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  • A infindável variedade na terra: como veio a existir?
    Despertai! — 1997 | 8 de maio
    • A infindável variedade na terra: como veio a existir?

      DOS mais de um milhão e meio de espécies de animais que os cientistas já catalogaram, cerca de um milhão são insetos. Seriam necessárias 6.000 páginas de enciclopédia para alistar todos os insetos conhecidos! Como se originaram essas criaturas? Por que tal infindável variedade? Resulta isso do acaso, de a natureza “acertar” milhões de vezes? Ou de desígnio?

      Primeiro, vejamos brevemente algumas das outras variedades de coisas vivas no nosso planeta.

      Pássaros espantosos

      Que dizer das mais de 9.000 espécies de pássaros admiravelmente projetados? Há beija-flores que são tão pequenos como uma abelha grande, mas eles voam com maior agilidade e elegância do que o mais moderno helicóptero. Outras aves migram milhares de quilômetros todos os anos, como a andorinha-do-mar-ártica, que voa uns 35.000 quilômetros ida e volta em cada viagem. Ela não tem computador, nem instrumentos de navegação, mas chega infalivelmente ao seu destino. Essa habilidade inata existe por acaso ou por desígnio?

      Fascinante variedade de plantas

      Além disso, existe a tremenda variedade e beleza da vida vegetal — mais de 350.000 espécies de plantas. Umas 250.000 destas produzem flores. As maiores coisas vivas na Terra — as gigantescas sequóias — são plantas.

      Quantas flores diferentes crescem no seu jardim ou na sua região? A beleza, a simetria e, em muitos casos, a fragrância dessas flores — desde a minúscula margarida-do-campo até a intrincada variedade de orquídeas — fazem a pessoa maravilhar-se. Perguntamos de novo: Como vieram a existir? Por acaso, ou por desígnio?

      Oceanos que fervilham de vida

      E que dizer das formas de vida existentes nos rios, nos lagos e nos oceanos do mundo? Os cientistas dizem que existem cerca de 8.400 espécies conhecidas de peixes de água doce e cerca de 13.300 de peixes do mar. O menor desses é o gobião (Trimmaton nanus), que vive no oceano Índico. Tem apenas cerca de um centímetro de comprimento. O maior é o tubarão-baleia, que pode chegar a 18 metros de comprimento. Essas quantidades de espécies não incluem os invertebrados (desprovidos de espinha) nem as espécies que ainda não foram descobertas.

      O incrível cérebro

      Acima de tudo, o cérebro humano — com pelo menos dez bilhões de neurônios, cada qual tendo possivelmente mais de 1.000 sinapses, ou pontos de contato com outras células nervosas — é incrível. O neurologista Dr. Richard Restak diz: “O número de conexões na vasta rede do sistema neuronial é realmente astronômico.” (The Brain [O Cérebro]) Diz mais: “Talvez existam de dez trilhões a cem trilhões de sinapses no cérebro.” Daí ele faz uma boa pergunta: “Como poderia um órgão, como o cérebro — com seus dez bilhões a cem bilhões de células — se desenvolver de uma única célula, o óvulo?” É o cérebro o resultado de impessoais caprichos e felizes acasos da natureza? Ou há um desígnio inteligente por trás de tudo isso?

      Sim, como veio a existir a aparentemente infindável diversidade de vida e de projeto? Foi-lhe ensinado que isso é mera questão do acaso, de tentativas e erros, de desenvolvimento aleatório de uma cega loteria evolucionária? Neste caso, continue a ler para ver as indagações que alguns cientistas, com toda a sinceridade, estão fazendo a respeito da teoria da evolução, que tem sido chamada de fundamento de toda a ciência biológica.

  • Está faltando a base da evolução?
    Despertai! — 1997 | 8 de maio
    • Está faltando a base da evolução?

      QUAL é a essência da teoria da evolução, de Darwin? “No seu pleno sentido biológico, . . . evolução significa um processo pelo qual a vida surgiu de matéria inanimada e, subseqüentemente, desenvolveu-se inteiramente por meios naturais.” A evolução darwiniana postula que “virtualmente toda vida ou, pelo menos, todos os seus aspectos mais interessantes, resultaram da seleção natural que se valeu de variações casuais”. — Darwin’s Black Box—The Biochemical Challenge to Evolution (A Caixa Preta de Darwin — O Desafio Bioquímico à Evolução),a de Michael Behe, professor-adjunto de bioquímica na Universidade de Lehigh, Pensilvânia, EUA.

      Complexidade irredutível — a pedra de tropeço da evolução?

      Quando Darwin elaborou a sua teoria, os cientistas pouco ou nada sabiam a respeito da assombrosa complexidade da célula viva. A bioquímica moderna, o estudo da vida a nível molecular, tem revelado parte dessa complexidade. Tem também levantado sérias indagações e dúvidas a respeito da teoria de Darwin.

