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  • Quem é Jeová?

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  • Quem é Jeová?
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1993
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Quem é Jeová?

“QUEM é Jeová?” Esta pergunta foi feita 3.500 anos atrás pelo orgulhoso Faraó, o rei do Egito. Parece que a insolência o induziu a acrescentar: “Não conheço Jeová.” Na ocasião estavam diante de Faraó dois homens que sabiam quem era Jeová. Eram os irmãos carnais Moisés e Arão, da tribo de Levi, de Israel. Jeová os enviara para exigir que o governante do Egito mandasse os israelitas ao ermo a fim de realizarem uma festividade religiosa. — Êxodo 5:1, 2.

Faraó não queria uma resposta à sua pergunta. Sob a sua autoridade, sacerdotes promoviam a adoração de centenas de deidades falsas. Ora, o próprio Faraó era considerado um deus! Segundo a mitologia egípcia, ele era o filho do deus-sol Rá e uma encarnação da deidade Hórus, de cabeça de falcão. Faraó era chamado por títulos tais como “o poderoso deus” e “o eterno”. De modo que não surpreende que perguntasse desdenhosamente: “Quem é Jeová, que eu deva obedecer à sua voz?”

Moisés e Arão não precisavam responder a esta pergunta. Faraó sabia que Jeová era o Deus adorado pelos israelitas, que então sofriam na servidão egípcia. Mas Faraó e todo o Egito iriam logo aprender que Jeová é o Deus verdadeiro. Assim também hoje, Jeová dará a conhecer seu nome e sua Divindade a todos na Terra. (Ezequiel 36:23) Por isso, podemos tirar proveito de considerar como Jeová Deus magnificou seu nome no antigo Egito.

Superior aos deuses egípcios

Quando Faraó perguntou desafiadoramente quem era Jeová, ele não esperava as conseqüências que sofreu. O próprio Jeová respondeu, trazendo dez pragas sobre o Egito. Essas pragas não eram apenas golpes contra a nação. Eram golpes contra os deuses do Egito.

As pragas demonstravam a superioridade de Jeová sobre as deidades egípcias. (Êxodo 12:12; Números 33:4) Imagine o clamor que houve quando Jeová transformou o rio Nilo e todas as águas do Egito em sangue! Por causa deste milagre, Faraó e seu povo aprenderam que Jeová era superior ao deus-Nilo, Hápi. A morte dos peixes no Nilo também foi um golpe contra a religião egípcia, porque certos tipos de peixe eram venerados. — Êxodo 7:19-21.

A seguir, Jeová trouxe uma praga de rãs sobre o Egito. Esta desacreditou a deusa-rã egípcia, Heqt. (Êxodo 8:5-14) A terceira praga confundiu os sacerdotes-magos, que foram incapazes de duplicar o milagre de Jeová, o de transformar pó em borrachudos. “É o dedo de Deus!” clamaram. (Êxodo 8:16-19) O deus egípcio Tot, a quem se atribuía a invenção de artes mágicas, foi incapaz de ajudar esses charlatães.

Faraó estava aprendendo quem era Jeová. Jeová era o Deus que podia anunciar seu propósito por meio de Moisés e depois realizá-lo por trazer pragas miraculosas sobre os egípcios. Jeová podia também iniciar e terminar os golpes segundo a sua vontade. Saber isso, porém, não induziu Faraó a se sujeitar a Jeová. Em vez disso, o orgulhoso governante do Egito obstinou-se em resistir a Jeová.

Durante a quarta praga, moscões arruinaram o país, invadiram casas e provavelmente enxamearam o ar, o qual era objeto de adoração, personificado no deus Xu ou na deusa Ísis, a rainha do céu. A palavra hebraica para este inseto tem sido traduzida “moscão”, “mosca-dos-estábulos” ou “besouro”. (Tradução do Novo Mundo; Septuaginta; Young) Se envolveu o escaravelho, os egípcios foram flagelados por insetos que consideravam sagrados, e o povo não podia ter andado sem esmagá-los sob os pés. De qualquer modo, esta praga ensinou a Faraó algo novo sobre Jeová. Ao passo que as deidades do Egito não conseguiam proteger seus adoradores contra os moscões, Jeová pôde proteger seu povo. Esta e todas as pragas subseqüentes afligiram os egípcios, mas não os israelitas. — Êxodo 8:20-24.

A quinta praga foi uma pestilência no gado do Egito. Este golpe desacreditou Hator, Ápis e a deusa-céu Nut, de corpo de vaca. (Êxodo 9:1-7) A sexta praga causou furúnculos em homens e animais, humilhando as deidades Tot, Ísis e Ptá, às quais se atribuía erroneamente a capacidade de curar. — Êxodo 9:8-11.

