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Você consegue!Despertai! — 2012 | novembro
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Você consegue!
“Fico muito feliz quando minhas duas filhinhas me surpreendem com um abraço e dizem: ‘Amamos você, mamãe!’” — ANNA, MÃE SOLTEIRA NA POLÔNIA.
“Meus filhos costumam mostrar gratidão pelas coisas que faço por eles. Fico feliz com isso. Às vezes, me dão presentinhos, como desenhos que eles mesmos fizeram. Isso compensa qualquer esforço.” — MASSIMO, PAI SOLTEIRO NA ITÁLIA.
“Às vezes, quando fico um pouco deprimida, um dos meus filhos me abraça, me dá um beijo e diz que me ama.” — YASMIN, MÃE SOLTEIRA NA ÁFRICA DO SUL.
ESSES são apenas alguns dos comentários que Despertai! recebeu de dezenas de mães e pais solteiros que participaram de uma pesquisa internacional. Muitos deles, a maioria mulheres, admitiram que sentem muita falta do apoio de um cônjuge amoroso.a Mas seus depoimentos sinceros também mostraram que conseguiram se adaptar bem à situação.
O que ajudou essas pessoas a se adaptar e vencer os desafios? Nos próximos artigos, veremos os seus depoimentos francos e práticos, além de alguns dos princípios fundamentais que as ajudaram. Se você cria seus filhos sozinha, esperamos que esses artigos a ajudem a cumprir essa tarefa difícil com alegria e satisfação. Sem dúvida, isso não é nada fácil nesta época de mudanças e incertezas em que vivemos.b
Esses artigos se concentrarão em seis aspectos. Como mães e pais solteiros podem:
Conseguir mais apoio
Melhorar a comunicação com os filhos
Estabelecer as prioridades certas
Definir limites de comportamento
Ensinar bons valores
Incluir Deus na família
a Visto que a maioria das pessoas nessa situação são mulheres, usaremos o gênero feminino nesta série de artigos. No entanto, as sugestões também se aplicam a homens que criam os filhos sozinhos.
b Muitos dos princípios apresentados nesta série de artigos também podem ser úteis para famílias com pai e mãe.
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1 Busque apoioDespertai! — 2012 | novembro
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1 Busque apoio
“Temos amigos maravilhosos na congregação. Eles são amorosos e prestativos. São como parte da nossa família.” — LIZAAN, MÃE DE DOIS ADOLESCENTES.
Desafio.
Alina, mãe de dois meninos, diz: “Meus maiores desafios são o cansaço e a constante falta de tempo.” Essa é a realidade da maioria das mães solteiras. É por isso que muitas têm um grupo de amigos a quem podem recorrer sem constrangimento.
Sugestões.
Busque o apoio de parentes e amigos de confiança. Que acha de fazer uma lista de pessoas a quem você pode pedir ajuda em coisas como tomar conta dos filhos, transporte, consertos na casa e apoio emocional? Mantenha a lista atualizada. Verifique também se existe algum tipo de serviço oferecido pelo governo ou por outras instituições.
Renata, que é Testemunha de Jeová, recebeu muita ajuda de outros cristãos. Ela disse: “Sempre posso contar com eles. Quando eu e minhas duas filhas de 9 anos ficamos gripadas, eu não conseguia cozinhar. Assim que a congregação ficou sabendo disso, alguém trazia comida todo dia.” Esses atos de bondade lembram o que a Bíblia diz em 1 João 3:18: “Filhinhos, amemos, não em palavra nem com a língua, mas em ação e em verdade.”
Será que o pai ou a mãe que não detém a guarda dos filhos pode ajudar? Se ele ou ela tem permissão da justiça para ter contato com os filhos e é uma pessoa responsável e disposta a ajudar, que tal dividir as responsabilidades? Afinal, os filhos precisam tanto do pai como da mãe.a
Treine seus filhos para ajudar. Quando você dá aos seus filhos tarefas adequadas à sua idade, isso ajuda tanto você como eles. O trabalho ensina as crianças a ser responsáveis e a ter uma boa ética de trabalho, o que será muito importante na vida adulta.
a Pais e mães cristãos devem fazer o máximo para pôr em prática os princípios da Bíblia e pensar no que é melhor para os filhos. As decisões da justiça devem ser respeitadas.