      Os componentes das células são constituídos de moléculas. Células são os blocos de construção de todas as criaturas vivas. O professor Behe é católico-romano e crê na evolução para explicar o posterior desenvolvimento de animais. Contudo, ele levanta sérias dúvidas sobre se a evolução pode explicar a existência da célula. Ele fala de máquinas moleculares que “transportam cargas de um ponto para outro na célula por ‘rodovias’ feitas de outras moléculas . . . As células transitam usando máquinas, copiam a si mesmas com a ajuda de maquinário, ingerem alimentos com a ajuda de maquinário. Em suma, máquinas moleculares altamente sofisticadas controlam cada processo celular. Assim, os detalhes da vida são ajustados com precisão, e o maquinário da vida é enormemente complexo”.

      Mas toda essa atividade ocorre dentro de que escala? Uma célula típica tem apenas 0,03 milímetro de largura. Nesse espaço infinitésimo realizam-se funções complexas, vitais para a vida. (Veja diagrama, páginas 8-9.) Não é de admirar que se tenha dito: “O âmago da questão é que a célula — a própria base da vida — é desconcertantemente complexa.”

      Behe argumenta que a célula só pode funcionar como entidade completa. Assim, ela não pode ser viável se for formada por mudanças lentas e graduais, induzidas pela evolução. Ele usa como exemplo a ratoeira. Esse mecanismo simples só funciona com todas as peças montadas. As peças em si — a base, a mola, o gancho, o arco, a trava — não são uma ratoeira e não podem funcionar como tal. Todas as partes são necessárias simultaneamente e têm de ser montadas para que a armadilha funcione. Da mesma forma, a célula só pode funcionar como tal com todas as suas peças montadas. Ele usa essa ilustração para explicar o que chama de “complexidade irredutível”, ou complexidade impossível de ser simplificada.b

      Isso é um grande problema para o suposto processo de evolução, que envolve o aparecimento de características úteis, gradualmente adquiridas. Darwin sabia que a sua teoria da evolução gradual pela seleção natural enfrentava um grande desafio, quando disse: “Se se chegasse a comprovar que existe um órgão complexo que não se forme por uma série de numerosas modificações graduais e ligeiras, a minha teoria com certeza não encontraria defesa.” — A Origem das Espécies, tradução de Eduardo Fonseca.

      A célula, de complexidade irredutível, é uma grande pedra de tropeço para a crença na teoria de Darwin. Primeiro, a evolução não pode explicar o salto da matéria inanimada para a matéria animada. Daí, vem o problema da primeira complexa célula, que tem de surgir de supetão como unidade integrada. Noutras palavras, a célula (ou, a ratoeira) tem de surgir subitamente, já montada e funcionando!

      A complexidade irredutível da coagulação do sangue

      Outro exemplo de complexidade irredutível é um processo que a maioria de nós acha corriqueiro, quando nos cortamos: a coagulação do sangue. Normalmente, qualquer líquido vaza imediatamente de um recipiente furado, até esvaziá-lo. Todavia, quando furamos ou cortamos a pele, o vazamento é prontamente contido pela formação de um coágulo. Contudo, como os médicos sabem, “a coagulação do sangue é um sistema muito complexo, de intrincada ação combinada de muitas partes de proteína interdependentes”. Essas ativam uma reação seqüencial, ou cascata de coagulação. Esse delicado processo de cura “depende decisivamente do tempo e da velocidade em que as diferentes reações acontecem”. Senão, a pessoa teria todo seu sangue coagulado e solidificado, ou, então, sangraria até a morte. O tempo e a velocidade são as chaves vitais.

      A investigação bioquímica tem demonstrado que a coagulação do sangue envolve muitos fatores, nenhum dos quais podendo faltar para que o processo funcione. Behe pergunta: “Uma vez iniciada a coagulação, o que a impede de continuar até que o sangue todo . . . se solidifique?” Ele explica que “a formação, a limitação, o robustecimento e a remoção de um coágulo sanguíneo” constituem um sistema biológico integrado. Se uma parte falha, falha o sistema inteiro.

      Russell Doolittle, evolucionista e professor de bioquímica na Universidade da Califórnia, pergunta: “Que possibilidade haveria de esse complexo e primorosamente equilibrado processo ter evoluído? . . . O paradoxo era: se cada proteína dependia de ser ativada por outra, como poderia ter surgido o sistema? De que utilidade seria qualquer parte do esquema sem o inteiro conjunto?” Usando argumentos evolucionistas, Doolittle tenta explicar a origem do processo. Contudo, o professor Behe acentua que “seria necessária uma enorme dose de sorte para colocar os componentes certos dos genes nos lugares certos”. Ele mostra que a explicação de Doolittle e sua linguagem simples ocultam tremendas dificuldades.

