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PrisõesTriângulos roxos — As “vítimas esquecidas” do nazismo
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12 Campo de concentração de Sachsenhausen (1936-1945), no norte de Berlim. Nos anos que precederam a Guerra, cerca de 5% a 10% de todos que estavam presos nos campos eram Testemunhas de Jeová. Quando Testemunhas de Jeová chegavam pela primeira vez no campo, elas eram levadas imediatamente à “unidade de trabalho penitenciário”, onde eram sujeitadas aos trabalhos mais sujos e pesados por 10 a 12 horas todo dia, inclusive aos domingos.
13 Os Estudantes da Bíblia (Testemunhas de Jeová) constituíam uma categoria separada de prisioneiros e eram rotulados com um triângulo roxo. Por causa da sua determinação, eles eram tratados com muita crueldade pelos guardas da SS e pelos kapos (prisioneiros que trabalhavam como supervisores), que queriam dominá-los.
Tabela: Kennzeichentafel Dachau, ITS Archive, Arolsen Archives
14 Entre as várias punições que existiam, o prisioneiro era amarrado e, em seguida, recebia golpes com barras de ferro em suas costas desprotegidas.
15 Independentemente do clima, os prisioneiros tinham que ficar enfileirados em pé por horas nos pátios onde eram feitas as chamadas (neste caso, em Sachsenhausen). Em 15 de setembro de 1939, exatamente neste local, a SS executou o objetor de consciência August Dickmann na presença de todos os prisioneiros do campo.
akg-images/Alamy Stock Foto
16 Os que estavam presos nos campos de concentração podiam ser punidos por causa de infrações insignificantes. Por exemplo, eram pendurados em uma estaca ou árvore, o que era extremamente doloroso.
Foto tirada no campo de concentração de Buchenwald logo após a libertação
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