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2 Melhore sua comunicaçãoDespertai! — 2012 | novembro
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2 Melhore sua comunicação
“Aprendi a escutar, escutar e escutar; por mais cansada que eu esteja.” — MIRANDA, ÁFRICA DO SUL.
Desafio.
Cristina diz: “Por causa das minhas muitas responsabilidades e do cansaço, meu desafio não é apenas ‘estar’ com minha filha, mas conseguir lhe dar a atenção e o carinho que ela precisa.”
Sugestões.
Mantenha as linhas de comunicação abertas. “Tento dar o exemplo”, comenta Elizabeth, mãe de cinco filhos, “e meus filhos se abrem comigo. Também os incentivo a se comunicarem e nunca irem dormir bravos um com o outro. Além disso, eles sabem que eu não admito que fiquem sem se falar”.
Preste atenção quando seus filhos estão falando. “Quando meu filho era pequeno”, escreveu Lyanne, “ele não parava de falar, e eu acabava deixando de prestar atenção ao que ele dizia. Depois, quando ficou adolescente, ele parou de contar as coisas para mim, e percebi o grande erro que eu tinha cometido. Daí, para corrigir isso, me esforcei tanto que acabei exagerando, quase o obrigando a conversar comigo. Então, fui falar com um ancião de minha congregação. Ele me aconselhou a relaxar e a puxar conversa de modo natural. Fiz isso e as coisas começaram a melhorar”.
Seja paciente. Existe “tempo para ficar quieto e tempo para falar”, diz Eclesiastes 3:7. Dulce, que tem três filhos, conta: “Quando meus filhos não queriam conversar, eu deixava bem claro que podiam me procurar quando quisessem.” Não force a comunicação. Com jeito e paciência, incentive seu filho a se expressar. É isso que a Bíblia recomenda. “Os pensamentos de uma pessoa são como água em poço fundo, mas quem é inteligente sabe como tirá-los para fora.” — Provérbios 20:5, Bíblia na Linguagem de Hoje.
Seja “rápido no ouvir, vagaroso no falar”. (Tiago 1:19) Lizaan, citada no artigo anterior, diz: “Eu precisava morder a língua quando meus filhos vinham com um problema. Também tive de aprender a não dar logo um conselho, mas falar calmamente quando lidava com questões preocupantes.” Leasa, que tem dois filhos, escreveu: “Eu não era uma boa ouvinte. Às vezes, os problemas dos meus filhos pareciam insignificantes para mim, então tive de aprender a ser mais compreensiva.”
“Vossa pronunciação seja sempre com graça.” (Colossenses 4:6) “Para não atrapalhar nossa comunicação”, conta Lyanne, “eu tenho de me esforçar para ficar o mais calma e tranquila possível, mesmo quando o assunto é sério”.
Se você não se esforçar para manter a calma, talvez perca a cabeça e acabe gritando, o que só vai piorar a situação. (Efésios 4:31) Por exemplo, gritar com uma criança pode inibir a comunicação e resultar em problemas de comportamento.
Conheça seus filhos. “Meus dois filhos são bem diferentes”, diz Yasmin, já mencionada. “Um é falante, o outro reservado. Com aquele que é mais quieto, descobri que é melhor não ser tão direta. Por isso, converso com ele quando estamos fazendo outra coisa, como brincando juntos ou enquanto ele está falando sobre algo que lhe interessa. Aproveito esses momentos para perguntar com jeito o que ele acha sobre certo assunto.”
Que dizer se um filho fica constrangido de falar com sua mãe sobre certos assuntos pessoais? O filho adolescente de Misao, que se sentia assim, dizia a ela: “Você não me entende!” Ela procurou ajuda de um irmão cristão maduro e confiável. “Ele se tornou o conselheiro de meu filho, que agora está bem mais tranquilo”, conta Misao.
