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“Navios de Quitim” cruzam os maresA Sentinela — 2007 | 15 de outubro
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Um navio de grande versatilidade, chamado trirreme, navega a plena velocidade. Cerca de 170 remadores, divididos em três fileiras, forçam seus poderosos músculos para remar, num incessante movimento para frente e para trás sobre almofadas de couro amarradas às nádegas.
Numa velocidade de sete a nove nós (uns 15 quilômetros por hora), o navio corta as ondas em direção a um navio inimigo, que tenta escapar. No momento crítico, este perde o equilíbrio e sua lateral fica exposta. O esporão do trirreme, revestido de bronze, abre uma brecha no fino casco do navio atacado. O estrondo de pedaços de madeira e o ruído da água do mar jorrando pela ruptura no casco aterrorizam os remadores inimigos. No trirreme, um pequeno grupo de guerreiros fortemente armados corre pelo corredor central para invadir a embarcação atingida. Alguns navios antigos eram de fato muito temíveis.
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“Navios de Quitim” cruzam os maresA Sentinela — 2007 | 15 de outubro
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[Foto na página 16]
Modelo de navio de guerra grego, um trirreme
[Crédito]
Pictorial Archive (Near Eastern History) Est.
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