BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • O nunca esquecido Dilúvio
    A Sentinela — 1992 | 15 de janeiro
    • O nunca esquecido Dilúvio

      UNS 4.300 anos atrás, a Terra foi inundada por um catastrófico dilúvio. Num único e gigantesco golpe, ele aniquilou quase todos os seres vivos. Foi de tal magnitude que deixou indelével impressão na humanidade, e o relato disto passou de geração em geração.

      Cerca de 850 anos após o Dilúvio, o escritor hebreu Moisés assentou por escrito o relato dessa catástrofe que se abateu sobre toda a Terra. Esse relato foi preservado no livro bíblico de Gênesis, onde podemos ler os vívidos pormenores nos Gên. capítulos 6 a 8.

      O Relato Bíblico Sobre o Dilúvio

      Gênesis fornece os seguintes pormenores, obviamente segundo uma testemunha ocular: “No seiscentésimo ano da vida de Noé, no segundo mês, no dia dezessete do mês, neste dia romperam-se todos os mananciais da vasta água de profundeza e abriram-se as comportas dos céus. E o dilúvio prosseguiu por quarenta dias sobre a terra, e as águas continuaram a aumentar e começaram a carregar a arca, e ela flutuava alto por cima da terra. E as águas predominaram tão grandemente sobre a terra, que ficaram cobertos todos os altos montes que havia debaixo de todos os céus.” — Gênesis 7:11, 17, 19.

      Sobre o impacto do Dilúvio nos seres vivos, a Bíblia diz: “Toda a carne que se movia sobre a terra expirou, dentre as criaturas voadoras, e dentre os animais domésticos, e dentre os animais selváticos, e dentre os enxames de criaturas que pululavam na terra, bem como toda a humanidade.” Contudo, Noé e sete outras pessoas sobreviveram, junto com exemplares de todos os animais, criaturas voadoras e coisas que se moviam sobre o solo. (Gênesis 7:21, 23) Todos foram preservados numa grande arca flutuante que tinha cerca de 133 metros de comprimento, 22 de largura e 13 de altura. Tendo por única função ser à prova de água e flutuar, a arca não tinha fundo curvo, proa afilada, meios de propulsão ou equipamento para navegação. A arca de Noé era simplesmente uma embarcação retangular em forma de caixa.

      Cinco meses após o início do Dilúvio, a arca veio a pousar nas montanhas de Ararate, situadas na atual Turquia oriental. Noé e sua família saíram da arca e pisaram em terra seca um ano após o início do Dilúvio, recomeçando então a rotina normal da vida. (Gênesis 8:14-19) Com o tempo, a humanidade já se tinha multiplicado o suficiente para começar a construir a cidade de Babel e sua infame torre, perto do rio Eufrates. Dali, as pessoas gradualmente se espalharam para todas as partes da Terra quando Deus confundiu a língua da humanidade. (Gênesis 11:1-9) Mas o que aconteceu com a arca?

      Em Busca da Arca

      Desde o século 19, têm-se feito numerosas tentativas de encontrar a arca nas montanhas de Ararate. Estas têm dois picos proeminentes, um com 5.165 metros de altura e o outro com 3.914 metros. O mais elevado acha-se perpetuamente coberto de neve. Devido às mudanças climáticas que se seguiram ao Dilúvio, a arca logo teria sido coberta de neve. Alguns investigadores acreditam firmemente que a arca ainda está lá, sepultada bem fundo numa geleira. Afirmam que houve períodos em que o gelo derreteu o bastante para permitir que parte da arca ficasse temporariamente exposta.

      O livro In Search of Noah’s Ark (Em Busca da Arca de Noé) cita o Sr. George Hagopian, armênio, que dizia ter escalado o monte Ararate e visto a arca em 1902 e novamente em 1904. Na primeira visita, disse o Sr. Hagopian, ele chegou a subir no alto da arca. “Fiquei em pé e examinei toda a embarcação. Era comprida. Tinha uns doze metros de altura.” A respeito do que observou na visita subseqüente, ele disse: “Não vi nenhuma curva. Era diferente de qualquer outro barco que eu já vira. Parecia mais uma barcaça de fundo achatado.”

      Entre 1952 e 1969, Fernand Navarra fez quatro tentativas de encontrar evidências da arca. Em sua terceira viagem ao monte Ararate, ele conseguiu chegar ao fundo duma fenda numa geleira, onde encontrou uma madeira preta encravada no gelo. “Devia ser muito comprida”, disse ele, “e talvez ainda estivesse presa a outras partes da estrutura da embarcação. O que pude fazer foi cortar ao longo dos veios até que consegui arrancar um pedaço de cerca de um metro e meio”.

