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10. Com que vitórias o Rei vencedor tem abençoado o seu povo “em defender e estabelecer legalmente as boas novas”?
10 Nosso Rei vencedor tem abençoado também seu povo zeloso por guiá-lo a muitas vitórias “em defender e estabelecer legalmente as boas novas” nos tribunais e perante governantes. (Filipenses 1:7; Mateus 10:18; 24:9) Isso se tem dado em escala internacional — na Austrália, na Argentina, no Canadá, na Grécia, na Índia, na Suazilândia, na Suíça, na Turquia e em outros países. Entre as 50 vitórias jurídicas conseguidas pelas Testemunhas de Jeová na Corte Suprema dos Estados Unidos encontram-se as que garantem o direito de proclamar as boas novas “publicamente e de casa em casa”, e de não participar em cerimônias patrióticas idólatras. (Atos 5:42; 20:20; 1 Coríntios 10:14) Assim se mantém aberto o caminho para a expansão do testemunho global.
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Durante os anos 30 e 40, inimigos decididos tentaram fazer parecer que o ministério das Testemunhas de Jeová era ilegal, criminoso ou mesmo subversivo. (Salmo 94:20) Somente no ano de 1936, houve nos Estados Unidos 1.149 detenções registradas. As Testemunhas de Jeová instauraram muitos processos, levando casos até a Suprema Corte. A seguir alistamos algumas das suas notáveis vitórias.
Em 3 de maio de 1943, a Suprema Corte, no caso Murdock v. Pennsylvania, decidiu que as Testemunhas de Jeová não precisavam de licença para distribuir publicações em troca de contribuições monetárias. Naquele mesmo dia, a decisão do caso Martin v. City of Struthers afirmava que não era ilícito tocar campainhas às portas enquanto se distribuíam de porta em porta convites e outra matéria publicitária.
Em 14 de junho de 1943, a Suprema Corte decidiu no caso Taylor v. Mississippi que as Testemunhas de Jeová, com a sua pregação, não incitavam a deslealdade ao governo. Naquele mesmo dia, no caso West Virginia State Board of Education v. Barnette, a Corte afirmava que nenhuma diretoria de escola tinha o direito de expulsar da escola filhos de Testemunhas de Jeová que se negassem a fazer continência à bandeira. Bem no dia seguinte, a plena Suprema Corte da Austrália anulou a proscrição das Testemunhas de Jeová naquele país, declarando-a “arbitrária, sem justificativa e opressiva”.
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