Não confunda o papel de mãe com o de amiga. “Minha filha adolescente era minha confidente”, diz Iwona, mãe de dois filhos. “Eu sabia que isso não estava certo, mas caí nesse erro e tive de corrigi-lo.” É verdade que você quer ter um bom relacionamento com seus filhos, mas lembre-se de que você é a mãe, a autoridade no lar. Quando mantém sua dignidade e mostra maturidade e estabilidade, fica mais fácil para seus filhos honrarem você e respeitar o mandamento bíblico: “Filhos, sede obedientes aos vossos pais.” — Efésios 6:1, 2.
‘Amem seus filhos.’ (Tito 2:4) Os filhos precisam de amor assim como precisam comer e beber. Então, reafirme esse amor com frequência em palavras e ações. Assim, eles se sentirão mais seguros, estarão mais dispostos a conversar com você e a lhe obedecer.
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3 Estabeleça as prioridades certasDespertai! — 2012 | novembro
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3 Estabeleça as prioridades certas
“Eu vivia cansada — pensando em como conciliar trabalho, casa, filhos, religião e descanso.” — YOKO, JAPÃO.
Desafio.
Miranda, mãe de dois meninos, comentou: “Meu maior desafio é ser uma mãe que trabalha fora e ao mesmo tempo suprir todas as necessidades dos filhos — físicas, mentais, emocionais e espirituais — sem a ajuda de um marido.”
Sugestões.
Decida o que é importante de verdade para você e seus filhos e dê prioridade a essas coisas.
Não abra mão dessas prioridades; aprenda a administrar seu tempo e finanças de acordo com elas. Por exemplo, visto que a saúde de seus filhos é importante, use seu dinheiro suado para comprar alimentos nutritivos — é melhor do que gastá-lo com remédios e tratamentos médicos. Antes de fazer compras, faça uma lista. Isso ajuda a não comprar por impulso. “Gosto de cozinhar”, diz Roberto, que mora nos Estados Unidos com seus quatro filhos. “Aprendi a me concentrar, não nos desejos, mas nas necessidades — isto é, nas coisas que são realmente necessárias apenas para aquele dia.”
Use seu dinheiro suado para comprar alimentos nutritivos. É melhor do que gastá-lo com remédios e tratamentos médicos
Livre-se de roupas, livros, aparelhos e outras coisas que nunca usa. Uma mãe solteira escreveu: “O segredo para simplificar sua vida é não acumular coisas, pois isso só gera estresse. Quanto mais você tem, mais coisas tem para limpar, cuidar e consertar.”
Não deixe sua casa ficar fora de controle. Ensine seus filhos a arrumar as coisas deles toda noite. Essa disciplina doméstica vai ensiná-los a ter responsabilidade pelo quarto deles e até mesmo pela casa. É claro que seu exemplo dará peso às suas palavras.
Embora talvez esteja bem ocupada, você deve passar tempo com os filhos — não apenas momentos curtos do chamado “tempo de qualidade”, mas o máximo de tempo possível. Eles precisam do seu tempo e da sua atenção. — Deuteronômio 6:7.
Tenha pelo menos uma refeição em família por dia e torne esses momentos agradáveis. Colette, mãe de três filhos que mora na França, diz: “Combinamos que o jantar, hora em que todos estavam em casa, seria uma ocasião descontraída para conversar sobre qualquer assunto, incluindo os espirituais. O jantar era e ainda é um momento especial para nossa família.”
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4 Defina limites clarosDespertai! — 2012 | novembro
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4 Defina limites claros
“Criar filhos sozinha não é fácil, principalmente quando eles se tornam adolescentes e sentem a pressão do mundo para se rebelar contra os pais.” — DULCE, ÁFRICA DO SUL.
Desafio.
A Bíblia predisse que “nos últimos dias” os filhos em geral seriam “desobedientes aos pais”. — 2 Timóteo 3:1, 2.
