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  • Um livro confiável — Parte 1
    Despertai! — 2010 | novembro
    • História confiável

      Títulos e termos.

      A evidência de exatidão histórica costuma ser revelada nos detalhes: costumes, etiqueta, nomes e títulos de funcionários, e assim por diante. Como os dois primeiros livros da Bíblia, Gênesis e Êxodo, se saem nesse sentido? A respeito da narrativa de Gênesis sobre José — um dos filhos do patriarca Jacó — e do livro bíblico de Êxodo, J. Garrow Duncan diz em seu livro New Light on Hebrew Origins (Nova Luz sobre as Origens Hebraicas): “[O escritor bíblico] estava bem familiarizado com o idioma, os costumes, as crenças, a vida na corte, a etiqueta e a burocracia do Egito.” Ele acrescenta: “[O escritor] utiliza o título vigente correto, exatamente conforme era usado no período mencionado. . . . De fato, não há prova mais convincente do profundo conhecimento da vida egípcia no Velho Testamento e da confiabilidade dos escritores do que o uso da palavra faraó em diferentes períodos.” Duncan também diz: “Quando [o escritor] descreve os personagens na presença do Faraó, ele os retrata seguindo a devida etiqueta da corte e usando o linguajar apropriado.”

      Fabricação de tijolos.

      Durante o período de escravidão no Egito, os israelitas faziam tijolos de barro misturado com palha, que servia para dar liga. (Êxodo 1:14; 5:6-18)a Alguns anos atrás, o livro Ancient Egyptian Materials and Industries (Materiais e Indústrias do Egito Antigo) dizia: “Poucos países têm fabricado mais tijolos do que o Egito, onde tijolos secos ao sol continuam sendo, como sempre foram, o material de construção típico do país.” O livro também menciona “a prática egípcia de usar palha para fazer tijolos”, confirmando assim esse detalhe adicional registrado na Bíblia.

      Aparência pessoal.

      Os homens hebreus da antiguidade usavam barba. Mas a Bíblia diz que José se barbeou antes de comparecer perante Faraó. (Gênesis 41:14) Por que ele fez isso? Em respeito à etiqueta e aos costumes egípcios, que consideravam pelos no rosto um sinal de impureza. “[Os egípcios] se orgulhavam de não ter barba”, comenta o livro Everyday Life in Ancient Egypt (O Cotidiano no Egito Antigo). De fato, estojos com lâminas, pinças e espelhos foram encontrados em túmulos. Fica claro que Moisés era um cronista meticuloso. O mesmo pode ser dito de outros escritores bíblicos que documentaram eventos relacionados ao Egito antigo.

      Negócios.

      Jeremias, que escreveu os dois livros dos Reis, deu detalhes sobre o comércio de cavalos e carros entre o Rei Salomão e os egípcios e hititas. A Bíblia diz que um carro custava “seiscentas moedas de prata e um cavalo . . . cento e cinquenta”, ou seja, 25% do preço de um carro. — 1 Reis 10:29.

      Segundo o livro Archaeology and the Religion of Israel (Arqueologia e a Religião de Israel), o historiador grego Heródoto e descobertas arqueológicas confirmam que existia um comércio intenso de cavalos e carros durante o reinado de Salomão. De fato, “havia uma taxa de câmbio estabelecida de quatro . . . cavalos para um carro egípcio”, diz o livro, comprovando os valores mencionados na Bíblia.

      Guerras.

      Jeremias e Esdras também mencionam a invasão de Judá pelo Faraó Sisaque, dizendo especificamente que isso ocorreu “no quinto ano do Rei Roboão [de Judá]”, ou seja, em 993 AEC. (1 Reis 14:25-28; 2 Crônicas 12:1-12) Por muito tempo, o único registro dessa invasão era o mencionado na Bíblia. Então, foi descoberto um relevo numa parede de um templo egípcio em Karnak (antiga Tebas).

      O relevo retrata Sisaque, diante do deus Amom, com o braço erguido golpeando prisioneiros de guerra. Nele também está registrado o nome das cidades israelitas conquistadas, muitas das quais correspondem a lugares mencionados na Bíblia. Além disso, o documento cita “O Campo de Abrão” — a referência mais antiga ao patriarca bíblico Abraão em registros egípcios. — Gênesis 25:7-10.

      Assim, fica claro que os escritores bíblicos registraram fatos, não ficção. Sabendo que prestariam contas a Deus, escreveram a verdade, mesmo quando isso envolvia revelar fatos vergonhosos — como no caso das vitórias de Sisaque em Judá. Essa franqueza é bem diferente das crônicas enfeitadas e exageradas dos escribas do Egito antigo, que se recusavam a registrar qualquer coisa negativa sobre seus governantes ou povo.

  • Um livro confiável — Parte 1
    Despertai! — 2010 | novembro
    • A ESTELA DE MERNEPTÁ

      Em 1896, arqueólogos encontraram num templo funerário egípcio uma coluna de granito preto que ficou conhecida como Estela de Merneptá. Ela narra com arrogância as realizações do rei egípcio Merneptá, que acredita-se ter governado no fim do século 13 AEC. Essa estela contém um hino que diz, em parte: “Israel está desabitado, sua descendência desapareceu.” Essa é a única referência conhecida a Israel em antigos textos egípcios e a mais antiga fora da Bíblia.

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