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    Estudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2
    • Encontraram os arqueólogos evidência da destruição de Jericó nos dias de Josué?

      O Professor John Garstang, chefe duma expedição inglesa em Tell es-Sultan, entre 1929 e 1936, constatou que o que ele considerava ser uma das cidades construídas nesse lugar fora submetida a intensos incêndios e que suas muralhas tinham caído. Ele identificou esta cidade com a Jericó dos tempos de Josué e fixou a data da sua destruição em cerca de 1400 AEC. Embora alguns peritos ainda hoje endossem as conclusões de Garstang, outros interpretam a evidência de modo diferente. O arqueólogo G. Ernest Wright escreve: “Descobriu-se que as duas muralhas que cercavam a parte alta da antiga cidade, que Garstang . . . acreditava terem sido destruídas por terremoto e fogo, no tempo de Josué, datam do 3.º milênio e representam apenas duas de umas quatorze diferentes muralhas, ou componentes de muralhas, construídas sucessivamente durante aquela era.” (Biblical Archaeology [Arqueologia Bíblica], 1962, pp. 79, 80) Muitos acham que praticamente nada resta da Jericó dos tempos de Josué, tendo as escavações anteriores neste lugar removido o que talvez tivesse sobrevivido desde o tempo da sua destruição. Conforme o Professor Jack Finegan observa: “Portanto, não existe agora neste lugar virtualmente nenhuma evidência pela qual se possa tentar determinar em que data Josué possa ter tomado Jericó.” — Light From the Ancient Past (Luz do Passado Remoto), 1959, p. 159.

      Por este motivo, muitos peritos datam a queda de Jericó baseados em evidência circunstancial, e as datas sugeridas abrangem um período de uns 200 anos. Em vista de tal incerteza, o Professor Merrill F. Unger observa apropriadamente: “Os estudiosos também precisam ser extremamente cautelosos para não atribuir autoridade indevida aos cálculos de datas feitos pelos arqueólogos, e suas respectivas interpretações. Que a fixação de datas e as conclusões tiradas das descobertas arqueológicas muitas vezes dependem de fatores subjetivos é amplamente demonstrado pelas amplas divergências entre competentes autoridades nessas matérias.” — Arqueologia do Velho Testamento, 1985, p. 84, Imprensa Batista Regular.

      Portanto, o fato de que as interpretações dos arqueólogos não concordam com a cronologia bíblica para indicar 1473 AEC como a data da destruição de Jericó não é motivo de preocupação. A diferença nos pontos de vista de Garstang e de outros arqueólogos sobre Jericó ilustra a necessidade de cautela em se aceitar testemunho arqueológico não importa se parece confirmar ou contradizer o registro bíblico e sua cronologia.

  • Jericó
    Estudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2
    • Mais tarde, perto de Jericó, apareceu a Josué um príncipe angélico e esboçou a tática que deviam empregar para tomar a cidade, que estava então rigorosamente fechada por causa dos israelitas. Obedientemente, uma vez por dia, durante seis dias, a força militar israelita saiu, seguida por sete sacerdotes que tocavam continuamente suas buzinas, atrás dos quais seguiam os sacerdotes que transportavam a Arca, e, por fim, a retaguarda — todos marchando ao redor de Jericó. Mas, no sétimo dia, marcharam sete vezes em volta da cidade. Ao serem tocadas as buzinas, na marcha final em torno de Jericó, o povo soltou um grande grito de guerra, e os muros da cidade passaram a cair rente ao solo. — Jos 5:13–6:20.

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