      O professor Richard Bliss, um dos muitos peritos que examinaram a madeira, disse: “A amostra de madeira do Sr. Navarra é uma viga estrutural e está impregnada de piche betuminoso. Tem juntas macho e fêmea. E é decididamente talhada e esquadriada a mão.” A idade estimada da madeira foi fixada entre cerca de quatro ou cinco mil anos.

      Embora se tenham feito esforços para encontrar a arca no monte Ararate, a prova definitiva de que ela foi usada para tornar possível a sobrevivência a uma inundação cataclísmica acha-se no registro escrito desse acontecimento, no livro bíblico de Gênesis. Pode-se constatar a confirmação desse registro no grande número de lendas sobre um dilúvio entre povos primitivos no mundo todo. Considere o testemunho de tais lendas no artigo que segue.

      [Foto nas páginas 4, 5]

      A arca tinha capacidade de transporte igual à de 10 trens de carga de cerca de 25 vagões cada um!

  • O Dilúvio nas lendas do mundo
    A Sentinela — 1992 | 15 de janeiro
    • O Dilúvio nas lendas do mundo

      O DILÚVIO dos dias de Noé foi um cataclismo tão devastador que a humanidade nunca conseguiu esquecê-lo. Mais de 2.400 anos depois, Jesus Cristo referiu-se a ele como fato histórico. (Mateus 24:37-39) Esse assombroso acontecimento deixou tão indelével impressão na raça humana que se tornou lendário no mundo todo.

      Philip Freund, no livro Myths of Creation (Mitos da Criação), estima que mais de 500 lendas do Dilúvio sejam contadas por mais de 250 tribos e povos. Como seria de esperar, com o passar dos séculos, essas lendas foram muito floreadas com acontecimentos e personagens imaginários. Em todas elas, porém, encontram-se similaridades básicas.

      Surpreendentes Similaridades

      Ao passo que migravam da Mesopotâmia, após o Dilúvio, os povos levavam relatos dessa catástrofe a todas as partes da Terra. É por isso que habitantes da Ásia, das ilhas no Pacífico Sul, da América do Norte, da América Central e da América do Sul contam histórias sobre esse impressionante acontecimento. As muitas lendas do Dilúvio existiam bem antes de esses povos serem postos em contato com a Bíblia. Todavia, têm pontos básicos em comum com o relato bíblico do Dilúvio.

      Algumas lendas falam de gigantes violentos que viviam na Terra antes do Dilúvio. Semelhante a isto, a Bíblia indica que, antes do Dilúvio, anjos desobedientes materializaram corpos carnais, coabitaram com mulheres e produziram uma raça de gigantes chamados nefilins. — Gênesis 6:1-4; 2 Pedro 2:4, 5.

      As lendas do Dilúvio em geral indicam que um único homem foi avisado de uma vindoura inundação de origem divina. Segundo a Bíblia, Jeová Deus avisou a Noé que destruiria os iníquos e os violentos. Deus lhe disse: “Chegou o fim de toda a carne diante de mim, porque a terra está cheia de violência por causa deles; e eis que os arruíno juntamente com a terra.” — Gênesis 6:13.

      As lendas em torno do Dilúvio geralmente indicam que o resultado foi destruição global. Similarmente, a Bíblia diz: “As águas predominaram tão grandemente sobre a terra, que ficaram cobertos todos os altos montes que havia debaixo de todos os céus. Morreu tudo em que o fôlego da força da vida estava ativo nas suas narinas, a saber, todos os que estavam em solo seco.” — Gênesis 7:19, 22.

      A maioria das lendas do Dilúvio diz que um homem sobreviveu, junto com uma ou mais pessoas. Muitas dizem que ele se refugiou num barco por ele mesmo construído e que este barco veio a parar numa montanha. Semelhante a isto, as Escrituras dizem que Noé construiu uma arca. Dizem também: “Sobreviviam somente Noé e os com ele na arca.” (Gênesis 6:5-8; 7:23) Segundo a Bíblia, depois do Dilúvio “a arca veio a pousar nos montes de Ararate”, onde Noé e sua família desembarcaram. (Gênesis 8:4, 15-18) As lendas também indicam que os sobreviventes do Dilúvio passaram a repovoar a Terra, como, segundo a Bíblia, a família de Noé fez. — Gênesis 9:1; 10:1.

      Antigas Lendas do Dilúvio

      Tendo em mente os pontos precedentes, consideremos algumas lendas do Dilúvio. Comecemos pelos sumerianos, antigo povo que habitava a Mesopotâmia. Sua versão do Dilúvio foi encontrada numa tabuinha de argila descoberta nas ruínas de Nipur. Essa tabuinha diz que os deuses sumerianos Anu e Enlil decidiram destruir a humanidade com um gigantesco dilúvio. Tendo sido avisado pelo deus Enqui, Ziusudra e sua família conseguiram sobreviver num enorme barco.

