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ParãEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2
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Na maior parte, Parã era uma acidentada região montanhosa de pedra calcária, parecida a chapadões em certos lugares, a seção central tendo entre 600 e 750 m de altitude. (De 33:2; compare isso com Hab 3:3.) Achava-se também incluída como parte do “grande e atemorizante ermo” mencionado em Deuteronômio 1:1, 19; 8:15. Exceto durante as breves estações chuvosas, a superfície de cascalho desta região agreste fica destituída de vegetação verde; as nascentes de água são poucas. Estes fatores salientam quão inteiramente a nação de Israel, que talvez totalizasse 3.000.000 de pessoas, dependia de Jeová para ter sua provisão miraculosa de alimento e água durante todos aqueles muitos anos em que vagueou pelo ermo. — Êx 16:1, 4, 12-15, 35; De 2:7; 8:15, 16.
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ParãEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2
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Entretanto, as principais referências a Parã relacionam-se com as perambulações dos israelitas. Depois de partir do monte Sinai, Israel acampou em Taberá e em Quibrote-Ataavá, daí, em Hazerote, na extremidade sul de Parã, antes de dirigir-se para o N, para Cades-Barneia. (Núm 10:12, 33; 11:3, 34, 35; 12:16) Não muito depois de entrar em Parã, os 12 espias foram enviados para fazer o reconhecimento de Canaã. (Núm 13:3, 26) O relatório ruim feito pela maioria, ao retornarem, resultou em Jeová decretar que a nação prolongasse sua permanência no ermo até que todos os registrados que murmuraram contra Deus tivessem morrido. (Núm 13:31-33; 14:20-34) Durante aqueles 40 anos, a maioria dos acampamentos de Israel, desde o Egito até a Terra da Promessa, achavam-se decididamente em Parã. — Núm 33:1-49.
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PARÃ
A maior parte da vasta região do ermo em que a nação de Israel vagueou por cerca de 38 anos antes de entrar na Terra da Promessa. (Núm 10:11, 12; De 2:14)
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