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PavorEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2
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Também a evidência de divinamente inspirada coragem e força pode provocar um pavor sadio e uma reação obediente. Assim, quando o Rei Saul com vigor apelou para que os israelitas participassem na defesa de Jabes-Gileade, eles ficaram cheios do “pavor de Jeová” e corresponderam “como um só homem”. — 1Sa 11:7.
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PavorEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2
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Ter pavor sadio de Jeová, refletido no desejo de evitar aquilo que Ele desaprova, é vital quando se quer continuar como Seu servo. Este pavor tornou possível que Jó fosse inculpe e reto. (Jó 1:1; 23:15; 31:23) E habilitou o salmista a perseverar num proceder que tinha o favor divino apesar de perseguido por príncipes. (Sal 119:120, 161) Jeosafá exortou os juízes designados a terem tal pavor correto, para serem imparciais ao fazer decisões justas. — 2Cr 19:5-7.
Jeová é o Protetor e Sustentador do seu povo. De modo que não há nenhum motivo para alguém ter pavor de homens, mostrando intenso medo do que estes possam fazer e assim ceder às demandas impróprias deles. (Sal 27:1; 78:53; 91:2-5; Is 12:2) Mas isto não significa que os servos de Deus nunca sofram no atual sistema de coisas. Ocasionalmente, encontram-se numa situação lastimável e desfavorável. Não se dando conta de que estes ainda gozam do cuidado de Jeová, pessoas sem fé talvez os abandonem apavoradas, não querendo compartilhar sua aparentemente desesperada sorte. (Sal 31:11) Mas Jeová não os abandona. — Sal 27:10; 94:14.
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