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  • Liberdade para pregar
  • Anuário das Testemunhas de Jeová de 2015
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  • O assassinato de Trujillo
  • O avanço da obra de pregação
Anuário das Testemunhas de Jeová de 2015
yb15 p. 124-p. 127 par. 2
Foto na página 124

REPÚBLICA DOMINICANA

Liberdade para pregar

O assassinato de Trujillo

Em 1960, a ditadura de Trujillo já vinha sendo criticada internacionalmente e enfrentando oposição dentro do país. Em janeiro de 1961, em meio a toda essa tensão política, Milton Henschel, da sede mundial, visitou o país e assistiu a uma assembleia de três dias. Havia 957 pessoas na reunião pública, e 27 foram batizadas. Durante sua visita, o irmão Henschel ajudou os irmãos a começar a reorganizar a obra e mapear o território.

Gráfico na página 124

Dois superintendentes de circuito, Enrique Glass e Julián López, foram designados para visitar as congregações. Julián explicou: “Meu circuito era composto de duas congregações no leste do país e de todas as congregações no norte. O circuito de Enrique abrangia o restante do leste e todo o sul.” Aquelas visitas restabeleceram o contato entre as congregações e a organização e ajudaram a fortalecer espiritualmente os irmãos.

Foto na página 127

Salvino e Helen Ferrari a caminho da República Dominicana em 1961

Salvino e Helen Ferrari, formados na segunda turma de Gileade, chegaram em 1961. A experiência que ganharam como missionários em Cuba foi muito útil para a grande colheita espiritual na República Dominicana. Tempos depois, Salvino foi designado membro da Comissão de Filial e serviu nessa designação até sua morte em 1997. Helen está no tempo integral há 79 anos, a maior parte desse tempo como missionária.

Na noite de 30 de maio de 1961, pouco depois da chegada do casal Ferrari, o reinado de terror de Trujillo teve um fim violento quando seu carro foi crivado de balas. Mas o assassinato do ditador não trouxe estabilidade. Revoltas civis e políticas continuaram acontecendo no país por muitos anos.

O avanço da obra de pregação

Nesse meio tempo, chegaram mais missionários. Quando William Dingman, da primeira turma de Gileade, e sua esposa, Estelle, junto com Thelma Critz e Flossie Coroneos foram transferidos de Porto Rico para a República Dominicana, havia apenas dois dias que Trujillo tinha sido assassinado. William explicou: “O país estava em tumulto quando chegamos, e havia muitos militares nas ruas. Temia-se uma revolução, e os soldados revistavam todos na estrada. Fomos parados em vários postos de fiscalização, e nossa bagagem foi revistada em cada um deles. Tiravam tudo das malas, até os itens menores.” Era um desafio pregar num clima político tão instável.

Foto na página 127

Thelma Critz, Estelle e William Dingman ainda servem zelosamente no país após 67 anos no trabalho missionário

William contou: “Durante a ditadura de Trujillo, tinham dito ao público que as Testemunhas de Jeová eram comunistas e gente da pior espécie. . . . Mas aos poucos conseguimos superar o preconceito.” O resultado dessa atividade foi que cada vez mais pessoas sinceras passaram a aceitar a mensagem do Reino. No fim do ano de serviço de 1961, havia 33 pioneiros especiais no país.

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