      Assim, uma das objeções principais ao modelo evolucionário é a barreira intransponível da complexidade irredutível. Behe declara: “Friso que a seleção natural, o mecanismo da evolução darwiniana, somente funciona se existe algo para selecionar — algo que seja útil já, não no futuro.”

      “Um estranho e completo silêncio”

      O professor Behe diz que alguns cientistas têm estudado “modelos matemáticos para a evolução ou novos métodos matemáticos para comparação e interpretação de dados seqüenciais”. Contudo, ele conclui: “A matemática presume que a evolução real seja um processo gradual, ao acaso; não demonstra (nem pode demonstrar) isso.” (O último grifo é nosso.) Ele disse antes: “Se você pesquisar a literatura científica sobre a evolução, e centrar sua pesquisa na questão de como as máquinas moleculares — a base da vida — se desenvolveram, encontrará um estranho e completo silêncio. A complexidade do fundamento da vida paralisou as tentativas da ciência de explicá-lo; máquinas moleculares erguem uma até-agora-impenetrável barreira à aceitação universal do darwinismo.”

      Isso levanta uma série de perguntas para os cientistas conscienciosos: “Como se desenvolveu o centro de reação fotossintética? Como começou o transporte intramolecular? Como começou a biossíntese do colesterol? Como o aldeído retinal ficou envolvido com a visão? Como se desenvolveram os caminhos de transmissão de sinais de fosfoproteínas?”c Behe acrescenta: “O simples fato de que nenhum desses problemas sequer é mencionado, muito menos solucionado, é um indício fortíssimo de que o darwinismo é uma estrutura inadequada para se entender a origem dos complexos sistemas bioquímicos.”

      Se a teoria de Darwin não consegue explicar o complexo fundamento molecular das células, como pode então ser uma explicação satisfatória para a existência dos milhões de espécies que habitam a Terra? Afinal, a evolução não consegue nem mesmo produzir novos tipos de família por preencher as lacunas entre um tipo de família e outro. — Gênesis 1:11, 21, 24.

      Problemas a respeito do começo da vida

      Por mais plausível que a teoria de Darwin possa parecer a alguns cientistas, eles precisam acabar encarando a pergunta: Mesmo se presumirmos que as formas de coisas vivas evoluíram pela seleção natural, como começou a vida? Em outras palavras, o problema não é a sobrevivência do mais apto, mas como surgiu o mais apto e o primeiro! Contudo, como indicam as observações de Darwin sobre a evolução do olho, ele não se preocupava com o problema de como a vida começou. Ele escreveu: “Não devemos mais nos ocupar em saber como um nervo pôde tornar-se sensível à ação da luz, como não devemos ocupar-nos em procurar a origem da vida dele.”

      O escritor francês sobre assuntos científicos, Philippe Chambon, escreveu: “O próprio Darwin se perguntava como a natureza selecionou formas emergentes antes de serem perfeitamente funcionais. A lista dos mistérios evolucionários é infindável. E os biólogos modernos têm de humildemente concordar com o professor Jean Génermont, da Universidade do Sul de Paris, em Orsay, que ‘a sintética teoria da evolução não pode explicar prontamente a origem de complexos órgãos’.”

      À luz das tremendas improbabilidades de a evolução ter produzido uma tão infinita variedade e complexidade de formas de vida, acha difícil crer que tudo isso evoluiu na direção certa por mero acaso? Você se pergunta como uma criatura poderia ter sobrevivido à batalha da sobrevivência do mais apto enquanto os olhos ainda evoluíam? Ou enquanto supostamente formava dedos grotescos num corpo subumano? Ou como as células sobreviveram se estas existiam num estado incompleto e inadequado?

      Robert Naeye, colaborador da revista Astronomy, e evolucionista, escreveu que a vida na Terra é o resultado de “uma longa seqüência de eventos improváveis [que] aconteceram do jeito exatamente certo para dar origem à nossa existência, como se tivéssemos ganho um prêmio de loteria de um milhão de dólares um milhão de vezes em seguida”. Essa linha de raciocínio pode provavelmente ser aplicada a toda e qualquer criatura que existe hoje. As chances são extremamente negativas. Não obstante, espera-se que creiamos que, por acaso, a evolução produziu também um macho e uma fêmea, ao mesmo tempo, para perpetuar a nova espécie. Aumentando as improbabilidades, temos também de crer que o macho e a fêmea não apenas evoluíram ao mesmo tempo mas, também, no mesmo lugar! Sem esse encontro, não haveria procriação!

      Certamente, crer que os milhões de formas de vida plenamente desenvolvidas existem em resultado de milhões de lances de sorte leva a credulidade ao limite máximo.

      Por que a maioria crê?

