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Livres, daí, novamente proscritosAnuário das Testemunhas de Jeová de 2015
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A campanha do clero contra os irmãos
O memorando de Toledano continha planos para impedir que nossas publicações entrassem no país
O clero católico logo iniciou uma trama para que as Testemunhas de Jeová caíssem em descrédito. Apoiando-se no acordo de Trujillo com o Vaticano, o clero intensificou seus esforços de influenciar o governo para acabar com as Testemunhas de Jeová. O padre Oscar Robles Toledano enviou um memorando ao secretário do Interior, Virgilio Álvarez Pina, pedindo o apoio do governo para ‘alertar o povo dominicano contra o extremo perigo que a seita “Testemunhas de Jeová” representava’.
Toledano explicou que seu objetivo principal era “neutralizar a campanha proselitista das Testemunhas de Jeová”. O memorando também recomendava que nossas publicações fossem proibidas, “especialmente o livro ‘A Verdade Vos Tornará Livres’ e a revista Sentinela”.
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Livres, daí, novamente proscritosAnuário das Testemunhas de Jeová de 2015
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Uma série de eventos foi desencadeada no dia que o padre jesuíta Mariano Vásquez Sanz fez uma acusação na rádio de Trujillo, La Voz Dominicana, de que a seita era serva do comunismo e chamou seus adeptos de ‘inimigos perversos, astutos, criminosos e traidores’. Em seguida, uma carta pastoral assinada pelos arcebispos Ricardo Pittini e Octavio Antonio Beras solicitou que os sacerdotes protegessem seus paroquianos contra essa ‘terrível heresia’.”
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Ataque cruelAnuário das Testemunhas de Jeová de 2015
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O irmão Borbonio foi multado e sentenciado a três meses de prisão. Ele contou: “Lá na prisão, um general do exército chamado Santos Mélido Marte nos visitou. Ele nos disse: ‘Já li a Bíblia e sei que Jeová é Deus. Vocês não fizeram nada que merecesse a prisão, mas não posso fazer nada por vocês porque quem está por trás disso são os bispos católicos. Os únicos que podem interromper a sentença de vocês são os próprios bispos ou o jefe (“o chefe”, Trujillo).’”
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