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Sydney: movimentada cidade portuáriaDespertai! — 1999 | 8 de julho
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A ponte do porto de Sydney: obra-prima de engenharia
Já em 1815, falava-se seriamente sobre a necessidade de uma ponte que cruzasse a baía de norte a sul, mas o primeiro projeto de uma ponte de que se tem registro data de 1857. Hoje a ponte vai do cabo Dawes, no lado sul da baía, até o cabo Milsons, no norte, o mesmo local onde primeiro se sugeriu a construção. Essa é uma das maiores pontes de vão único do mundo, levou nove anos para ser construída e custou quase 20 milhões de dólares australianos — uma fortuna durante a depressão do início dos anos 30. Foi aberta oficialmente ao tráfego em 19 de março de 1932.
O maciço arco central tem 503 metros de comprimento e seu topo está 134 metros acima do nível da água. O espaço sob a ponte tem cerca de 50 metros, o que permite uma passagem segura para os maiores transatlânticos. O tabuleiro, com 49 metros de largura, originalmente tinha uma linha ferroviária dupla, uma linha dupla de bondes, seis pistas rodoviárias e dois caminhos para pedestres. Em 1959, Sydney trocou os bondes por ônibus, de modo que as linhas deles foram transformadas em pistas rodoviárias. Agora há oito pistas para carros, ônibus e caminhões. A extensão total da ponte, incluindo os acessos, é de 1.149 metros.
Nos anos 80, o trânsito na ponte estava tão congestionado que se começou a cogitar a abertura de uma nova travessia no porto. Desta vez, era mais prático ir por debaixo da água. Assim, em agosto de 1992, inaugurou-se um túnel de quatro pistas.
Num passeio pela ponte pode-se ter vistas panorâmicas de Sydney. No lado norte do porto, em colinas cobertas de matas, fica o Jardim Zoológico de Taronga. No lado oposto e quase debaixo da ponte, no cabo Bennelong, fica a inconfundível Ópera de Sydney.
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Sydney: movimentada cidade portuáriaDespertai! — 1999 | 8 de julho
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[Foto nas páginas 16, 17]
A Ópera de Sydney e a ponte do porto
[Crédito]
Cortesia de Sydney Opera House Trust (foto de Tracy Schramm)
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