      Por que a evolução é tão popular e aceita por tantos como única explicação para a existência da vida na Terra? Uma razão é que é o conceito ortodoxo ensinado nas escolas e nas universidades, e ai de quem expressar alguma dúvida! Behe declara: “Muitos alunos aprendem dos livros didáticos a ver o mundo através das lentes evolucionárias. Mas eles não aprendem como a evolução darwiniana poderia ter produzido qualquer um dos notavelmente intrincados sistemas bioquímicos que esses livros descrevem.” Ele acrescenta: “Para entendermos o êxito do darwinismo como ortodoxia, bem como seu fracasso como ciência a nível molecular, temos de examinar os livros que são usados para ensinar aspirantes a cientista.”

      “Se fosse feita uma pesquisa entre todos os cientistas do mundo, a grande maioria diria crer que o darwinismo é verdadeiro. Mas os cientistas, como todo mundo, baseiam a maior parte de suas opiniões nos conceitos de outras pessoas. . . . Também, e infelizmente, demasiadas vezes a crítica tem sido rejeitada pela comunidade científica por temor de municiar os criacionistas. É irônico que, a pretexto de proteger a ciência, se ignore incisiva crítica científica à seleção natural.”d

      Que alternativa viável e confiável existe para a teoria da evolução, de Darwin? O último artigo desta série abordará essa questão.

      [Nota(s) de rodapé]

      a Mencionado daqui para frente como Darwin’s Black Box.

      b “Complexidade irredutível” significa “um sistema composto de várias partes bem encaixadas e interativas que contribuem para a função básica, em que a remoção de qualquer uma dessas partes faz com que o sistema efetivamente deixe de funcionar”. (Darwin’s Black Box) Portanto, é o nível mais simples em que um sistema pode funcionar.

      c A fotossíntese é o processo pelo qual as células vegetais, usando a luz e a clorofila, produzem carboidratos a partir do dióxido de carbono e da água. Alguns a chamam de a mais importante reação química na natureza. A biossíntese é o processo através do qual as células vivas fabricam complexos componentes químicos. O aldeído retinal está envolvido no complexo sistema de visão. Os caminhos de transmissão de sinais de fosfoproteínas são funções essenciais da célula.

      d Criacionismo implica crer que a Terra foi criada em seis dias literais, ou, em alguns casos, que a Terra foi formada apenas uns dez mil anos atrás. As Testemunhas de Jeová, embora creiam na criação, não são criacionistas. Acreditam que o relato bíblico de Gênesis permite concluir que a Terra tenha milhões de anos de idade.

      [Destaque na página 6]

      “Se se chegasse a comprovar que existe um órgão complexo que não se forme por uma série de numerosas modificações graduais e ligeiras, a minha teoria com certeza não encontraria defesa.”

      [Destaques na página 10]

      Dentro da célula, há “um mundo de suprema tecnologia e estonteante complexidade”. — Evolution: A Theory in Crisis

      As instruções no DNA da célula, “se escritas por extenso, ocupariam mil livros de 600 páginas cada um”. — National Geographic

      [Destaque na página 11]

      “A matemática presume que a evolução real seja um processo gradual, ao acaso; [mas] não demonstra (nem pode demonstrar) isso.”

      [Destaque na página 12]

      “É irônico que, a pretexto de proteger a ciência, se ignore incisiva crítica científica à seleção natural.”

      [Quadro na página 8]

      A molécula e a célula

      Bioquímica — “O estudo da própria base da vida: as moléculas que formam as células e os tecidos, que catalisam as reações químicas da digestão, da fotossíntese, da imunidade, e de outras.” — Darwin’s Black Box.

      Molécula — “A menor partícula em que um elemento ou um componente pode ser dividido sem alterar suas propriedades químicas e físicas; um grupo de átomos, similares ou diferentes, mantidos juntos por meio de forças químicas.” — The American Heritage Dictionary of the English Language.

      Célula — A unidade fundamental de todos os organismos vivos. “Toda célula é uma estrutura altamente organizada, responsável pela forma e função de um organismo.” De quantas células se compõe um humano adulto? Cem trilhões! Temos cerca de 155.000 células em cada centímetro quadrado de pele, e o cérebro humano tem de 10 bilhões a 100 bilhões de neurônios. “A célula é a chave à biologia porque é a esse nível que uma combinação de água, sais, macromoléculas e membranas realmente faz brotar a vida.” — Biology.

      [Quadro na página 9]

      A “incomparável complexidade” da célula

      “Para entendermos a realidade da vida conforme revelada pela biologia molecular, temos de ampliar uma célula um bilhão de vezes, até chegar a um diâmetro de vinte quilômetros e a assemelhar-se a uma gigantesca aeronave, de tamanho suficiente para cobrir uma grande cidade, como Londres ou Nova York. O que veríamos então seria um objeto de complexidade incomparável e projeto adaptável. Na superfície da célula veríamos milhões de aberturas, como as vigias de uma enorme espaçonave, que se abrem e fecham para permitir um fluxo contínuo de entrada e saída de materiais. Se entrássemos numa dessas aberturas estaríamos em um mundo de suprema tecnologia e estonteante complexidade. Veríamos infindáveis corredores e condutos altamente organizados se ramificando em todas as direções a partir do perímetro da célula, alguns levando ao banco de memória central, no núcleo, e outros a centros de montagem e unidades de processamento. O próprio núcleo seria uma vasta câmara esférica de mais de um quilômetro de diâmetro, parecido com uma cúpula geodésica dentro da qual veríamos, jeitosamente empilhadas em formações ordeiras, os quilômetros de cadeias espiraladas de moléculas de DNA. Uma enorme variedade de produtos e de matérias-primas circulariam por todos os numerosos condutos, de maneira altamente ordeira, num vai-e-vem aos vários centros de montagem nas áreas externas da célula.

