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Atividades ampliadas durante a presença de CristoA Sentinela — 1993 | 1.° de maio
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7, 8. (a) O que são ‘todos os bens’ do Amo? (b) O que se requeria do escravo ao assumir a supervisão desses bens?
7 Portanto, o que são “todos os seus bens”? São obviamente todos os valores espirituais na Terra, que se tornaram propriedade de Cristo com relação à sua autoridade qual Rei celestial. Isto inclui definitivamente a comissão de fazer discípulos de Cristo, com o grandioso privilégio de atuarem como representantes do estabelecido Reino de Deus junto a todas as nações do mundo.
8 Essa promoção para assumir a supervisão de todos os bens do Amo requeria que a classe do escravo dedicasse mais tempo e atenção à realização da obra do Reino, e, sim, que providenciasse instalações maiores para essa obra. Havia agora um campo muito maior de trabalho — a inteira Terra habitada.
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Atividades ampliadas durante a presença de CristoA Sentinela — 1993 | 1.° de maio
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Privilégios adicionais
4, 5. (a) De que modo constitui uma pergunta feita por Jesus Cristo um desafio para cada um dos da classe do escravo hoje em dia? (b) De que maneira devem ser entendidas as expressões “escravo fiel e discreto” e “seus domésticos”? (c) Que comissão deu Jesus ao escravo?
4 Em 1919, a purificada classe do escravo podia esperar atividades sempre maiores. Lá em 1914, Jesus Cristo, seu Amo, obtivera um Reino celestial. Ao retornar aos da sua casa, para inspecionar todos os seus “domésticos”, ele estava investido de dignidade régia que não tivera quando estava aqui na Terra. O que encontrou? Estava a classe do escravo atarefada em cuidar dos interesses do Amo? Conforme registrado em Mateus 24:45-47, Jesus fez uma pergunta que desafiava cada discípulo ungido a examinar sua devoção pessoal ao Messias de Jeová: “Quem é realmente o escravo fiel e discreto a quem o seu amo designou sobre os seus domésticos, para dar-lhes o seu alimento no tempo apropriado? Feliz aquele escravo, se o seu amo, ao chegar, o achar fazendo assim! Deveras, eu vos digo: Ele o designará sobre todos os seus bens.”
5 Obviamente, a descrição que Jesus fez deste escravo fiel não se ajusta a nenhum único ser humano. Não, mas descreve realmente a congregação fiel e ungida de Cristo como um todo, como grupo. Os domésticos são os seguidores de Cristo em sentido individual. Jesus sabia que iria comprar esses ungidos com seu próprio sangue, de modo que se referia a eles apropriadamente como seu escravo em sentido coletivo. Primeira aos Coríntios 7:23 diz a respeito deles: “Vós fostes comprados por um preço; parai de vos tornardes escravos de homens.” Jesus comissionou os da Sua classe do escravo para que deixassem brilhar a luz, a fim de atrair e fazer mais discípulos, e alimentar progressivamente Seus domésticos por dar-lhes o alimento espiritual no tempo apropriado.
6. Como foi o escravo recompensado em resultado da inspeção de Jesus?
6 Desde o início da presença de Cristo até 1918, a classe do escravo, apesar de impopularidade, perseguição e até um pouco de confusão, havia procurado fornecer alimento oportuno aos domésticos. Foi isso o que o Amo encontrou quando começou sua inspeção. O Senhor Jesus se agradou disso, e em 1919 pronunciou feliz essa aprovada classe do escravo fiel. Qual foi a deleitosa recompensa do escravo por ter feito o que o Amo lhe designara fazer? Uma promoção! Sim, receberam responsabilidades maiores em promover os interesses do Amo. Visto que o Amo era então um Rei celestial, seus bens terrestres tornaram-se ainda mais preciosos.
7, 8. (a) O que são ‘todos os bens’ do Amo? (b) O que se requeria do escravo ao assumir a supervisão desses bens?
7 Portanto, o que são “todos os seus bens”? São obviamente todos os valores espirituais na Terra, que se tornaram propriedade de Cristo com relação à sua autoridade qual Rei celestial. Isto inclui definitivamente a comissão de fazer discípulos de Cristo, com o grandioso privilégio de atuarem como representantes do estabelecido Reino de Deus junto a todas as nações do mundo.
8 Essa promoção para assumir a supervisão de todos os bens do Amo requeria que a classe do escravo dedicasse mais tempo e atenção à realização da obra do Reino, e, sim, que providenciasse instalações maiores para essa obra. Havia agora um campo muito maior de trabalho — a inteira Terra habitada.
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