Sugestões.
Reconheça que “os filhos precisam de uma vida estruturada e organizada para se desenvolverem bem”. (The Single Parent Resource, de Brook Noel) “Os relacionamentos ficam melhores e menos estressantes quando há limites claros”, escreveu Barry G. Ginsberg, especialista em psicologia infantil e familiar. Ele acrescentou: “Quanto mais explícitos nossos limites e mais claramente eles são expressos, mais fáceis ficam os relacionamentos.” Como você pode definir limites claros?
Seja firme. Um estudo australiano revelou que os filhos geralmente se comportam mal quando os pais não conseguem dizer não e quando costumam ceder para os filhos. É como a Bíblia diz: “O rapaz [ou a moça] deixado solto causará vergonha à sua mãe.” — Provérbios 29:15.
Não deixe que sentimentos de culpa por ser uma mãe solteira a tornem uma mãe permissiva. “Às vezes, minha primeira reação é sentir pena dos meus dois filhos porque eles não têm o pai para criá-los”, diz Yasmin, já mencionada. Mas, como veremos, ela não permitiu que seus sentimentos — que de forma alguma eram errados — falassem mais alto do que seu bom-senso.
Seja coerente e cumpra sua palavra. (Mateus 5:37) “A previsibilidade e a coerência na aplicação de disciplina ajudam a evitar problemas comportamentais e emocionais nas crianças”, comentou o American Journal of Orthopsychiatry. Yasmin disse: “Sentei com meus meninos e conversamos sobre disciplina. Quando eles fazem algo errado, procuro ser coerente. Mas aprendi a ouvir primeiro e depois explicar com calma como o que eles fizeram afetou a família. Só então aplico a disciplina já estabelecida.”
Seja razoável; não discipline com raiva. Embora precise ser firme para fazer o que é certo, você também precisa ser flexível quando necessário. “A sabedoria de cima” — ou seja, a de Deus — é “razoável”, diz Tiago 3:17. Pessoas razoáveis não agem quando estão com os nervos à flor da pele nem de modo precipitado. E nem sempre seguem à risca leis e regras. Na verdade, elas pensam primeiro, talvez até mesmo orando sobre o assunto, e daí estão em condições de agir de modo mais apropriado e calmo.
Com firmeza, coerência e razoabilidade — sem esquecer de dar bom exemplo —, você conseguirá definir limites que tornarão seu lar um abrigo seguro para seus filhos.
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5 Ensine bons valoresDespertai! — 2012 | novembro
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5 Ensine bons valores
“No passado, eu não seguia os padrões da Bíblia e achava difícil educar meus filhos. Mas agora é bem mais fácil porque tenho a Bíblia para me ajudar.” — ELIZABETH, ÁFRICA DO SUL.
Desafio.
A pressão de colegas na escola e a decadente moralidade no mundo exercem forte influência nas famílias. Para resistir, os filhos precisam de bons valores. Do contrário, dificilmente se tornarão adultos responsáveis, íntegros e bem-educados.
Sugestões.
Muitas mães e pais solteiros, incluindo os entrevistados nesta série de artigos, buscam orientação na Bíblia, reconhecendo que ela contém a incomparável sabedoria de Deus. Veja, por exemplo, o que ela diz sobre o princípio mais importante de todos: o amor verdadeiro.
“O amor é longânime e benigno. O amor não é ciumento, não se gaba, não se enfuna, não se comporta indecentemente, não procura os seus próprios interesses, não fica encolerizado. Não leva em conta o dano. Não se alegra com a injustiça, mas alegra-se com a verdade. Suporta todas as coisas, . . . espera todas as coisas, persevera em todas as coisas. O amor nunca falha.” — 1 Coríntios 13:4-8.
Quando os pais mostram esse tipo de amor, os resultados são positivos. Colette, já mencionada, escreveu: “Sempre dizia aos meus filhos que os amava. Também lhes dizia que eles eram presentes de Deus e por isso eu precisava cuidar bem deles. Eles, por sua vez, tinham de ser educados e respeitosos comigo e com o pai [que não detém a guarda deles]. Isso ajudou a criar um clima de confiança e respeito em nosso lar.” — Salmo 127:3.