      A Epopéia de Gilgamés, babilônica, contém muitos detalhes. Segundo ela, Gilgamés visitou seu ancestral, Utnapichtim, a quem se concedera vida eterna após ter sobrevivido ao Dilúvio. Na conversa que tiveram, Utnapichtim explicou que recebera instruções de construir um navio e de levar nele gado, animais selvagens e a família. Ele construiu o navio em forma de enorme cubo de 60 metros de cada face, com seis pavimentos. Utnapichtim conta a Gilgamés que a tempestade durou seis dias e seis noites, e então diz: “Ao chegar o sétimo dia, o furacão, o Dilúvio, o choque da batalha que tinham golpeado como um exército foram rompidos. O mar se acalmou, o ciclone passou, o Dilúvio cessou. Olhei para o mar e o som de vozes tinha acabado. E toda a humanidade se tinha transformado em argila.”

      Depois de a embarcação assentar no monte Nisir, Utnapichtim soltou uma pomba, que retornou ao barco por não achar onde pousar. Mais tarde soltou uma andorinha, que também voltou. Daí, um corvo, e, visto que este não retornou, Utnapichtim entendeu que as águas tinham baixado. Ele soltou então os animais e ofereceu um sacrifício.

      Esta antiqüíssima lenda é um tanto similar ao relato bíblico do Dilúvio. Faltam-lhe, porém, os pormenores vívidos e a simplicidade do relato bíblico, e ela não descreve dimensões razoáveis para a arca, nem fornece o período de tempo indicado nas Escrituras. Por exemplo, a Epopéia de Gilgamés dizia que a tempestade durara seis dias e seis noites, enquanto a Bíblia diz que “o aguaceiro sobre a terra continuou por quarenta dias e quarenta noites” — uma contínua chuva forte que por fim cobriu de água todo o globo. — Gênesis 7:12.

      Embora a Bíblia mencione oito sobreviventes do Dilúvio, na lenda grega apenas Deucalião e sua esposa, Pirra, sobreviveram. (2 Pedro 2:5) Segundo esta lenda, a Terra, antes do Dilúvio, era habitada por pessoas violentas chamadas de homens de bronze. O deus Zeus decidiu destruí-los com um grande dilúvio e mandou Deucalião construir uma enorme caixa e entrar nela. Quando as águas do dilúvio baixaram, a caixa pousou no monte Parnaso. Deucalião e Pirra desceram do monte e deram novo início à humanidade.

      Lendas do Extremo Oriente

      Na Índia, há uma lenda do Dilúvio, na qual Manu é o sobrevivente humano. Ele ajuda um pequeno peixe que cresce muito e o avisa de um devastador dilúvio. Manu constrói um barco, que o peixe puxa até que se firme numa montanha nos Himalaias. Quando as águas do dilúvio baixam, Manu desce da montanha e, com Ida, a personificação do seu sacrifício, renova a raça humana.

      Segundo a lenda chinesa do dilúvio, o deus do trovão dá um dente a duas crianças, Nuwa e Fuxi. Ele as instrui a plantá-lo e a se abrigar na cabaça que cresceria. Imediatamente nasce do dente uma árvore e produz uma enorme cabaça. Quando o deus do trovão causa um aguaceiro torrencial, as crianças entram na cabaça. Embora o dilúvio resultante afogue todos os demais habitantes da Terra, Nuwa e Fuxi sobrevivem e repovoam o globo.

      Nas Américas

      Os índios da América do Norte têm várias lendas cujo tema comum é um dilúvio que destrói todos, com exceção de umas poucas pessoas. Por exemplo, os arikaras, povo do grupo caddo, dizem que a Terra era outrora habitada por uma raça de pessoas tão fortes que ridicularizavam os deuses. O deus Nesaru destruiu esses gigantes por meio dum dilúvio, mas preservou seu povo, os animais e milho, numa caverna. Os havasupais dizem que o deus Hokomata causou um dilúvio que destruiu a humanidade. No entanto, o homem Tochopa preservou sua filha, Pukeheh, lacrando-a num tronco oco.

      Os índios nas Américas Central e do Sul têm lendas diluvianas com similaridades básicas. Os maias, da América Central, criam que uma grande serpente da chuva destruiu o mundo com torrentes de água. No México, a versão dos chimalpopocas diz que um dilúvio submergiu as montanhas. O deus Tezcatlipoca avisou o homem Nata, que escavou um tronco em que ele e sua esposa, Nena, se refugiaram até que as águas baixaram.

      No Peru, os chinchas têm uma lenda dum dilúvio de cinco dias que destruiu todos os homens, exceto um, a quem um lhama que falava conduziu a um lugar seguro numa montanha. Os aimarás, do Peru e da Bolívia, dizem que o deus Viracocha saiu do lago Titicaca e criou o mundo e homens anormalmente grandes e fortes. Visto que esta primeira raça o irou, Viracocha os destruiu com um dilúvio.

