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“Estas coisas têm de acontecer”A Sentinela — 1999 | 1.° de maio
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6. O que se desenvolveu entre os romanos e os judeus em 66 EC?
6 Durante o verão quente da Judéia em 66 EC, os zelotes judeus atacaram guardas romanos num forte perto do templo em Jerusalém, dando início à violência em outras partes do país. Na obra History of the Jews (História dos Judeus), o professor Heinrich Graetz conta: “Céstio Galo, cujo dever como Governador da Síria era defender a honra das armas romanas, . . . não podia mais presenciar a rebelião que se espalhava em volta dele sem fazer algo para impedir seu progresso. Ele convocou suas legiões, e os príncipes vizinhos enviaram voluntariamente suas tropas.” Este exército de 30.000 homens cercou Jerusalém. Depois de alguma luta, os judeus se retiraram para trás de muralhas perto do templo. “Durante cinco dias sucessivos, os romanos atacaram as muralhas, mas sempre se viram obrigados a recuar diante dos mísseis dos judeus. Só no sexto dia conseguiram minar uma parte da muralha setentrional diante do Templo.”
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“Estas coisas têm de acontecer”A Sentinela — 1999 | 1.° de maio
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9, 10. Como foram ‘abreviados’ os dias do ataque romano, e com que resultado?
9 Será que os dias foram ‘abreviados’ e os ungidos escolhidos em Jerusalém foram salvos? O professor Graetz sugere: “[Céstio Galo] não achou aconselhável continuar a combater os heróis entusiásticos e prolongar a campanha naquela estação do ano, quando iam começar as chuvas outonais . . . e podiam impedir que o exército recebesse provisões. Provavelmente por causa disso, ele achou mais prudente recuar.” Não importa o que Céstio Galo pensava, o exército romano recuou da cidade, com graves perdas causadas pelos judeus que o perseguiram.
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