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  • Mapeamento do céu: no passado e no presente
    Despertai! — 2000 | 22 de janeiro
    • À procura de desenhos no céu

      Os astrônomos do passado notaram que o inteiro conjunto de estrelas parecia locomover-se de forma ordeira. Embora cruzassem o céu no sentido leste—oeste, as estrelas não mudavam de posição umas em relação às outras.a Em outras palavras, toda noite os mesmos grupos específicos de estrelas eram visíveis. Com o objetivo de dar uma certa ordem a esses incontáveis pontos luminosos, as pessoas começaram a juntar as estrelas em grupos. Com um pouco de imaginação, esses grupos foram assemelhados a animais, pessoas ou objetos inanimados. Surgiu assim a prática de designar certos grupos de estrelas como constelações.

      Algumas constelações que conhecemos hoje foram descritas inicialmente na Babilônia antiga. Entre elas estão as 12 constelações que representam os signos do zodíaco. Elas desempenhavam — e ainda desempenham — um papel importante na astrologia, a adivinhação da suposta influência das estrelas sobre os assuntos humanos. A Bíblia, porém, condena a busca de presságios nas estrelas. (Deuteronômio 18:10-12) Mas os adoradores de Jeová Deus sabiam da existência de constelações. O livro bíblico de Jó, por exemplo, fala de Jeová como aquele que fez “a constelação de Ás, a constelação de Quesil, e a constelação de Quima”. — Jó 9:9.

      O nome de muitas constelações que conhecemos hoje vem da mitologia grega. Nomes como Cefeu, Cassiopéia, Andrômeda e Hércules ainda são encontrados nas modernas cartas celestes.

      Cartas celestes do passado

      Por volta de 150 EC, o astrônomo grego Ptolomeu fez um resumo dos conhecimentos astronômicos do seu tempo. Esse resumo, intitulado Almagest, contém uma lista de 48 constelações. Cartas e atlas celestes feitos nos séculos seguintes em geral mostravam as mesmas 48 constelações. De fato, até por volta do século 16, o número de constelações não mudou.b Mais tarde, acrescentaram-se 40 constelações. Em 1922, a União Astronômica Internacional adotou oficialmente a lista de 88 constelações.

      Além de constelações, a publicação de Ptolomeu incluía uma lista de mais de mil estrelas, com informações sobre seu brilho e posição no céu. Ptolomeu não só forneceu a posição das estrelas em longitude e latitude celestes, mas acrescentou outros detalhes. Por exemplo, descreveu uma estrela da constelação da Ursa Maior como “a estrela no início da cauda” e a posição de um cometa como “à esquerda do joelho direito de Andrômeda”. Assim, “todo bom astrônomo”, diz um livro, “tinha de conhecer a anatomia celeste”.

      Mas por que a maioria das antigas constelações se localiza no Hemisfério Norte? Isso acontece porque a prática de agrupar certas estrelas em constelações se originou na região do Mediterrâneo, onde é visível o céu do Hemisfério Norte, explica um uranógrafo, ou cartógrafo do céu. Somente mais tarde, quando o homem começou a explorar o céu do Hemisfério Sul, foram identificadas novas constelações. Algumas dessas constelações mais novas têm nomes como Forno, Relógio de Pêndulo, Microscópio e Telescópio.

  • Mapeamento do céu: no passado e no presente
    Despertai! — 2000 | 22 de janeiro
    • b Essas 48 constelações eram conhecidas na Mesopotâmia, no Mediterrâneo e na Europa. Mais tarde, também eram reconhecidas pelas pessoas que imigraram para a América do Norte e Austrália. Mas outros povos, como os chineses e os índios norte-americanos, agrupavam as estrelas de forma diferente.

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