-
Andemos segundo Jeová nos instruiA Sentinela — 1991 | 15 de junho
-
-
17. Que posição assumiu certa mocinha de 14 anos a respeito de se lhe dar sangue, e com que resultado?
17 Os resultados podem ser diferentes para um menor bem instruído nos caminhos de Deus e que anda ativamente na Sua verdade. Certa cristã mais jovem tinha o mesmo tipo raro de câncer. A mocinha e seus pais conscientizaram-se do processo e aceitaram uma quimioterapia modificada de um especialista, num hospital de renome. Ainda assim, o caso foi levado ao tribunal. O juiz escreveu: “D. P. afirmou que resistiria a uma transfusão de sangue de todas as maneiras que pudesse. Ela considerava a transfusão como violação de seu corpo e comparou-a ao estupro. Pediu ao Tribunal que respeitasse a sua escolha e que lhe permitisse continuar no [hospital] sem receber transfusões de sangue impostas judicialmente.” A instrução cristã que ela recebera socorreu-a nessa ocasião difícil. — Veja quadro.
18. (a) Certa mocinha afligida adotou que firme posição a respeito de receber sangue? (b) O que decidiu o juiz a respeito do tratamento dela?
18 Uma mocinha de 12 anos estava sendo tratada de leucemia. Uma agência de proteção ao menor levou o caso ao tribunal, para que se lhe impusesse sangue. O juiz concluiu: “L. disse a este tribunal, e de maneira clara e conclusiva, que, se for feita uma tentativa de lhe transfundir sangue, ela lutará contra essa transfusão com todas as forças que puder reunir. Ela disse, e eu creio nela, que gritará e lutará, e que arrancará o mecanismo injetor de seu braço e tentará destruir o sangue no recipiente acima de sua cama. Recuso-me a dar uma ordem que faria essa criança passar por tal provação. . . No caso desta paciente, o tratamento proposto pelo hospital atende à doença apenas em sentido físico. Deixa de atender às necessidades emocionais e às crenças religiosas da jovem.”
-
-
Andemos segundo Jeová nos instruiA Sentinela — 1991 | 15 de junho
-
-
[Quadro na página 17]
O Tribunal Ficou Impressionado
O que constava da decisão do tribunal a respeito de D.L., mencionada no parágrafo 17?
“O Tribunal ficou muito impressionado com a inteligência, o equilíbrio, a dignidade e a atitude convincente dessa jovem de 14 anos e meio. Ela talvez se sentisse arrasada pela descoberta de que tinha um tipo mortífero de câncer . . . Não obstante, era uma jovem madura que foi ao Tribunal depor. Ela parecia ter focalizado claramente a difícil tarefa que a confrontava. Comparecera a todas as sessões de aconselhamento, concordara com um programa de terapia, desenvolvera uma coerente filosofia sobre como ela, qual ser humano, encararia o desafio que esse tratamento representava, e compareceu ao Tribunal com o pungente pedido: respeitem a minha decisão . . .
“Além de sua maturidade, D. P. apresentou motivos suficientes para que o Tribunal pudesse respeitar a sua decisão. Espiritual, psicológica, moral e emocionalmente, ela seria prejudicada por um programa de tratamento que incluísse transfusões de sangue. O Tribunal respeitará a sua escolha de um programa de tratamento.”
-