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Liberdade para pregarAnuário das Testemunhas de Jeová de 2015
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Salvino e Helen Ferrari a caminho da República Dominicana em 1961
Salvino e Helen Ferrari, formados na segunda turma de Gileade, chegaram em 1961. A experiência que ganharam como missionários em Cuba foi muito útil para a grande colheita espiritual na República Dominicana. Tempos depois, Salvino foi designado membro da Comissão de Filial e serviu nessa designação até sua morte em 1997. Helen está no tempo integral há 79 anos, a maior parte desse tempo como missionária.
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Liberdade para pregarAnuário das Testemunhas de Jeová de 2015
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O avanço da obra de pregação
Nesse meio tempo, chegaram mais missionários. Quando William Dingman, da primeira turma de Gileade, e sua esposa, Estelle, junto com Thelma Critz e Flossie Coroneos foram transferidos de Porto Rico para a República Dominicana, havia apenas dois dias que Trujillo tinha sido assassinado. William explicou: “O país estava em tumulto quando chegamos, e havia muitos militares nas ruas. Temia-se uma revolução, e os soldados revistavam todos na estrada. Fomos parados em vários postos de fiscalização, e nossa bagagem foi revistada em cada um deles. Tiravam tudo das malas, até os itens menores.” Era um desafio pregar num clima político tão instável.
Thelma Critz, Estelle e William Dingman ainda servem zelosamente no país após 67 anos no trabalho missionário
William contou: “Durante a ditadura de Trujillo, tinham dito ao público que as Testemunhas de Jeová eram comunistas e gente da pior espécie. . . . Mas aos poucos conseguimos superar o preconceito.”
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