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A verdade sobre os anjosA Sentinela — 1995 | 1.° de novembro
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“O pai da mentira”
Em muitos dos chamados encontros angélicos há comunicação com os mortos. “Senti que meu tio havia encontrado um jeito de entrar em contato comigo e me dizer que finalmente estava feliz”, diz Elise, depois de receber o que ela considerou um sinal. Terri também se lembra de um amigo que morreu. “Uma semana depois do funeral”, diz ela, “ele me procurou no que, para mim, parecia um sonho. Ele me disse que eu não devia chorar sua partida, porque estava feliz e em paz”.
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A verdade sobre os anjosA Sentinela — 1995 | 1.° de novembro
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Aproximação a anjos ou a demônios?
Grande parte desse movimento flerta com o ocultismo. Veja o caso de Marcia. “De setembro a dezembro de 1986”, diz ela, “recebi mensagens de ‘além da terceira dimensão’. Eu via aparições e tinha incríveis ‘sonhos de vidas passadas’. Entrei em contato com amigos que haviam morrido e tive muitas outras experiências psíquicas nas quais eu ficava sabendo de coisas sobre pessoas que eu havia acabado de conhecer. Recebi também o dom da psicografia e transmitia mensagens de desencarnados. Alguns deles, que eu não conheci enquanto viviam na Terra, enviavam mensagens para outras pessoas por meu intermédio”.
O uso da adivinhação para “comunicar-se” com anjos não é incomum. Certo livro não faz rodeios ao incentivar os leitores a utilizar runas, cartas do tarô, moedas de I Ching, quiromancia e astrologia. “Permita que seu eu interior o conduza ao oráculo certo”, escrevem os autores, “e confie em que um anjo o encontrará lá”.
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