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SeolEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2
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A palavra hebraica sheʼóhl ocorre 65 vezes no texto massorético. Na versão Almeida, revista e corrigida, é traduzida 28 vezes por “inferno”, 27 vezes por “sepultura”, 5 vezes por “sepulcro”, 2 vezes é deixada “Seol” e uma vez cada é vertida “terra”, “mundo invisível” e “enterrado”. A versão católica de Matos Soares verte a palavra 34 vezes por “inferno(s)”, 11 vezes por “habitação dos mortos”, 11 vezes por “sepulcro”, 4 vezes por “sepultura”, 2 vezes por “cheol” e uma vez cada por “abismo”, “morte” e “perigos exiciais”. Além disso, em Isaías 7:11, o texto hebraico originalmente rezava sheʼóhl, e foi traduzido “Hades” nas antigas versões gregas de Áquila, Símaco e Teodócio, e como “terra” na versão de Matos Soares. — Veja NM, n.
Não há nenhuma palavra portuguesa que transmita o sentido exato da palavra hebraica sheʼóhl. Comentando o uso da palavra “inferno” na tradução da Bíblia, Collier’s Encyclopedia (Enciclopédia da Collier; 1986, Vol. 12, p. 28) diz: “Visto que Seol, nos tempos do Antigo Testamento, se referia simplesmente à habitação dos mortos e não sugeria distinções morais, a palavra ‘inferno’, conforme entendida atualmente, não é uma tradução feliz.” Versões mais recentes transliteram a palavra como “Xeol”, “Cheol” ou “Seol”. — BJ, BMD, NM.
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SeolEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2
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Sobre a palavra “Seol”, disseram Brynmor F. Price e Eugene A. Nida: “A palavra ocorre muitas vezes nos Salmos e no livro de Jó para se referir ao lugar ao qual vão todos os mortos. É representado como lugar escuro, em que não há atividade digna de menção. Não há distinções de moral ali, de modo que ‘inferno’ (KJV) não é uma tradução apropriada, visto que sugere um contraste com o ‘céu’ como morada dos justos após a morte.
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