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“Há mais a ser feito na obra da colheita”A Sentinela — 2014 | 15 de maio
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Em 1867, Sarah Bellona Ferguson se mudou com sua família dos Estados Unidos para o Brasil. Em 1899, ela percebeu que havia encontrado a verdade depois que leu algumas publicações bíblicas que seu irmão mais novo trouxe dos Estados Unidos. Visto que gostava muito de ler, ela fez uma assinatura da revista A Torre de Vigia (agora A Sentinela), em inglês. Empolgada com a mensagem da Bíblia, ela escreveu para o irmão Charles Russell, descrevendo a si mesma como “uma prova viva de que ninguém está longe demais para ser alcançado”.
Podem os Vivos Falar com os Mortos?
Sarah Ferguson fez o que pôde para compartilhar a verdade da Bíblia com outros, mas muitas vezes se perguntava se havia alguém que poderia dar mais ajuda a ela e sua família, bem como a todo o amistoso povo do Brasil. Em 1912, o Betel de Brooklyn a avisou que alguém estava indo a São Paulo com milhares de tratados intitulados Onde Estão os Mortos?, em português. Em 1915, ela disse que sempre ficou intrigada com o fato de que muitos Estudantes da Bíblia esperavam ser levados para o céu em breve. Expressando seu ponto de vista, ela escreveu: “E que dizer do Brasil e toda a América do Sul? . . . Levando em conta que a América do Sul representa uma grande parte do mundo, fica fácil ver que há mais a ser feito na obra da colheita.”
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“Há mais a ser feito na obra da colheita”A Sentinela — 2014 | 15 de maio
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Sarah Bellona Ferguson, a primeira assinante no Brasil de A Torre de Vigia
George Young visitou Sarah Ferguson, e A Torre de Vigia relatou: “A irmã veio para a sala de estar e ficou alguns instantes sem palavras. Segurando a mão do irmão Young e com o olhar fixo no rosto dele, ela por fim comentou: ‘Você é mesmo um peregrino?’” Ela e alguns de seus filhos logo foram batizados. Ela havia esperado 25 anos para se batizar!
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