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A minguante fauna da terraDespertai! — 1997 | 8 de julho
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O crescimento demográfico acelerou o ritmo da extinção, mas a pressão do aumento populacional não é o único fator responsável. Muitos animais — o pombo-viajante, o moa, o grande pingüim e o tilacino, para mencionar apenas alguns — foram extintos muito antes que o aumento demográfico, em si, constituísse ameaça. O Dr. J. D. Kelly, diretor da Junta de Jardins Zoológicos de Nova Gales do Sul, Austrália, diz a respeito dos antecedentes daquele país: “A perda da biodiversidade desde a colonização, em 1788, é uma vergonha nacional.” Essa observação sem dúvida se aplica também a muitos outros países. Sugere também que há causas mais sinistras de extinção: a ignorância e a ganância.
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Zoológicos: a última esperança de preservação da fauna?Despertai! — 1997 | 8 de julho
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Indicando uma razão compelente para tal cooperação, o livro Zoo—The Modern Ark (Zoológico — A Arca Moderna) diz: “A fim de minimizar os perniciosos cruzamentos consangüíneos, um zoológico não mais poderia restringir-se a, digamos, cuidar de seus próprios poucos exemplares de tigres siberianos. Mas, fazia-se necessário que toda a população de tigres siberianos de todos os zoológicos do continente — ou do mundo — fossem considerados como um contingente único.” É necessário centenas de cada espécie para minimizar ou eliminar o cruzamento consangüíneo, que resulta em infertilidade e extinção. E isso, é lógico, nenhum zoológico pode realizar sozinho. Strategy diz: “É preciso que haja um esforço conjunto para proporcionar à biosfera da Terra . . . a melhor chance possível de sobrevivência. Há muitos que crêem que, se não preservarmos outras espécies, não preservaremos a nós mesmos.” Naturalmente, essa atitude pessimista não leva em conta a promessa da Bíblia de que a Terra voltará a ser um paraíso. — Revelação (Apocalipse) 11:18; 21:1-4.
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