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CasamentoEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Prova da Virgindade. Depois da ceia, o marido levava sua noiva para a câmara nupcial. (Sal 19:5; Jl 2:16) Na noite das núpcias, usava-se um lençol ou uma roupa, que era então guardado ou dado aos pais da esposa, de modo que as manchas de sangue da virgindade da moça constituíssem proteção legal para ela no caso de ela ser mais tarde acusada de não ter sido virgem, ou de ter sido prostituta antes de seu casamento. De outra forma, ela podia ser apedrejada até morrer, por ter-se apresentado no casamento como virgem imaculada, e por trazer grande vitupério à casa de seu pai. (De 22:13-21) Este costume de guardar o lençol continuou entre alguns povos do Oriente Médio até tempos recentes.
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CasamentoEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Se a esposa fosse acusada formalmente pelo marido de não ter sido virgem na ocasião do casamento, e a acusação se provasse falsa, o marido era multado e jamais podia divorciar-se dela. (De 22:17-19)
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CasamentoEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Não se permitia o divórcio a um homem que havia seduzido a moça antes do casamento, ou quando ele, após o casamento, levantava a acusação falsa de ela o ter enganado ao afirmar ser virgem na época do seu casamento. — De 22:13-19, 28, 29.
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