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Imigração — sonhos e realidadesDespertai! — 2013 | fevereiro
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Família unida — mais importante que o dinheiro
Como vimos nos exemplos de George, Rachel e Patricia, as histórias de imigrantes podem ser diferentes, mas muitas têm um ponto em comum. A família sofre com a partida do pai ou mãe ou do marido ou esposa, e às vezes leva anos até que a família volte a viver junto. No caso da família de George, levou mais de quatro anos.
Rachel finalmente voltou para as Filipinas para buscar sua filha, depois de quase cinco anos de separação. Patricia chegou à Espanha com sua filhinha nos braços. “Eu procuro cuidar bem dela; afinal, ela é a única família que tenho”, diz Patricia.
Muitos imigrantes insistem em permanecer no novo país apesar da solidão, das dificuldades econômicas e da longa separação da família. Visto que a mudança envolveu muito dinheiro, tempo e esforço, quando as coisas não dão certo, poucos têm coragem de admitir o fracasso e encarar a vergonha e a humilhação de voltar para casa.
Alguém que teve essa coragem foi Allan, das Filipinas. Ele encontrou um bom emprego na Espanha, mas voltou para casa um ano e meio depois. “Eu morria de saudade da minha esposa e da minha filha”, conta ele. “Decidi que nunca trabalharia em outro país a menos que pudesse levar minha família junto. E foi isso que aconteceu depois. A família é muito mais importante que o dinheiro.”
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