      “Ficaríamos admirados com o nível de controle implícito no movimento de tantos objetos através de aparentemente infindáveis condutos, todos em perfeita sintonia. Veríamos ao nosso redor, em qualquer direção que olhássemos, todo tipo de ‘robôs’. Notaríamos que os componentes funcionais mais simples da célula, as moléculas de proteína, seriam espantosamente complexas peças de maquinário molecular, cada qual consistindo de cerca de três mil átomos, dispostos em altamente organizada conformação espacial em 3-D. Ficaríamos ainda mais maravilhados observando as extraordinariamente objetivas atividades dessas misteriosas máquinas moleculares, especialmente nos dando conta de que, apesar de todo nosso conhecimento acumulado de física e de química, a tarefa de projetar uma dessas máquinas moleculares — isto é, uma única molécula de proteína funcional — estaria totalmente além de nossa capacidade no presente e, provavelmente, não será conseguido até pelo menos o início do próximo século. No entanto, a vida da célula depende das atividades integradas de milhares, com certeza de dezenas de milhares e, provavelmente, de centenas de milhares de diferentes moléculas de proteína.” — Evolution: A Theory in Crisis.

      [Quadro na página 10]

      Fatos e mitos

      “Para quem não se sente obrigado a restringir a sua pesquisa [da origem da vida] a causas não-inteligentes, a conclusão direta é que muitos sistemas bioquímicos resultam de desígnio. Não foram projetados pelas leis da natureza, nem pelo acaso ou pela necessidade; foram, sim, planejados. . . . A vida na Terra, no seu nível mais fundamental, nos seus componentes mais cruciais, é produto de atividade inteligente.” — Darwin’s Black Box.

      “Não pode haver dúvida de que, depois de um século de empenho intensivo, os biólogos falharam em validar de forma significativa [a teoria darwiniana da evolução]. Permanece o fato de que a natureza não foi reduzida ao continuum [conjunto contínuo] que o modelo darwiniano exige, e tampouco a crença no acaso como instrumento criativo da vida foi provada.” — Evolution: A Theory in Crisis.

      “A influência da teoria evolucionista em campos bem diferentes da biologia é um dos exemplos mais espetaculares da História de como uma idéia altamente especulativa, em favor da qual não existe evidência científica realmente forte, pode moldar o modo de pensar de uma sociedade inteira e dominar o conceito de uma era.” — Evolution: A Theory in Crisis.

      “Qualquer ciência do passado . . . que exclua a priori a possibilidade de desígnio ou de criação, deixa de ser uma busca da verdade e vira servo (ou, escravo) de uma problemática doutrina filosófica, a saber, o naturalismo.” — Origins Research.

      “É um mito . . . que Charles Darwin tenha resolvido o dilema da origem da complexidade biológica. É um mito que tenhamos uma boa, ou até mesmo razoável compreensão da origem da vida, ou que as devidas explicações referem-se apenas às chamadas causas naturais. Com certeza, estes e outros mitos do naturalismo filosófico têm certo status. Não se fala de maneira dura demais contra eles na presença de pessoas finas. Mas tampouco deve alguém aceitá-los sem crítica.” — Origins Research.

      “Em particular, muitos cientistas admitem que a ciência não tem explicação para o começo da vida. . . . Darwin jamais imaginou a maravilhosamente profunda complexidade presente até mesmo nos mais básicos níveis de vida.” — Darwin’s Black Box.

      “A evolução molecular não se baseia em autoridade científica. . . . Há assertivas de que tal evolução ocorreu, mas absolutamente nenhuma delas é apoiada por experimentos ou cálculos pertinentes. Visto que ninguém conhece a evolução molecular por experiência direta, não havendo assim autoridade em que basear assertivas de conhecimento, pode-se realmente dizer que . . . a assertiva da evolução molecular darwiniana é mera bazófia.” — Darwin’s Black Box.

      [Quadro na página 12]

      Evolução: “Um jogo de azar”

      A teoria da evolução é, certamente, um sonho de jogador. Por quê? Porque, segundo os evolucionistas, ela ganha, mesmo contra chances astronomicamente contrárias.

