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Crescimento no conhecimento exato da verdadeTestemunhas de Jeová — Proclamadores do Reino de Deus
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Em 1903, ele foi desafiado para um debate público. A condição dos mortos foi um dos pontos da série de debates entre C. T. Russell e o Dr. E. L. Eaton que servia como porta-voz de uma aliança extra-oficial de ministros protestantes do oeste de Pensilvânia.
Durante esses debates, o irmão Russell defendeu firmemente a proposição de que a “morte é morte, que nossos entes queridos, ao nos deixarem, estão realmente mortos e não vivos nem com os anjos nem com os demônios num lugar de desespero”. Em apoio disso, ele citou passagens bíblicas tais como Eclesiastes 9:5, 10; Romanos 5:12; 6:23; e Gênesis 2:17. Também disse: “As escrituras estão em plena harmonia com o que vós e eu e qualquer outra pessoa sensata e racional no mundo admitirá que é o caráter razoável e próprio de nosso Deus. O que está declarado sobre nosso Pai celestial? Que ele é justo, que ele é sábio, que ele é amoroso, que ele é poderoso. Todo cristão reconhecerá estes atributos do caráter divino. Se assim for, podemos imaginar, em algum sentido da palavra, que Deus seja justo e ao mesmo tempo castigue uma criatura, produto de Suas próprias mãos, por toda a eternidade, não importa qual tenha sido seu pecado? Não sou apologista do pecado; eu mesmo não vivo no pecado, e nunca prego o pecado. . . . Mas eu vos digo que todas essas pessoas a nossa volta aqui que nosso irmão [o Dr. Eaton] diz que falam irreverentemente, blasfemando a Deus e o santo nome de Jesus Cristo, são todas elas pessoas a quem se ensinou esta doutrina do tormento eterno. E a todos os assassinos, ladrões e malfeitores nas penitenciárias se ensinou essa doutrina. . . . São doutrinas ruins; prejudicaram o mundo por todo esse tempo; absolutamente não fazem parte do ensinamento do Senhor, e nosso prezado irmão ainda não retirou a nuvem do obscurantismo de seus olhos.”
Relatou-se que, depois do debate, um clérigo que estava na assistência se aproximou de Russell e disse: “Estou contente de vê-lo apontar a mangueira contra o inferno e apagar o fogo.”
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[Fotos na página 128]
Num debate público, Russell argumentou que os mortos estão realmente mortos, não vivos com os anjos nem com os demônios num lugar de desespero.
Carnegie Hall, em Allegheny, Pensilvânia — onde foi realizado o debate.
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