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PrisõesTriângulos roxos — As “vítimas esquecidas” do nazismo
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5 Erna Ludolph e muitas outras mulheres Testemunhas de Jeová foram levadas para Ravensbrück em maio de 1939, para ajudar na construção de um novo campo de concentração.
6 Em Ravensbrück, as mulheres tinham que trabalhar sob as circunstâncias mais extremas. — (foto de um álbum de propagandas da SS)
Mahn- und Gedenkstätte Ravensbrück
DÖW, Vienna, Austria
7 Therese Schreiber foi uma das várias Testemunhas de Jeová austríacas que os nazistas levaram para Ravensbrück e outros campos de concentração. Mais tarde, um tribunal em Viena a condenou porque ela tinha copiado às escondidas a revista A Sentinela, das Testemunhas de Jeová.
8 Charlotte Müller e Ilse Unterdörfer foram transferidas do campo de concentração de Lichtenburg para o de Ravensbrück. As duas continuaram Testemunhas de Jeová ativas apesar das proibições.
9 Os prisioneiros com triângulos roxos nos campos de concentração ficaram conhecidos como trabalhadores de confiança. Este cartão permitia a Charlotte Müller trabalhar (a partir de 1942) como empregada doméstica para uma família de funcionários da SS que viviam próximos ao campo de concentração.
10 Em 1944, um pequeno grupo de jovens ucranianas no campo de concentração de Ravensbrück, entre elas Nadezhda Alekseyevna Yarosh, aprendeu sobre os ensinamentos das Testemunhas de Jeová e prontamente se juntou a elas.
11 Mesmo sob as circunstâncias extremas da vida em um campo de concentração, as Testemunhas de Jeová procuravam por oportunidades de conversar entre elas sobre a sua fé e ler publicações baseadas na Bíblia, mesmo sob risco de vida. — (A pintura, que está em exposição no Museu Memorial de Ravensbrück, é baseada no relato de uma testemunha ocular.)
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