      Robert Naeye escreve: “Sendo a evolução primariamente um jogo de azar, qualquer aparentemente pequeno evento passado poderia ter acontecido de maneira um pouquinho diferente, cortando a nossa linha evolucionária antes que os humanos pudessem ter evoluído.” Mas não, espera-se que creiamos que cada jogada deu certo, milhões de vezes. Naeye admite: “A longa série de gargalos no caminho da evolução deixa claro que o surgimento de vida inteligente é algo muito mais complicado do que os cientistas costumavam imaginar. Provavelmente ainda há mais obstáculos com os quais os cientistas ainda não se depararam.”

  • Deus: Jogador ou Criador?
    Despertai! — 1997 | 8 de maio
    • Deus: Jogador ou Criador?

      “SEM dúvida, muitos cientistas se opõem temperamentalmente a qualquer forma de argumento metafísico, muito mais a argumento místico. Desdenham da noção de que pode existir um Deus, ou mesmo um princípio criativo impessoal . . . Pessoalmente, não compartilho de seu desdém.” Essas são palavras de Paul Davies, professor de física matemática na Universidade de Adelaide, na Austrália, em seu livro The Mind of God (A Mente de Deus).

      Davies diz também: “Um estudo cuidadoso indica que as leis do Universo são notavelmente propícias ao surgimento de opulência e diversidade. No caso de organismos vivos, sua existência parece depender de numerosas coincidências fortuitas, que alguns cientistas e filósofos têm aclamado como sendo simplesmente assombrosas.”

      Ele diz mais: “A investigação científica é uma viagem ao desconhecido. . . . Mas, nela está sempre presente o conhecido traço de racionalidade e de ordem. Ver-se-á que essa ordem cósmica é sustentada por precisas leis matemáticas que se entrelaçam, formando uma sutil e harmoniosa unidade. As leis são de elegante simplicidade.”

      Davies conclui: “Exatamente por que o Homo sapiens deveria ser o portador da centelha de racionalidade, a chave para se entender o Universo, é um enigma profundo. . . . Não posso crer que a nossa existência no Universo seja um mero golpe do destino, uma casualidade da história, um acidente no grande drama cósmico. A nossa inter-relação [com o Universo] é estreita demais. . . . A nossa existência se deve realmente à intenção.” Contudo, Davies não chegou à conclusão de que existe um Projetista, um Deus. Mas, a que conclusão você chega? Veio a humanidade a existir por intenção? Se assim for, por intenção de quem?

      Chaves para o “enigma”

      Na Bíblia, o apóstolo Paulo dá uma pista para se entender o que Davies chama de “enigma profundo”. Ele mostra como Deus revelou a si mesmo: “Porque aquilo que se pode saber sobre Deus é manifesto entre eles [os “homens que suprimem a verdade”], porque Deus lho manifestou. Pois as suas qualidades invisíveis são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade, de modo que eles são inescusáveis.” (Romanos 1:18-20)a Sim, a infinita diversidade de formas de vida, a sua incrível complexidade, seu desenho primoroso, devia induzir a pessoa humilde e reverente a reconhecer que existe um poder, uma inteligência ou uma mente supremos, vastamente superior a tudo o que o homem já veio a conhecer. — Salmo 8:3, 4.

      As palavras adicionais de Paulo sobre os que rejeitam a Deus permitem uma pausa para reflexão: “Embora asseverassem ser sábios, tornaram-se tolos . . . , estes, os que trocaram a verdade de Deus pela mentira, e veneraram e prestaram serviço sagrado antes à criação do que Àquele que criou, que é bendito para sempre. Amém.” (Romanos 1:22, 25) Os que veneram a “natureza” e rejeitam a Deus com certeza não são sábios aos olhos de Jeová. Presos no emaranhado de teorias evolucionistas conflitantes, deixam de reconhecer o Criador e a complexidade e o desígnio de Sua criação.

      “Monstruosa série de casualidades”

      Paulo também escreveu: “Sem fé é impossível agradar [a Deus], pois aquele que se aproxima de Deus tem de crer que ele existe e que se torna o recompensador dos que seriamente o buscam.” (Hebreus 11:6) A fé baseada em conhecimento exato, não em credulidade, pode fazer-nos entender a razão de nossa existência. (Colossenses 1:9, 10) Certamente, há credulidade em jogo quando alguns cientistas querem fazer-nos crer que a vida existe porque é “como se tivéssemos ganho um prêmio de loteria de um milhão de dólares um milhão de vezes em seguida”.

      O cientista britânico Fred Hoyle teorizou que as reações nucleares que levaram à formação de dois elementos essenciais à vida, o carbono e o oxigênio, produziram uma quantidade equilibrada desses elementos por mero acaso feliz.

      Ele dá outro exemplo: “Se as massas combinadas do próton e do elétron se tornassem de repente um pouco maiores, em vez de um pouco menores, do que a massa do nêutron, o efeito seria devastador. . . . Por todo o Universo, todos os átomos de hidrogênio imediatamente se decomporiam formando nêutrons e neutrinos. Privado de seu combustível nuclear, o Sol se enfraqueceria e entraria em colapso.” O mesmo aconteceria com os bilhões de outras estrelas no Universo.