A sétima praga foi uma forte saraiva, com fogo tremulando no meio das pedras de gelo. Este golpe envergonhou o deus Reshpu, supostamente o senhor dos relâmpagos, e Tot, de quem se dizia ter poder sobre a chuva e o trovão. (Êxodo 9:22-26) O oitavo golpe, uma praga de gafanhotos, mostrou a superioridade de Jeová sobre o deus da fertilidade, Min, supostamente o protetor das colheitas. (Êxodo 10:12-15) O nono golpe, uma escuridão de três dias sobre o Egito, lançou desprezo sobre deidades egípcias tais como os deuses-sol Rá e Hórus. — Êxodo 10:21-23.

Apesar de nove devastadoras pragas, Faraó ainda se recusou a libertar os israelitas. Sua obstinação tornou-se muito dispendiosa para o Egito quando Deus fez ocorrer a décima e última praga — a morte do primogênito de homem e de animal. Até mesmo o primogênito de Faraó pereceu, embora fosse considerado como um deus. Assim Jeová ‘executou julgamento em todos os deuses do Egito’. — Êxodo 12:12, 29.

Faraó convocou então Moisés e Arão e disse: “Levantai-vos, saí do meio do meu povo, tanto vós como os demais filhos de Israel, e ide, servi a Jeová, assim como declarastes. Tomai tanto os vossos rebanhos como as vossas manadas, assim como declarastes, e ide. Também, além disso, tereis de abençoar-me.” — Êxodo 12:31, 32.

Preservador do seu povo

Os israelitas partiram, mas logo depois parecia a Faraó que eles andavam perdidos no ermo. Ele e seus servos perguntaram-se então: “Que é que fizemos, despedindo Israel de trabalhar como escravos para nós?” (Êxodo 14:3-5) A perda desta nação escrava seria um pesado golpe para a economia do Egito.

Faraó convocou seu exército e perseguiu Israel até Pi-Hairote. (Êxodo 14:6-9) Em sentido militar, a situação parecia boa para os egípcios, porque os israelitas estavam encurralados entre o mar e as montanhas. Mas Jeová agiu para proteger os israelitas por colocar uma nuvem entre eles e os egípcios. Do lado egípcio, ela “mostrou-se uma nuvem com escuridão”, assim impedindo um ataque. Do outro lado, a nuvem era luminosa, “iluminava a noite” para Israel. — Êxodo 14:10-20.

Os egípcios estavam decididos a saquear e destruir, mas foram impedidos pela nuvem. (Êxodo 15:9) Quando ela se levantou, que milagre! As águas do mar Vermelho tinham sido partidas e os israelitas passavam para o outro lado em terra seca! Faraó e suas forças entraram trovejantes no leito do mar, decididos a capturar e despojar seus anteriores escravos. No entanto, o orgulhoso governante do Egito não havia levado em conta o Deus dos hebreus. Jeová começou a lançar os egípcios em confusão, desprendendo as rodas dos seus carros. — Êxodo 14:21-25a.

“Fujamos de qualquer contato com Israel!” clamaram os poderosos do Egito, “porque Jeová certamente está lutando por eles contra os egípcios”. Foi tarde demais que Faraó e seus homens se deram conta disso. Salvo do outro lado, Moisés estendeu a mão em direção ao mar e as águas retornaram, matando Faraó e suas forças. — Êxodo 14:25b-28.

Lições ensinadas pela experiência

Então, quem é Jeová? O orgulhoso Faraó obteve uma resposta a esta pergunta. Os eventos no Egito demonstraram que Jeová é o único Deus verdadeiro, totalmente diferente dos “deuses que nada valem”, das nações. (Salmo 96:4, 5) Jeová, por meio do seu espantoso poder, ‘fez os céus e a terra’. Ele é também o Grande Libertador, Aquele que ‘tirou seu povo Israel da terra do Egito, com sinais, milagres, mão forte e coisa muito espantosa’. (Jeremias 32:17-21) Quão bem isto provou que Jeová pode proteger seu povo!

Faraó aprendeu essas lições por amarga experiência. De fato, a última lição custou-lhe a vida. (Salmo 136:1, 15) Ele teria sido muito mais sábio se tivesse mostrado humildade quando perguntou: “Quem é Jeová?” Este governante poderia ter agido então em harmonia com a resposta que recebeu. Felizmente, muitas pessoas humildes aprendem hoje quem é Jeová. E que tipo de personalidade tem Ele? O que requer ele de nós? Que o próximo artigo lhe aumente o apreço pelo Único cujo nome é Jeová. — Salmo 83:18.

[Crédito da foto na página 3]

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