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Mostre amor e respeito por controlar a línguaA Sentinela — 2006 | 15 de setembro
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Digamos que surja um desacordo entre marido e esposa. Uma sutil mudança de “você” para “eu” pode evitar que um desacordo menor se torne uma discussão acalorada. Por exemplo, em vez de dizer: “Você nunca passa tempo comigo!”, por que não dizer: “Eu gostaria que pudéssemos passar mais tempo juntos”? Focalize o problema, não apenas a pessoa. Resista à inclinação de tentar provar quem está certo e quem está errado. “Empenhemo-nos pelas coisas que produzem paz e pelas coisas que são para a edificação mútua”, diz Romanos 14:19.
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Mostre amor e respeito por controlar a línguaA Sentinela — 2006 | 15 de setembro
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“Palestra confidencial” — uma necessidade
16. Por que o tratamento do silêncio é prejudicial para o casamento?
16 Pouco se consegue — e pode ser prejudicial — quando o marido ou a esposa recorre ao chamado tratamento do silêncio. Nem sempre é o caso de usar isso para punir o cônjuge, pois o silêncio pode ser conseqüência de frustração ou desânimo. No entanto, recusar-se a falar um com o outro só aumenta a tensão e não resolve o problema em questão. Como disse certa esposa: “Quando finalmente voltamos a nos falar, nunca mais tocamos no assunto.”
17. O que devem fazer os cristãos que enfrentam tensão conjugal?
17 Quando a tensão conjugal persiste, não há nenhum atalho para resolver o problema. Provérbios 15:22 diz: “Há frustração de planos quando não há palestra confidencial, mas na multidão de conselheiros há consecução.” Você precisa falar sobre o assunto com seu cônjuge. Faça todo o possível para escutar, com mente e coração abertos, o que ele tem a dizer. Se isso parecer impossível, que tal aproveitar a provisão de anciãos na congregação cristã? Eles conhecem as Escrituras e têm experiência na aplicação de princípios bíblicos. Tais homens são ‘como abrigo contra o vento e esconderijo contra o temporal’. — Isaías 32:2.
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