      Hoyle concluiu: “A lista de . . . aparentes casualidades de natureza não-biológica, sem as quais a vida baseada no carbono — conseqüentemente a vida humana — não poderia existir, é grande e impressionante.” Ele diz: “Tais propriedades [essenciais à vida] parecem fazer parte do tecido do mundo natural, como um fio de felizes acidentes. Mas existem tantas dessas estranhas coincidências, essenciais à vida, que parece ser necessária alguma explicação para justificá-las.” — O grifo é nosso.

      Ele também declarou: “O problema é decidir se essas sintonizações aparentemente coincidentes são realmente acidentais ou não e, por conseguinte, se a vida é, ou não, acidental. Nenhum cientista gosta de fazer essa pergunta, mas ela é indispensável. Poderiam essas sintonizações ser feitas por alguma inteligência deliberada?”

      Paul Davies escreve: “Hoyle ficou tão impressionado com essa ‘monstruosa série de casualidades’ que foi levado a comentar que era como se ‘as leis da física nuclear tivessem sido deliberadamente projetadas com respeito às conseqüências que produzem dentro das estrelas’.” Quem, ou o que é responsável por essa “monstruosa série de [felizes] casualidades”? Quem, ou o que produziu esse pontinho no Universo, esse planeta fervilhante de uma variedade quase infinita de milhões de plantas e criaturas primorosamente formadas?

      A resposta da Bíblia

      O salmista escreveu, com reverência, uns três mil anos atrás: “Quantos são os teus trabalhos, ó Jeová! A todos eles fizeste em sabedoria. A terra está cheia das tuas produções. Quanto a este mar, tão grande e largo, há ali inúmeras coisas que se movem, criaturas viventes, tanto pequenas como grandes.” — Salmo 104:24, 25.

      O apóstolo João disse: “Digno és, Jeová, sim, nosso Deus, de receber a glória, e a honra, e o poder, porque criaste todas as coisas e porque elas existiram e foram criadas por tua vontade.” (Revelação [Apocalipse] 4:11) A vida não é o resultado do cego acaso, de uma loteria cósmica que tenha produzido ganhadores para milhões de formas de vida.

      A verdade simples é que Deus ‘criou todas as coisas e elas existem e foram criadas por Sua vontade’. O próprio Jesus disse aos fariseus: “Não lestes que aquele que os criou desde o princípio os fez macho e fêmea?” Jesus conhecia o Criador! Como Mestre-de-obras de Jeová, ele esteve ao Seu lado durante a criação. — Mateus 19:4; Provérbios 8:22-31.

      Contudo, exige fé e humildade discernir e aceitar essa verdade fundamental a respeito do Criador. Essa fé não é credulidade cega. Baseia-se em evidência tangível, visível. Sim, as “qualidades invisíveis [de Deus] são claramente vistas desde a criação do mundo”. — Romanos 1:20.

      Com o nosso limitado conhecimento científico atual, não podemos explicar como Deus criou as coisas. Por conseguinte, temos de reconhecer que, no presente, não podemos saber ou entender tudo a respeito da origem da vida. Somos lembrados disso ao lermos as palavras de Jeová: “Os vossos pensamentos não são os meus pensamentos, nem os meus caminhos, os vossos caminhos . . . Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim os meus caminhos são mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, do que os vossos pensamentos.” — Isaías 55:8, 9.

      A escolha é sua: a crença crédula na cega e fortuita evolução, os inumeráveis lances de sorte que supostamente deram certo, ou a fé no Idealizador-Criador-Projetista Jeová Deus. O profeta inspirado disse, com acerto: “Jeová, o Criador das extremidades da terra, é Deus por tempo indefinido. Ele não se cansa nem se fatiga. Não se esquadrinha o seu entendimento.” — Isaías 40:28.

      Portanto, em que você vai crer? A sua decisão influirá muito nas suas perspectivas de vida futura. Se a evolução fosse verdade, a morte significaria o oblívio total, apesar dos ilusórios argumentos da labiríntica teologia católica, que tenta introduzir a “alma” na evolução.b O homem não possui uma alma imortal para abrandar o inevitável golpe da mortalidade. — Gênesis 2:7; Ezequiel 18:4, 20.

      Se aceitarmos a Bíblia como verdade e que o Deus vivente é o Criador, teremos a promessa da ressurreição à vida eterna, perfeita, numa Terra restaurada ao seu estado original, de equilíbrio e harmonia. (João 5:28, 29) Em que depositará a sua fé? No inacreditável jogo de azar da teoria da evolução, de Darwin? Ou no Criador, que agiu e age com um objetivo?c

      [Nota(s) de rodapé]

      a “Desde que Deus criou o mundo existem — embora invisíveis — seu poder e divindade eternos, podendo a mente percebê-los através das coisas que Ele fez.” — Romanos 1:20, Jerusalem Bible.

      b Veja “Observando o Mundo”, página 28, “Papa reitera a evolução”.

      c Para detalhes sobre o assunto, veja o livro A Vida — Qual a Sua Origem? A Evolução ou a Criação?, publicado pela Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados.

