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Uma vida feliz no serviço a DeusA Sentinela — 2014 | 1.° de setembro
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O primeiro Salão do Reino de Bauru — um local alugado e com um letreiro que eu pintei, em 1955
Depois de uma breve estadia, eu, Billie e mais duas missionárias chegamos a Bauru, São Paulo, para abrir um lar missionário. Essa cidade tinha mais de 50 mil habitantes, e nós éramos as primeiras Testemunhas de Jeová ali.
Começamos a visitar as pessoas, mas logo o padre da cidade se opôs ao nosso trabalho. Ele nos seguia e dizia aos moradores que não nos escutassem. Mas, em poucas semanas, uma família grande com quem estudávamos aceitou a verdade bíblica e mais tarde foi batizada. Em pouco tempo, outros também começaram a estudar.
Um parente dessa família era presidente de um importante clube da cidade. Fiz preparativos para realizar uma assembleia ali. Quando o padre insistiu que o contrato fosse cancelado, o presidente reuniu os membros do clube e lhes disse: “Se vocês cancelarem, eu peço demissão!” A assembleia foi realizada.
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Uma vida feliz no serviço a DeusA Sentinela — 2014 | 1.° de setembro
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Uma das primeiras cidades que visitamos foi Jaú, São Paulo. Ali fomos desafiados por outro padre.
“Você não pode pregar às ‘minhas ovelhas’!”, ordenou ele.
“Elas não são suas”, respondemos. “São de Deus.”
Programamos apresentar um filme sobre nossa obra mundial de pregação, intitulado A Sociedade do Novo Mundo em Ação, mas o padre juntou um grupo para nos atacar. Nós imediatamente informamos a polícia. Quando o padre e sua turba chegaram ao local da exibição, havia uma barreira de policiais com armas apontadas para eles. Exibimos o filme, que foi apreciado por uma grande assistência.
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