suas boas ações (i.e., as de Ciro) e sua mente (lit.: coração) reta, (e assim) ordenou-lhe que marchasse contra sua cidade, Babilônia (Ká.dingir.ra). Fez com que se pusesse na estrada para Babilônia (DIN.TIRki), seguindo ao seu lado como verdadeiro amigo. Suas tropas espalhadas — seu número, como o da água dum rio, não podia ser determinado — caminhavam junto dele, com as armas guardadas. Sem nenhuma batalha, ele o fez entrar na sua cidade, Babilônia (Su.an.na), poupando Babilônia (Kádingir.raki) de qualquer calamidade.” — Ancient Near Eastern Texts, p. 315.

      Por que explica o Cilindro de Ciro a queda de Babilônia de modo diferente do feito pela Bíblia?

      Apesar desta interpretação pagã dos eventos, a Bíblia mostra que, ao fazer sua proclamação que autorizava os judeus exilados a voltar a Jerusalém e a reconstruir ali o templo, Ciro reconheceu: “Jeová, o Deus dos céus, deu-me todos os reinos da terra, e ele mesmo me comissionou para lhe construir uma casa em Jerusalém, que está em Judá.” (Esd 1:1, 2) Isto, naturalmente, não quer dizer que Ciro se tornou um converso judeu, mas simplesmente que ele sabia dos fatos bíblicos relacionados com a sua vitória. Em vista da elevada posição administrativa em que Daniel fora colocado, tanto antes como depois da queda de Babilônia (Da 5:29; 6:1-3, 28), seria muitíssimo incomum que Ciro não fosse informado das profecias que os profetas de Jeová haviam registrado e proferido, inclusive a profecia de Isaías que continha o próprio nome de Ciro. Quanto ao Cilindro de Ciro, já mencionado, reconhece-se que outros, além do rei, podem ter tido parte na preparação deste documento cuneiforme. O livro Biblical Archaeology (Arqueologia Bíblica), de G. Ernest Wright (1962, p. 203) fala do “rei, ou do conselho, que formulou o documento” (compare isso com o caso similar de Dario, em Da 6:6-9), ao passo que o Dr. Emil G. Kraeling (Rand McNally Bible Atlas [Atlas Bíblico de Rand McNally], 1966, p. 328) chama o Cilindro de Ciro de “um documento de propaganda, elaborado pelos sacerdotes babilônios”. De fato, pode ter sido composto sob a influência do clero babilônio (Ancient Near Eastern Texts, p. 315, n. 1), servindo assim ao objetivo deste de atenuar o completo fracasso de Marduque (também conhecido como Bel) e de outros deuses babilônios em salvar a cidade, chegando mesmo a ponto de atribuir a Marduque justamente as coisas que Jeová havia feito. — Veja Is 46:1, 2; 47:11-15.

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