      [Destaque na página 14]

      Alguns evolucionistas dizem, na verdade, que a nossa existência na Terra é “como se tivéssemos ganho um prêmio de loteria de um milhão de dólares um milhão de vezes em seguida”.

      [Quadro/Foto na página 15]

      Infinita diversidade e projeto

      Insetos “A cada ano que passa, os cientistas descobrem de sete mil a dez mil novas espécies de insetos”, diz a Enciclopédia Delta Universal. “Supõe-se, além do mais, que possa haver de um milhão a dez milhões de espécies de insetos que ainda não foram identificadas.” O jornal francês Le Monde, conforme citado no Guardian Weekly, num artigo de Catherine Vincent, fala das espécies catalogadas como “número pateticamente pequeno em comparação com o número real . . . algo entre 5 [milhões] e, inacreditavelmente, 50 milhões”.

      Pense no espantoso mundo dos insetos — abelhas, formigas, vespas, borboletas, baratas, joaninhas, vaga-lumes, cupins, mariposas, moscas, libélulas, mosquitos, traças, gafanhotos, piolhos, grilos, pulgas — só para começar! A lista parece infindável.

      Pássaros Que dizer de um pássaro que pesa menos de 25 gramas? “Imagine-o migrar mais de 16.000 quilômetros por ano, desde o extremo norte das florestas do Alasca até as matas tropicais da América do Sul, e de volta, voando rente a picos de montanhas, contornando arranha-céus urbanos e cruzando vastas áreas de mar aberto no oceano Atlântico e no golfo do México.” Que incrível pássaro é esse? “A mariquita-estriada [Dendroica striata], um dínamo cujas proezas de navegação virtualmente não encontram rivais entre as aves terrestres da América do Norte.” (Book of North American Birds) Perguntamos, de novo: É isso o resultado de miríades de casualidades da natureza, que simplesmente deram certo? Ou é uma maravilha de projeto inteligente?

      Acrescente a esse exemplo os pássaros com seu aparentemente infindável repertório de canções: o rouxinol, conhecido em toda a Europa e em partes da África e da Ásia pelos seus pios deleitosos; o tordo-dos-remédios, da América do Norte, um pássaro que é “mímico exímio e incorpora frases memorizadas como parte de seu canto”; a majestosa lira, da Austrália, com seu “canto altamente desenvolvido, com elementos de mímica espantosamente esperta”. — Birds of the World.

      Além disso, a perfeição das cores e o desenho das asas e das penas de tantos pássaros nos assombra. Acrescente a isso a sua agilidade em trançar e fazer ninhos, seja no solo, em saliências de penhascos ou em árvores. Tal inteligência inata sem dúvida impressiona a mente humilde. Como vieram a existir? Por acaso ou por desígnio?

      O cérebro humano “Talvez existam de dez trilhões a cem trilhões de sinapses no cérebro, cada qual operando como minúscula calculadora que registra os sinais que vêm em forma de impulsos elétricos.” (The Brain) Tendemos a considerar corriqueiro o cérebro, no entanto, trata-se de um intrincado universo encerrado e protegido no crânio. Como viemos a ter esse órgão que habilita os humanos a pensar, a ponderar e a falar milhares de idiomas? Através de milhões de lances de sorte? Ou por desígnio inteligente?

      [Diagrama nas páginas 16, 17]

      Diagrama Simplificado do Exterior do Cérebro

      Córtex sensorial

      Analisa os impulsos sensoriais de todo o corpo

      Lobo occipital

      Processa os sinais visuais

      Cerebelo

      Controla o equilíbrio e a coordenação

      Córtex pré-motor

      Controla a coordenação muscular

      Córtex motor

      Ajuda a controlar movimentos conscientes

      Lobo frontal

      Ajuda a controlar o raciocínio, as emoções, a fala, os movimentos

      Lobo temporal

      Processa o som; controla aspectos da aprendizagem, memória, linguagem, emoções

      [Diagrama na página 16]

      Terminal do axônio

      Neurotransmissores

      Dendrite

      Sinapse

      [Diagrama nas páginas 16, 17]

      Neurônio

      Dendrites

      Axônio

      Dendrites

      Sinapse

      Neurônio

      Axônio

      “Talvez existam de dez trilhões a cem trilhões de sinapses no cérebro, cada qual operando como minúscula calculadora que registra os sinais que vêm em forma de impulsos elétricos.” — THE BRAIN

      [Crédito da foto na página 13]

      Lua e planetas: foto da NASA

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