-
Agonia no jardimO Maior Homem Que Já Viveu
-
-
Indo um pouco mais adiante, Jesus prostra-se no chão e, com o rosto na terra, começa a orar fervorosamente: “Pai meu, se for possível, deixa que este copo se afaste de mim. Contudo, não como eu quero, mas como tu queres.” O que quer dizer com isso? Por que está ‘profundamente contristado, até à morte’? Está recuando de sua decisão de morrer e fornecer o resgate?
De forma alguma! Jesus não está apelando para ser poupado da morte. Repugna-lhe até mesmo a ideia, certa vez sugerida por Pedro, de evitar a morte sacrificial. Em vez disso, está em agonia por temer que o modo pelo qual está prestes a morrer — como detestável criminoso — resulte em vitupério sobre o nome do seu Pai. Ele sente agora que dentro de poucas horas será pregado numa estaca como se fosse a pior espécie de pessoa — um blasfemador contra Deus! É isso o que tanto o aflige.
-
-
Agonia no jardimO Maior Homem Que Já Viveu
-
-
Jesus retira-se então pela segunda vez e pede que Deus remova dele “este copo”, isto é, a porção, ou vontade, de Jeová, reservada para ele.
-
-
Agonia no jardimO Maior Homem Que Já Viveu
-
-
Por fim, pela terceira vez, Jesus afasta-se à distância de cerca de um tiro de pedra e, com fortes clamores e lágrimas, ajoelhado, ora: “Pai, se tu quiseres, remove de mim este copo.” Jesus vivamente sente excruciante dor por causa do vitupério que sua morte como se fosse criminoso lançará sobre o nome do seu Pai. Afinal, ser acusado de blasfemador — alguém que amaldiçoa a Deus — é quase demais para suportar!
Todavia, Jesus continua a orar: “Não o que eu quero, mas o que tu queres.” Jesus obedientemente submete sua vontade à de Deus.
-