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20. Que exemplo mostra o envolvimento da religião em práticas comerciais corruptas?
20 Conforme predito pelo glorioso anjo, a religião se tem envolvido profundamente em tais práticas comerciais corruptas. Por exemplo, houve o envolvimento do Vaticano no colapso do Banco Ambrosiano, da Itália, em 1982. O caso se tem arrastado pelos anos 80, deixando por responder a pergunta: para onde foi o dinheiro? Em fevereiro de 1987, magistrados milaneses emitiram ordens de prisão contra três clérigos do Vaticano, incluindo um arcebispo norte-americano, sob acusações de serem cúmplices numa falência fraudulenta, mas o Vaticano rejeitou o pedido de extradição. Em julho de 1987, no meio duma avalanche de protestos, as ordens de prisão foram revogadas pela mais elevada Corte de Apelação da Itália, à base dum antigo tratado entre o Vaticano e o governo italiano.
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Em contraste, a religião babilônica frequentemente tem ligações condenáveis com o alto comércio. Por exemplo, em 1987, o Albany Times Union noticiou que o administrador financeiro da arquidiocese católica de Miami, Flórida, EUA, admitiu que a igreja possuía ações de empresas que produzem armas nucleares, filmes classificados como impróprios para menores e cigarros.
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[Quadro na página 264]
“Os Comerciantes Viajantes . . . Ficaram Ricos”
“Entre 1929 e o irrompimento da Segunda Guerra Mundial, [Bernadino] Nogara [administrador financeiro do Vaticano] destinou algum capital do Vaticano e agentes do Vaticano para trabalharem em campos diversificados da economia da Itália — em especial na energia elétrica, nas comunicações telefônicas, em instituições de crédito e em bancos, em pequenas estradas de ferro e na produção de implementos agrícolas, de cimento e de fibras têxteis sintéticas. Muitas dessas especulações comerciais deram bom resultado.
“Nogara assumiu o controle de várias empresas, incluindo La Società Italiana della Viscosa, La Supertessile, La Società Meridionale Industrie Tessili e La Cisaraion. Fundindo-as numa só empresa, que ele chamou de CISA-Viscosa e colocou sob o comando do Barão Francesco Maria Oddasso, um dos leigos de maior confiança do Vaticano, Nogara manobrou então a absorção da nova empresa pela maior manufatureira têxtil da Itália, a SNIA-Viscosa. Por fim, a participação do Vaticano na SNIA-Viscosa aumentou cada vez mais e, com o tempo, o Vaticano assumiu o controle dela — como atesta o fato de que o Barão Oddasso subsequentemente tornou-se vice-presidente dela.
“Assim penetrou Nogara na indústria têxtil. Ele penetrou em outras indústrias de maneiras diversas, pois Nogara tinha muitos truques escondidos. Este desprendido homem . . . provavelmente fez mais para infundir vida na economia da Itália do que qualquer outro empresário por si só na história da Itália . . . Benito Mussolini nunca conseguiu realmente estabelecer o império com que sonhava, mas possibilitou ao Vaticano e a Bernadino Nogara criar um domínio de outra espécie.” — The Vatican Empire (O Império do Vaticano), de Nino Lo Bello, páginas 71-73.
Este é apenas um exemplo da íntima cooperação entre os comerciantes da Terra e Babilônia, a Grande. Não é de admirar que esses comerciantes prantearão quando seu sócio comercial deixar de existir!
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