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Confiar ou não confiarDespertai! — 2007 | novembro
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Confiar ou não confiar
“Não confie em pranchas podres”, escreveu o dramaturgo inglês William Shakespeare. De fato, antes de pisar nas pranchas de madeira de uma ponte, você gostaria de ter certeza de que elas não estivessem podres.
AS PALAVRAS de Shakespeare fazem lembrar os sentimentos do sábio Rei Salomão, do Israel antigo, que uns 3 mil anos atrás escreveu: “O tolo acreditará em tudo; pessoas espertas olham onde pisam.” (Provérbios 14:15, Today’s English Version) Realmente, só um tolo levaria a vida aceitando cegamente tudo o que ouve, baseando suas decisões e ações em conselhos ou ensinos infundados. Depositar nossa confiança na fonte errada — assim como pisar em pranchas podres — pode levar ao desastre. Você talvez se pergunte: ‘Será que existe alguma fonte de orientação que é realmente digna de confiança?’
Milhões de pessoas ao redor do mundo depositam sua total confiança num livro antigo chamado Bíblia Sagrada. Confiam nesse livro para orientar seus passos. Baseiam suas decisões nos conselhos encontrados nele e agem segundo os seus ensinamentos. Será que estão pisando, por assim dizer, em pranchas podres? A resposta a essa pergunta depende muito da resposta a outra pergunta: Existem motivos válidos para confiar na Bíblia? Este número especial de Despertai! analisa as evidências disso.
O objetivo deste número especial de Despertai! não é impor a você crenças ou conceitos religiosos. Em vez disso, a intenção é apenas apresentar fortes evidências que convenceram milhões de pessoas que a Bíblia é digna de confiança. Depois de ler os artigos a seguir, você terá condições de decidir por si mesmo se a Bíblia merece sua confiança.
Vale a pena dar uma atenção mais detida a esse assunto. Afinal, se a Bíblia é mesmo uma fonte confiável de orientação da parte do Criador, considerar o que ela tem a dizer é algo que você deve a si mesmo e às pessoas que ama.
Mas, em primeiro lugar, consideremos alguns fatos impressionantes a respeito da Bíblia, que sem dúvida nenhuma é um livro realmente incomparável.
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Um livro incomparávelDespertai! — 2007 | novembro
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Um livro incomparável
“A Bíblia é o livro mais lido em todos os tempos.” — Enciclopédia Delta Universal.
MAIS de 550 anos atrás, o inventor alemão Johannes Gutenberg começou a imprimir com tipos móveis. O primeiro livro de grande porte que imprimiu foi a Bíblia.a Desde então, já foram impressos muitos bilhões de livros sobre todo assunto que se possa imaginar. A Bíblia, porém, é sem dúvida o mais impressionante de todos eles.
Calcula-se que foram impressos mais de 4,7 bilhões de exemplares da Bíblia (completa ou em parte). Isso representa mais de cinco vezes o número de exemplares do livro Citações do Presidente Mao Tsé-tung, a segunda publicação de maior distribuição.
Recentemente, mais de 50 milhões de exemplares da Bíblia, completa ou em parte, foram distribuídos em apenas um ano. De acordo com um relatório na revista The New Yorker, “todos os anos a Bíblia é o livro mais vendido do ano”.
Inteira ou em parte, a Bíblia foi traduzida para mais de 2.400 idiomas. Pelo menos algumas partes da Bíblia estão disponíveis nos idiomas falados por mais de 90% da família humana.
Cerca de metade dos escritores da Bíblia concluíram seu trabalho antes do nascimento de Confúcio, renomado sábio chinês, e de Sidarta Gautama, fundador do budismo.
A Bíblia tem exercido profunda influência nas artes, incluindo algumas das mais famosas obras de pintura, música e literatura do mundo.
A Bíblia já foi proibida por governos, queimada por opositores religiosos e atacada por críticos, mas sobreviveu apesar de tudo isso. Nenhum outro livro na história já enfrentou tanta oposição — e sobreviveu.
Não concorda que esses fatos mencionados são notáveis? É verdade que detalhes e estatísticas interessantes por si sós não provam que a Bíblia é confiável. Mas, a seguir, examinaremos cinco motivos que convenceram milhões de pessoas que a Bíblia é digna de confiança.
a A Bíblia de Gutenberg, também chamada de Bíblia de 42 linhas, era uma tradução para o latim e foi terminada por volta de 1455.
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