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PrisõesTriângulos roxos — As “vítimas esquecidas” do nazismo
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20 A partir de 1938, no campo de concentração de Buchenwald (1937-1945), localizado próximo a Weimar, e em outros campos, a SS isolou as Testemunhas de Jeová em alojamentos especiais cercados com arame farpado. Durante nove meses, elas não tiveram permissão de escrever cartas. Nos três anos e meio seguintes, as Testemunhas de Jeová tiveram permissão de escrever no máximo 25 palavras para seus parentes apenas uma vez por mês (em Buchenwald — onde a maioria dos prisioneiros nas “unidades de trabalho penitenciário” eram Testemunhas de Jeová — isso durou até o final da guerra).
21 O texto a seguir foi impresso na papelaria do campo de concentração: “O prisioneiro continua como antes, um obstinado Estudante da Bíblia, e se recusa a rejeitar os ensinos falsos dos Estudantes da Bíblia. Por esse motivo, os privilégios normais de correspondência foram negados a ele.”
22 A SS geralmente oferecia uma declaração às Testemunhas de Jeová. Se elas a assinassem e renunciassem a sua fé, podiam ser libertadas. Mesmo assim, poucas assinaram a declaração.
23 Arriscando sua vida, Wilhelm Töllner deu discursos bíblicos em Buchenwald.
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