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MicronésiaAnuário das Testemunhas de Jeová de 1997
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Eles enfrentariam dificuldades
Na época, a ilha de Guam nem de longe lembrava a movimentada estância turística de hoje. Sam e Virginia Wiger, os primeiros missionários enviados a Guam, lembram-se bem de sua chegada, em 1954.
“Naquele tempo, Guam era estritamente uma base militar”, disse Sam. “A ilha estava devastada pela guerra; havia artefatos militares não detonados por todo lado; equipamentos de guerra acabavam-se em ferrugem; e atiradores de tocaia das forças japonesas ainda eram descobertos e presos. Minha esposa e eu alugamos um abrigo pré-fabricado, de metal, sem geladeira nem ar-condicionado, cama ou outros móveis. Dormíamos em camas de campanha, de lona, cobertas por mosquiteiros.”
A pregação de Sam e Virginia foi tão bem-sucedida que logo foi preciso um local maior para as reuniões, de modo que a congregação alugou um refeitório militar desocupado e fez uma boa faxina nele. Ficava do outro lado da rua, em frente a uma igreja católica. O sacerdote protestou quando os irmãos ergueram a placa do Salão do Reino.
Numa rara tempestade com relâmpagos, um raio derrubou a torre da igreja e espatifou vários ídolos. “O sacerdote disse aos paroquianos que Deus queria atingir o Salão do Reino, mas havia errado o alvo”, disse Sam. “Vendo que o povo não acreditou nisso, o sacerdote inventou outra história. Disse que Deus destruíra a igreja porque eles precisavam de uma maior e melhor.”
Como entramos no território sob tutela
Quando Sam e Virginia foram enviados para o Japão como missionários,
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MicronésiaAnuário das Testemunhas de Jeová de 1997
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[Foto na página 213]
Sam e Virginia Wiger na frente do primeiro Salão do Reino de Guam
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