      Os tupinambás, do Brasil, falavam duma época em que um grande dilúvio afogou todos os seus ancestrais, exceto os que sobreviveram em canoas ou nos topos de árvores altas. Os caxinauás, também do Brasil, os macuxis, da Guiana, os caraíbas, da América Central, bem como os onas e os yahgans, da Terra do Fogo, na América do Sul, figuram entre as muitas tribos que têm lendas sobre um dilúvio.

      Pacífico Sul e Ásia

      Em todo o Pacífico Sul é comum lendas sobre um dilúvio com poucos sobreviventes. Há em Samoa, por exemplo, uma lenda de um dilúvio ocorrido em tempos passados que destruiu todos, exceto Pili e sua esposa. Eles encontraram um lugar de segurança numa rocha e, depois do dilúvio, repovoaram a Terra. Nas ilhas havaianas, o deus Kane ficou aborrecido com os humanos e enviou um dilúvio para destruí-los. Somente Nuʹu escapou num grande barco, que por fim parou numa montanha.

      Em Mindanau, nas Filipinas, os atas dizem que a Terra certa vez foi coberta por água que destruiu todos, exceto dois homens e uma mulher. Os ibans, de Sarawak, Bornéu, dizem que apenas umas poucas pessoas escaparam de uma inundação, fugindo para as colinas mais altas. Na lenda igorrote, das Filipinas, apenas um irmão e irmã sobreviveram, refugiando-se no monte Pokis.

      Os soiotes, da Sibéria, na Rússia, dizem que uma rã gigante, que sustentava a Terra, mudou de posição e fez com que a Terra fosse inundada por um dilúvio. Um homem idoso e sua família sobreviveram numa balsa que ele fizera. Quando as águas recuaram, a balsa parou numa elevada montanha. Os ostiacos, da Sibéria ocidental e da Hungria, também dizem que os sobreviventes de um dilúvio usaram balsas, mas foram levados à deriva para diferentes partes da Terra.

      Origem Comum

      O que podemos concluir dessas muitas lendas do Dilúvio? Embora difiram muito nos pormenores, elas têm aspectos em comum. Estes apontam para uma origem única num gigantesco e nunca esquecido cataclismo. Apesar de vívidas variações ao longo dos séculos, seu tema subjacente é como um fio que as vincula a um único grande acontecimento — o Dilúvio global narrado no simples e não-fantasiado relato bíblico.

      Visto que as lendas do Dilúvio em geral são encontradas entre povos que não entraram em contato com a Bíblia senão em séculos recentes, seria um erro alegar que o relato das Escrituras os influenciou. Ademais, a The International Standard Bible Encyclopedia (Enciclopédia Internacional da Bíblia Padrão) diz: “A universalidade dos relatos sobre o dilúvio costuma ser tomada como evidência da destruição universal da humanidade por um dilúvio . . . Outrossim, alguns dos relatos antigos foram escritos por pessoas bem opostas à tradição hebraico-cristã.” (Volume 2, página 319) De modo que podemos seguramente concluir que as lendas do Dilúvio confirmam a realidade do relato bíblico.

      Pelo fato de vivermos num mundo cheio de violência e imoralidade, fazemos bem em ler o relato bíblico do Dilúvio, conforme registrado em Gênesis, capítulos 6 a 8. Se meditarmos no que levou ao Dilúvio global — a prática do que era iníquo à vista de Deus — veremos nisto um alerta vital.

      Em breve o atual sistema iníquo de coisas sofrerá o julgamento adverso de Deus. Felizmente, porém, haverá sobreviventes. Poderá estar entre estes se acatar as palavras do apóstolo Pedro: “O mundo [do] tempo [de Noé] sofreu destruição, ao ser inundado pela água. Mas, pela mesma palavra, os céus e a terra que agora existem estão sendo guardados para o fogo e estão sendo reservados para o dia do julgamento e da destruição dos homens ímpios. . . . Visto que todas estas coisas hão de ser assim dissolvidas, que sorte de pessoas deveis ser em atos santos de conduta e em ações de devoção piedosa, aguardando e tendo bem em mente a presença do dia de Jeová.” — 2 Pedro 3:6-12.

      Manterá bem em mente a presença do dia de Jeová? Se fizer isto e agir em harmonia com a vontade de Deus, desfrutará grandes bênçãos. Os que assim agradam a Jeová podem ter fé no novo mundo, ao qual Pedro se refere ao acrescentar: “Há novos céus e uma nova terra que aguardamos segundo a sua promessa [a de Deus], e nestes há de morar a justiça.” — 2 Pedro 3:13.

      [Foto na página 7]

      As lendas babilônicas do dilúvio passaram de geração em geração.

      [Foto na página 8]

      Está acatando o aviso de Pedro, mantendo em mente o dia de Jeová?

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar