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Está faltando a base da evolução?Despertai! — 1997 | 8 de maio
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“Um estranho e completo silêncio”
O professor Behe diz que alguns cientistas têm estudado “modelos matemáticos para a evolução ou novos métodos matemáticos para comparação e interpretação de dados seqüenciais”. Contudo, ele conclui: “A matemática presume que a evolução real seja um processo gradual, ao acaso; não demonstra (nem pode demonstrar) isso.” (O último grifo é nosso.) Ele disse antes: “Se você pesquisar a literatura científica sobre a evolução, e centrar sua pesquisa na questão de como as máquinas moleculares — a base da vida — se desenvolveram, encontrará um estranho e completo silêncio. A complexidade do fundamento da vida paralisou as tentativas da ciência de explicá-lo; máquinas moleculares erguem uma até-agora-impenetrável barreira à aceitação universal do darwinismo.”
Isso levanta uma série de perguntas para os cientistas conscienciosos: “Como se desenvolveu o centro de reação fotossintética? Como começou o transporte intramolecular? Como começou a biossíntese do colesterol? Como o aldeído retinal ficou envolvido com a visão? Como se desenvolveram os caminhos de transmissão de sinais de fosfoproteínas?”c Behe acrescenta: “O simples fato de que nenhum desses problemas sequer é mencionado, muito menos solucionado, é um indício fortíssimo de que o darwinismo é uma estrutura inadequada para se entender a origem dos complexos sistemas bioquímicos.”
Se a teoria de Darwin não consegue explicar o complexo fundamento molecular das células, como pode então ser uma explicação satisfatória para a existência dos milhões de espécies que habitam a Terra? Afinal, a evolução não consegue nem mesmo produzir novos tipos de família por preencher as lacunas entre um tipo de família e outro. — Gênesis 1:11, 21, 24.
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Está faltando a base da evolução?Despertai! — 1997 | 8 de maio
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“A evolução molecular não se baseia em autoridade científica. . . . Há assertivas de que tal evolução ocorreu, mas absolutamente nenhuma delas é apoiada por experimentos ou cálculos pertinentes. Visto que ninguém conhece a evolução molecular por experiência direta, não havendo assim autoridade em que basear assertivas de conhecimento, pode-se realmente dizer que . . . a assertiva da evolução molecular darwiniana é mera bazófia.” — Darwin’s Black Box.
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