Anna, já citada, escreveu: “Quando meus filhos se desentendiam, eu os lembrava das palavras de Jesus de que devemos fazer aos outros o que queremos que eles nos façam.” (Mateus 7:12) Roberto, já mencionado, enfrenta um problema comum a muitos pais solteiros. Ele comenta: “Meus filhos recebem dois conjuntos de valores — os meus e os da mãe. Por seguir os valores da Bíblia, sei que não serei o preferido deles naquele dia ou semana.” Ele também diz: “A mãe às vezes lhes dá presentes esperando ganhar a preferência deles. Fico tentado a entrar nessa disputa, mas a boa comunicação com as crianças tem ajudado.”
Nem sempre é fácil seguir os padrões da Bíblia, mas os resultados valem muito a pena. Sarah, uma mãe solteira na África do Sul, observa: “Fico feliz por meus filhos terem sido criados com a orientação de Jeová. É verdade que enfrentamos desafios, mas Deus sempre nos ajudou.”
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6 Busque a ajuda de DeusDespertai! — 2012 | novembro
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6 Busque a ajuda de Deus
“Quando meu marido nos abandonou, orei a Deus pedindo ajuda. Ele respondeu minha oração. Eu e meus filhos nunca passamos necessidade. Deus nos ajudou e nos orientou.” — MAKI, JAPÃO.
NESTE mundo cada vez mais materialista, as pessoas quase não pensam em Deus. Mesmo assim, nosso Criador está interessado em nós e quer que sejamos felizes. Seus sentimentos são bem expressos em Isaías 41:10: “Não tenhas medo, pois estou contigo. . . . Vou realmente ajudar-te.”
No artigo anterior, vimos como Deus nos ajuda por meio dos bons valores encontrados na Bíblia. (2 Timóteo 3:16) Mas a Bíblia é muito mais que um manual. Ela revela a maravilhosa personalidade de Deus e seu amor por nós. Como muitos pais cristãos — solteiros e casados — descobriram, quando aplicamos os ensinos da Bíblia, realmente sentimos a bondade de Deus.
Robert, Áustria: “Jeová Deus é melhor pai ou mãe do que qualquer um de nós. Ele sabe do que nossos filhos precisam e também como protegê-los. Por isso, sempre oro a ele com minha filha.”
Ayusa, Japão: “Fico feliz quando vejo meu filho mostrar confiança no apoio de Jeová e dizer ‘Jeová está do nosso lado, tudo vai dar certo’.”
Cristina, Itália: “Quando um problema parece não ter solução, oro a Jeová e deixo o assunto em suas mãos. Na mesma hora, sinto paz interior por saber que o problema será resolvido da melhor maneira possível.”
Laurentine, França: “Posso garantir que Jeová tem me abençoado como mãe solteira. Ele realmente vem em auxílio dos aflitos e dos que não têm pai ou mãe.”
Keiko, Japão: “Deus é imparcial. Ele deseja cuidar bem de todas as famílias, quer tenham os dois pais quer apenas um.” — Atos 10:34.
Refletindo a compaixão e a preocupação de Deus por nós, Jesus Cristo disse: “Vinde a mim, todos os que estais labutando e que estais sobrecarregados, e eu vos reanimarei . . . , pois sou de temperamento brando e humilde de coração, e achareis revigoramento para as vossas almas.” (Mateus 11:28-30) Não tenha dúvida, Jesus e seu Pai celestial, Jeová Deus, desejam que nos sintamos seguros sob o cuidado amoroso deles. No Salmo 34:8, lemos: “Saboreai e vede que Jeová é bom.” Deus quer que você perceba por si mesmo que Seus conselhos funcionam e que ele deseja o melhor para você. Está disposto a aceitar esse convite de nosso Pai amoroso?
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