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Declarar justoEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Como podia Abraão ser declarado justo antes da morte de Cristo?
Assim, também, a fé de Abraão, conjugada com obras, ‘foi-lhe contada [considerada, creditada ou imputada] como justiça’. (Ro 4:20-22) Naturalmente, isto não significa que ele e outros homens fiéis dos tempos pré-cristãos fossem perfeitos ou livres do pecado; no entanto, em virtude de exercerem fé na promessa de Deus a respeito da ‘semente’, e por se esforçarem a seguir as ordens de Deus, eles não eram classificados como injustos, sem boa reputação perante Deus, como os demais do mundo da humanidade. (Gên 3:15; Sal 119:2, 3) Amorosamente, Jeová os considerava inculpes, em comparação com o mundo da humanidade, apartado de Deus. (Sal 32:1, 2; Ef 2:12) Deste modo, Deus podia, em razão da fé que tinham, lidar com tais homens imperfeitos e abençoá-los, ao mesmo tempo permanecendo fiel às suas próprias normas perfeitas de justiça. (Sal 36:10) Todavia, esses homens reconheciam sua necessidade duma redenção do pecado e aguardavam o tempo devido de Deus para fornecê-la. — Sal 49:7-9; He 9:26.
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Declarar justoEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Indicando o alcance da justificação de Abraão, o discípulo Tiago escreveu: “Cumpriu-se a escritura que diz: ‘Abraão depositou fé em Jeová, e isso lhe foi contado como justiça’, e ele veio a ser chamado ‘amigo de Jeová’.” (Tg 2:20-23) Assim, por causa da sua fé, Abraão foi declarado justo como amigo de Deus, não como filho de Deus por “nascer de novo”, visando a vida celestial. (Jo 3:3)
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