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  • Os primeiros cristãos se envolviam na política?
  • A neutralidade cristã hoje
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    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 2012
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    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 2012
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mrt artigo 38
Um político e um líder religioso lado a lado, acenando para uma multidão de pessoas.

A religião deve se misturar com a política?

No mundo inteiro, muitas pessoas que dizem seguir a Jesus Cristo estão bem envolvidas na política. Algumas procuram apoiar candidatos e partidos políticos específicos com o objetivo de promover suas crenças religiosas e princípios morais. Por outro lado, muitos políticos usam questões morais e sociais que estão em alta para ganhar o apoio de pessoas religiosas. É comum ver líderes religiosos se candidatarem a cargos políticos. E alguns países até mesmo consideram uma religião “cristã” como a sua religião oficial.

O que você acha? Será que os seguidores de Jesus Cristo deveriam se envolver na política? O exemplo que Jesus deixou responde a essa pergunta. Ele disse: “Estabeleci o modelo para vocês, a fim de que, assim como eu lhes fiz, vocês também façam.” (João 13:15) Que modelo Jesus estabeleceu com relação à política?

Jesus se envolveu na política?

Não. Jesus não se envolveu na política do mundo.

Jesus não quis ter poder político. Ele se recusou a aceitar a oferta de Satanás, o Diabo, de ser o governante de “todos os reinos do mundo”. (Mateus 4:8-10)a Em uma ocasião, as pessoas reconheceram que Jesus tinha as qualidades para ser um bom líder e tentaram forçá-lo a se envolver na política. A Bíblia diz: “Jesus, sabendo que estavam para vir pegá-lo a fim de fazê-lo rei, retirou-se novamente para o monte, sozinho.” (João 6:15) Jesus não fez a vontade das pessoas; ele se recusou a se envolver na política.

Jesus não apoiou nenhuma questão política. Por exemplo, nos dias de Jesus, os judeus não queriam pagar impostos ao governo romano, porque achavam que isso era injusto. Eles tentaram fazer com que Jesus desse uma opinião sobre se esses impostos eram justos ou não, mas Jesus se recusou a tomar partido nessa questão política. Ele disse: “Paguem a César o que é de César, mas a Deus o que é de Deus.” (Marcos 12:13-17) Ele ficou neutro nesse assunto político, mas ao mesmo tempo mostrou que os impostos exigidos pelas autoridades romanas, que representavam César, deveriam ser pagos. Ele também mostrou que a obediência aos governos tem limites. A pessoa não pode dar a essas autoridades o que pertence a Deus, incluindo seu amor e adoração. — Mateus 4:10; 22:37, 38.

Jesus apoiava e ensinava outros sobre um governo celestial, o Reino de Deus. (Lucas 4:43) Ele não se envolveu na política porque sabia que não são os governos humanos, mas sim o Reino de Deus que vai realizar a vontade de Deus na Terra. (Mateus 6:10) Ele sabia que o Reino de Deus não vai agir por meio dos governos humanos; na verdade, o Reino vai substituir esses governos. — Daniel 2:44.

Os primeiros cristãos se envolviam na política?

Não. Os seguidores de Jesus obedeceram à sua ordem de ‘não fazer parte do mundo’. (João 15:19) Eles seguiram o exemplo de Jesus e não se envolveram na política. (João 17:16; 18:36) Em vez de participar em assuntos políticos, eles fizeram o trabalho que Jesus ordenou, de pregar e ensinar sobre o Reino de Deus. — Mateus 28:18-20; Atos 10:42.

Para os primeiros cristãos, obedecer a Deus era a coisa mais importante. Mas eles também sabiam que tinham que respeitar as autoridades do governo. (Atos 5:29; 1 Pedro 2:13, 17) Eles obedeciam às leis e pagavam os impostos. (Romanos 13:1, 7) Mesmo não se envolvendo na política, eles faziam uso dos direitos e dos serviços que o governo providenciava. — Atos 25:10, 11; Filipenses 1:7.

O que a História diz sobre os primeiros cristãos e a política

  • “Os cristãos recusavam certos deveres dos cidadãos romanos . . . Eles não aceitavam cargos políticos.” — On the Road to Civilization—A World History (Na Estrada para a Civilização — Uma História Mundial), página 238, tradução nossa.

  • “Não existe a menor evidência que nos permita pensar que Jesus nutria ambições militares/políticas, e . . . o mesmo se aplica aos discípulos.” — Jesus and Judaism (Jesus e o Judaísmo), página 231, tradução nossa.

  • “Para o cristão a fé era qualquer coisa à parte e superior à sociedade política; a mais alta lealdade não pertencia a César, sim a Jesus.” — César e Cristo, página 505.

  • “[O apóstolo] Paulo estava disposto a usar sua cidadania romana para exigir do sistema judiciário as proteções a que tinha direito, mas ele não tentava influenciar os assuntos políticos de sua época . . . Embora acreditassem ter a obrigação de honrar as autoridades governamentais, os primeiros cristãos entendiam que não deviam se envolver em assuntos políticos.” — Beyond Good Intentions—A Biblical View of Politics (Além das Boas Intenções — Um Conceito Bíblico sobre a Política), páginas 122-123, tradução nossa.

  • “Havia uma convicção amplamente sustentada entre os cristãos que nenhum deles deveria exercer um cargo público . . . Bem no começo do século 3, Hipólito disse que o costume cristão histórico exigia que um magistrado civil pedisse demissão de seu ofício como condição para unir-se à Igreja.” — Uma História do Cristianismo, Volume 1, página 337.

A neutralidade cristã hoje

A Bíblia mostra claramente que nem Jesus, nem os primeiros cristãos se envolveram na política. É por isso que, por serem cristãs, as Testemunhas de Jeová no mundo inteiro são totalmente neutras. Assim como os primeiros cristãos, elas fazem o trabalho que Jesus ordenou, de pregar as “boas novas do Reino”. — Mateus 24:14.

a Quando Jesus recusou, ele não disse que Satanás não tinha autoridade para fazer essa oferta. Mais tarde, ele chamou Satanás de “governante do mundo”. — João 14:30.

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