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Guarda dos filhos: o conceito equilibradoDespertai! — 1997 | 8 de dezembro
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Guarda conjunta
Alguns juízes acham que é importante a criança manter contato com ambos os pais. O raciocínio deles se baseia em estudos que mostram que o divórcio dos pais pode ser menos estressante e doloroso para a criança quando os pais conseguem compartilhar a guarda. Em vez de sentir-se abandonada por um deles, a criança se sentiria amada por ambos e se relacionaria com duas famílias. “A guarda conjunta é uma maneira de manter ambos os pais envolvidos”, diz um advogado da vara de família.
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Guarda dos filhos: o conceito equilibradoDespertai! — 1997 | 8 de dezembro
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Guarda unilateral
O tribunal pode conceder guarda unilateral àquele que, em sua opinião, está em melhores condições de cuidar da criança. O juiz pode decidir que a parte que detém a guarda tome todas as decisões sobre assuntos importantes visando o bem-estar da criança. Com freqüência, o tribunal decide depois de ouvir a avaliação dos assessores — em geral psicólogos, psiquiatras ou assistentes sociais.
Os proponentes da guarda unilateral acham que esta dá maior estabilidade à criança. Quando os pais não conseguem, ou provavelmente não vão, manter uma boa comunicação entre si, muitos juízes do tribunal de primeira instância preferem este tipo de guarda. Naturalmente, a outra parte não fica excluída da vida dos filhos. Em geral lhe são concedidos direitos de visita, e ambas as partes podem continuar a prover à criança a necessária orientação, amor e afeto.
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