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A comunicação entre o médico e o paciente — uma chave para o êxitoDespertai! — 1991 | 8 de março
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Jonathan é o filho mais velho de Michael e Valerie. Em fins de 1989, quando tinha 16 anos, os médicos os informaram de que Jonathan apresentava um tumor bem grande no baço. Os médicos ficaram um tanto apreensivos de operá-lo sem sangue, mas, corajosamente fizeram isso, respeitando a posição religiosa da família. No período de recuperação, surgiram graves complicações. A pressão sangüínea de Jonathan caiu dramaticamente e seu hematócrito diminuiu. Numa segunda operação, ele perdeu grande quantidade de sangue, sua taxa de hemoglobina caindo para 5,5, que é cerca de um terço do nível normal. O médico especialista em medicina interna exclamou: “O quadro clínico de seu filho está-se agravando rapidamente. Nós estamos colocados contra a parede. Caso ele não receba sangue, talvez morra!” O que fazer?
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A comunicação entre o médico e o paciente — uma chave para o êxitoDespertai! — 1991 | 8 de março
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No caso de Jonathan, quando seu hematócrito baixou para 5,5, depois das duas operações, os médicos mostraram-se convictos de que, para salvar-lhe a vida, era necessária uma transfusão de sangue, e estavam prontos a conseguir um mandado judicial para impor-lhe o sangue. Mas a firme fé e a resistência pessoal de Jonathan contra a utilização de sangue amainaram as coisas. Jonathan relata: “Eu segurei o Dr. — pelo colarinho e olhei bem nos olhos e lhe disse: ‘POR FAVOR, não quero sangue nem derivados do sangue!’” A comissão de irmãos treinados colaborou em fazer arranjos para que Jonathan fosse levado de avião a uma instituição médica maior. Ao chegar, um membro da comissão estava no hospital e já havia conversado com os médicos de plantão. No dia seguinte, a taxa de hemoglobina de Jonathan se estabilizou. O hematócrito melhorou continuamente, e ele teve alta 15 dias depois da operação inicial.
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